Uma loja comunitária para designers

Airgora e Showcase design magazinePraticamente todos os centros urbano no mundo, especialmente os maiores e mais activos economicamente, têm algumas lojas onde o design impera e define o produto. No entanto quase todas estão mais ou menos ligadas a grandes marcas, grandes distribuidoras ou até a fabricantes.

E se isso permite ao público dispor de excelentes produtos de design e, em alguns casos até produtos de design essencialmente conceptuais, em áreas como a moda, as utilidades, o mobiliário, os acessórios pessoais ou mesmo a joalharia e relojoaria, muitos outros ficam de fora e, apesar da sua extraordinária qualidade nunca chegam ao público.

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Free Webdesign – O seu site gratuito

A oferta de produção de sites a baixo custo multiplica-se. São estudantes, amadores habilidosos, programadores, freelancers, que sem uma estrutura empresarial, oferecem os seus serviços.

Se bem que sob o ponto de vista de oferta possa ser interessante pelo preço, os problemas surgem depois. É que sem uma estrutura empresarial, sem uma equipa de suporte, muitas vezes sem uma estabilidade de estabelecimento no mercado, uns meses depois, quando o site necessita de ser actualizado ou modificado, quando a empresa necessita de alterar uma morada, um logotipo, uma representada, a descrição de um serviço ou revalidar um alojamento ou um registo de domínio, já não está disponivel quem fez o site.

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Páginas WEB desaparecidas – Uma dor de cabeça?

Alguma vez fez uma pesquisa na internet, o motor de busca retorna-lhe alguns resultados que parecem extremamente promissores, apenas para, quando clica nos links, descobrir que a página desapareceu? Pois é terrivel quando isso acontece, não é?

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Novo site do Museu Nacional Soares dos Reis

A renovação do website do Museu Nacional dos Reis deu àquele museu um novo rosto na internet.

Um site exemplar, no nem sempre muito bom panorama nacional relativamente à presença internet dos museus. O novo design, que consideramos muito bom e e eficaz, no contexto de um museu, foi efectuado pela Mister Hyde Design e a programação foi realizada pela Create IT

O site pretende ser um recurso de excelência na divulgação do Museu, das suas colecções e actividades, bem como funcionar como um local de referência na realização de pesquisas e partilha de informações, acessível a todos os visitantes interessados.

Endereço: http://mnsr.imc-ip.pt

Catálogos digitais – Dreambook e Fluidbook

 

Os catálogos digitais (ou livros digitais) são aplicações que ganharam grande popularidade no último ano e meio.

Desde que apareceram no mercado, todos perceberam que a forma de leitura digital antes usada, quer fosse online, directamente no website, quer fosse em ficheiros de que se fazia download, directamente em formatos de processador de texto, ou formatos mais elaborados como o Adobe PDF, deixavam muito a desejar em relação a este novo paradigma de leitura em que o utilizador realmente manipula, de forma virtual, um livro com a maioria as sensações e possibilidades que a experieência de manipular um livo real proporciona, e que são impossiveis com os formatos tradicionais de ficheiro: o virar da página, a percepção da dimensão do libro, o folhear, o percrrer o livro nos dois sentidos, para a frente e para par atrás, o marcar uma página, continuar a folhear e fácilmente voltar à página marcada… um mundo de sensações e automatismos que criámos com os livros reais e que se perderam totalmente pelas limitações dos formatos digitais que antes existiam.

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First Things First – A pobreza a nu…

Um site internet que visito com frequência, e um local que  bem conheço, é o Museu do Design em Londres (London Design Museum) . E vale a pena, quer a visita ao site, quer a visita ao museu.

Vem isto a proposito de ter hoje, de novo, olhado cuidadosamente para este site. Não vou comentar os textos e noticias que lá encontrei, nem tão pouco as exposições importantes que por lá passam, e muito menos o excelente design do site, que em nada se pode comparar com a pobreza dos sites dos museus portugueses. Não vou falar da riqueza de conteúdos no site, da sua irrepreensivel organização, ou da riqueza de informação disponivel e ligada (links externos e internos).

O site é impressionante a todos os niveis, é certo, quer para o publico em geral, em que simplicidade e funcionalidade, mas também a riqueza de conteúdos, salta à vista, quer para um especialista, em que a eficácia das soluções encontradas, a linguagem grafica e conceptual e o design, de funcionalidades até certo ponto dificeis de integrar, não passa despercebido; e os conteúdos são ricos, completos, cuidadosamente construidos segundo paradigmas de informação e comunicação digital, e seguindo muitas das mais modernas tecnicas e recomendações de especialistas de comunicação digital. Mas nem sequer é caso único nos museus ingleses; muito pelo contrário.

E aconselho especialmente um “work in progress”, no seio do site: a Design Library, onde artigos de extrema relevância falam sobre designers de relevância extrema. Relevante!

Mas um facto, em particular, chamou-me a atenção: directamente no menu há uma ligação para PodCasts.

Ora que importância tem isto? Nenhuma dirão alguns… muita digo eu. Basta entrarmos e ouvirmos algum dos podcasts e imediatamente tomamos consciência que aquilo não é um apêndice menor do site, lá posto para captar miudos: é, de facto, algo construido com cuidado e com objectivos, mas principalmente com uma grande propriedade na utilização dos meios. É provávelmente uma das grandes, entre tantas outras grandes apostas.

Comunicar com o público não é apenas saber que mensagem se quer passar: é principalmente saber escolher os meios para a passar! Não há mensagem, por mais valiosa que seja, que tenha qualquer efeito quando passada pelos meios errados, ou usando os meios de forma inadequada, e muito mais, inconsequente. Pois então aqui está um bom exemplo: um podcast atinge um target específico; um target de quem tem menos de 35 anos e não dispensa o seu portátil de bolso, não ouve musica a não ser no mp3 ou mp4, e está pouco disponivel para aturar sites feios, mal estruturados, textos enfadonhos, cores desajustadas e desapropriadas, grafismos obtusos e batidos, e modelos que já são antiquados no print, quanto mais no digital…

E a questão não é se há podcasts ou não: é todo o conceito, toda a atitude, todo o profissionalismo!… Grafico, programático e de conteúdos…não importa.

Não gosto de ser derrotista. Não sou um feroz crítico negativista. Não gosto de menorizar os esforços de quem faz o que pode… mas compare-se:

Museu Nacional de Arte Contemporânea (Museu do Chiado)
Museu Nacional de Arte Antiga
Museu Nacional Soares dos Reis
Museu Grão Vasco  Não tem site.
Museu José Malhoa

Julgo que nem é necessário comentar. Para bom entendedor, os exemplos bastam.

Gostei especialmente deste:  Museu da Musica

mm

 

Ah…e reparem na adequação e no bom senso: o importante é a determinação do concelho de ministros… o site do museu que se #%$£ !!!

SEO – Acha que não necessita?

SEO Search Engine OptimizationVocê concebeu um site sensacional e conseguiu uma empresa que o produziu exactamente como o tinha imaginado. A realização ultrapassou até o conceito inicial. Com o site pronto, coloca-o online. Passam-se meses e o tráfego no site é quase nulo. Qual a razão? Já pensou que quase 95% do novo tráfego de um site empresarial (acessos por utilizadores que nunca o tinham feito) tem origem nos motores de busca?

Então que acontecerá se, como resultado de uma busca, o seu site aparecer em centésimo lugar na lista? Nada!!! Ninguém o visitará!

Que se pode então fazer para contrariar isso?

 SEO – Search Engine Optimization

Classificação de relevância de sites - SEOCada motor de busca usa algoritmos que permitem classificar a relevância de cada site, relativamente a cada busca efectuada. Isto permite na lista de sites resultantes de uma busca os primeiros resultados a aparecer sejam os mais relevantes… ou os que melhor usam as particularidades do algoritmo de busca. Optimizar um site, para que ele apareça bem posicionado nas buscas relevantes é uma arte e uma ciência, a que se chama SEO – Search Engine Optimization. Toda uma classe de profissionais dedicam-se a tempo inteiro ao marketing SEO, ou seja a todos os cuidados e optimizações necessárias para conduzir tráfego relevante para o site, através dos resultados dos motores de buscas. Mas não se pense que é fácil, ou acessível.

Os algoritmos determinam a relevância de um site por um conjunto de vários critérios, concorrentes para o resultado final. O primeiro e mais importante, é através de palavras chave. Grande parte do trabalho de optimização para motores de busca passa por analisar o site e detectar as palavras chave relevantes e que definem o conteúdo do site. Estas devem ser escolhidas de acordo com as palavras que se sabe que estatisticamente os utilizadores usam nos motores de busca. De nada serve optimizar um site para ser encontrado numa busca de “pinacoteca” se de facto as pessoas procuram “museu” e nada mais!

Mas existência de palavras chave no site, não garante por si só a sua relevância… muito pelo contrário. Isto porque os algoritmos estão preparados par eliminar as batotas! No limite poder-se-ia construir um site só de palavras chave… apareceria nos primeiros lugares em muitas buscas… mas seria irrelevante. Isto está protegido! Quais os critérios então?

Em primeiro lugar que fique bem claro que os critérios não são estáticos: eles vão evoluindo na medida em que é necessário ir evitando utilizações menos honestas das suas características e falhas. Os critérios de hoje, podem não ser os mesmos de daqui a um mês…pelo menos não exactamente os mesmos.

SEO - Credibilidade baseada no numero de ligaçõesDepois há um critério de relevância que se prende com a credibilidade de um site (autoridade): um site é tanto mais credível quantos mais sites o referirem. Mas é irrelevante se os sites que o referirem forem eles próprios irrelevantes ou não credíveis. Assim não adianta nada construir uma rede de dezenas de sites que se apontam entre si: apenas se reforçará o critério da irrelevância do conjunto de todos eles. Em alguns motores, este critério chama-se também “autoridade”. Mas se muitos sites credíveis referem o seu…o mais provável é que o seu contenha conteúdos relevantes. E ai a existência de palavras chave passa a ser importante… desde que os seus conteúdos não sejam cópias de conteúdos já existentes e classificados no motor de busca. Nesse caso o seu site levará um rótulo de incredível, sem apelo nem agravo!!!

A quantidade de factores que influenciam esta classificação, por parte dos motores, é elevado e a sua natureza e interacção complexa, principalmente por não estar claro em nenhum ponto quais os critérios aplicados em qualquer momento em particular e como funcionam; o trabalho de os descobrir, investigar e entender, é uma actividade a tempo inteiro. Aplicar eficientemente estes critérios em cada site de modo a mantê-lo optimizado para as buscas, é um trabalho de especialistas.

Técnicas alternativas

Muitas vezes a optimização do site para aparecer nas buscas revela-se difícil ou infrutífera, mesmo quando se aplicam as melhores técnicas. E isto é tanto mais verdade quanto mais verdade for a existência de sites concorrentes, também eles a usar as mesmas técnicas de optimização e relevância.

Uma técnica alternativa e extremamente eficaz é a de usar sites altamente credíveis, onde se colocam links para o nosso site, em que garantimos os primeiros lugares em certas palavras chave, permitindo que o utilizador depois use os links para chegar ao nosso site. Acreditem que em muitos casos é a única solução viável. noutros casos é o atalho rápido para conseguir uma visibilidade no curto prazo. Mas o risco é também elevado. Quando se usa esta técnica corre-se o risco de inviabilizar a classificação de relevância do nosso site, se o motor de busca detecta que a única intenção da presença nos sites externos é aumentar a visibilidade (ou a autoridade). E nesse caso, retira toda a autoridade ao nosso site…

Conclusão

Para o utilizador comum, e mesmo para webdesigners e programadores web menos conhecedores das técnicas efectivamente usadas pelos motores de busca,  tudo acaba por parecer uma grande confusão! Práticas que pareceriam muito úteis para a visibilidade de um site, revelam-se na prática um passaporte para o site desaparecer dos resultados de busca (links a partir de sites não credíveis, excesso de links, excesso de palavras chave, palavras chave e links sem reflexo no contexto, etc.). Na Dreamfeel usámos bastante tempo a experimentar e a investigar este assunto. Não somos “OS” especialistas de SEO, mas lidamos bem com ele, e somos capazes de colocar os sites que produzimos e optimizamos em bom lugar nos resultados dos motores de  busca, directa ou indirectamente. Se buscarem “montra interactiva”,  … certamente entenderão o que digo!

No futuro analisaremos algumas das técnicas aplicáveis e algumas das práticas comuns e suas razões. Mas no final…isto não é nunca um trabalho para amadores!

Recursos:
Para quem se interessar pelo assunto:
http://www.davidairey.com/7-seo-blogs-21-seo-articles/
http://www.wolf-howl.com/seo/seo-plugins-for-wordpress-part-ii/
Marketing de Busca e SEO
Como medir a qualidade de um link

10 pontos a ter em atenção, ao encomendar um web site

Encomendar um website pode parecer a mais simples das tarefas…mas é falso!

A verdade é: para uma PME, encomendar e escolher um website será certamente um dos mais importantes passos de marketing que dará em prol do seu negócio, e seguramente o que mais público atingirá.

Parece uma afirmação gratuita! Será? Não é! Lembre-se de alguns factos:

  • Um bom WebSite é visivel em todo o mundo. Mas lembre-se que do mesmo modo, um mau site será visivel de todo o lado;
  • Cada vez mais, as decisões de escolha defornecedor, de escolha de marca, de escolha de produto, são precedidas de pesquisa na internet. Em Portugal, excepto em sectores específicos (Viagens, Electrónica de consumo, Informática…) as compras na internet são ainda em pequeno numero, mas inquéritos demonstram que é o país da europa em que as compras no comércio fisico mais são precedidas de pesquisa internet. E a decisão é tomada com base nesta pesquisa.
  • Para muitas empresas a internet é o único canal de comunicação directamente acessivel ao público em geral e aos potenciais clientes. Por exemplo, fazer chegar um catálogo fisico a um cliente que o desconhece é uma tarefa quase impossivel… com um site internet isso acontece a cada segundo.
  • Em muitas situações o WebSite será o primeiro contacto que um potencial cliente terá com a sua empresa. O Site  causará nele uma primeira impressão, e por arrastamento, será formada uma primeira impressão da sua empresa. Lembre-se: “Não há segunda oportunidade para causar uma primeira impressão!” e esta pode ser a causa de decisões emocionais e intuitivas imediatas!

Antes de encomendar um site, peça e analise propostas concretas. Tenha em atenção os seguintes pontos, e analise as propostas com relação a eles:

  • Defina sempre préviamente os objectivos a atingir com o  site, e concentre-se neles: evite desvios ou informação irrelevante para o objectivo. Se o objectivo é mostrar os produtos que vende, concentre-se no catálogo de produtos; esse é o ponto mais importante do seu site; concentre-se na história da empresa/marca, na relação com os seus clientes actuais, nos projectos que tem em curso e nos aspectos estéticos, se o objectivo é um site de prestigio e de imagem corporativa; Explique os detalhes tecnicos, com a maior qualidade possivel, se o seu site é um site tecnico, de suporte a produto tecnico, ou se a sua actividade, que pretende retratar, é uma actividade em que a qualidade tecnica é o factor decisivo; Aposte nos aspectos formativos, na ilustração, na fiabilidade da informação, nos aspectos didáticos, se o seu site é um site de formação ou educação, etc.
  • Seja objectivo, não complique e não misture conceitos. Um conceito forte de site, constitui uma receita para o exito…mas a dificuldade em compreender a estrutura ou o objectivo, pode ser a sua morte e determina a sua inutilidade.  Além disso lembre-se que aspectos não suportados no início, podem sempre ser acrescentados mais tarde.
  • Há coisa que você não se pode esquecer de dizer no site (acredite que há quem se esqueça!):
    • Descreva claramente a actividade da empresa. Basta uma frase. Mas se quiser pode elaborar mais e falar de fornecedores, de clientes de parcerias, fazer a histório (data da fundação, crescimento, etc.). Mas não exagere: aquilo que ara si é importante, raramente interessa ao cliente.
    • Não se esqueça de descrever genéricamente os seus produtos ou serviços, e se for o caso a quem se destinam (apenas para profissionais, para a industria, etc…). Pode acrescentar a lista das marcas.
    • Pode acrescentar um catálogo de produtos, uma tabela de preços, um formulário de encomenda, etc.
    • Se tem procedimentos especiais para encomendas, reparações, ou condições especiais para cliente final, venda por grosso, tente ser organizado, mas não se esqueça. Acrescente limitações territoriais se as tiver. Escreva tudo isto como intruções clara para o seu cliente, e nunca comouma dissertação académica, por muita vocação para ensaista que possa sentir!
    • É bom manter uma lista de clientes satisfeitos. O mesmo para projectos executados com exito. Ha quem necessite de ter uma lista de parceiros e/ou fornecedores. Se não precisa não atulhe o site de informação inútil.
    • Nome da sua empresa, endereço completo e contactos (telefone, fax e mail). Os contacos gerais devem ficar bem visiveis. De preferencia acrescente um mapa da localização. Indique os colaboradores, ou responsáveis nas funções chave (se achar necessário) e respectivos contactos (telefone, telemovel e email). Mas este podem ficar noutra página (a que chama ” a equipa” ou algo parecido). nesta página pode tembém descrever a organização da empresa (departamentos, divisões ou secções, delegações e representantes)
    • Mantenha tudo organizado de uma maneira lógica e ordenada. Nunca ponha esta informação na Home Page: esta deve ser concebida como publicidade corporativa de prestigio (basta um slogan, uma frase, uma imagem, um logotipo, ou um pequeno texto…seja criativo, mas mantenha as coisas discretas).
  • Defina claramente um budget e um prazo de realização. Não permita que se prolongue eternamente a realização da base do seu site: é melhor ter um site basico disponivel, e evolui-lo depois, do que não ter nada ou ter algo muito elaborado, mas que só ao fim de um ano vai estar concluido; acredite que ao fim de um ano os seus objectivos já mudaram…
  • Faça um briefing escrito curto e conciso, com toda esta informação, como base para definição do que pretende. Não tente ser tecnico neste briefing: descreva-o em palavras suas. Inclua todos os pontos relevantes mas não se disperse. Siga este guia, e terá tudo o que necessita. Se necessário, para o ajudar a ter uma ideia sobre que valores e custos considerar, faça consultas informais a possiveis fornecedores de serviços.
  • Com base nas ideias fixadas no briefing, peça sempre propostas criativas, financeiras e de realização do projecto e, se necessário peça a sua afinação posterior até se considerar satisfeito. Uma proposta simples, clara e objectiva é sempre melhor que uma proposta muito elaborada e rebuscada , mas incompreensivel, principalmente se é um leigo. Use sempre o maior sentido crítico na sua avaliação: ou entende o que lá está, ou acredite que não é uma boa proposta. Afinal o site é para o público, não é para gurus e ultra-super-tecnicos… Não permita descuidos com nenhum dos aspectos que identificou como importantes: quem propõe. ou sabe do que se trata ou não sabe! Não admita aspectos “a definir”! Se há alguma coisa a definir, defina-a!
  • Opte pelo bom website. Não será possivel esconder um mau Web Site: ele será visivel em todo o mundo! Se depender de um mau website, a sua solução será substitui-lo! Isso tem custos incalculáveis (tempo perdido, falta de comunicação com o mercado, atraso nos projectos, custos financeiros). Evite ter que o fazer.
  • Um site adequado mostra cuidado e atenção para com o seu cliente e negócio. Um site incompleto, descuidado, desadequado, feio, mal concebido, com erros, denota falta de consideração por quem o procura. Lembre-se que é fácil ser produzida uma classificação emocional da sua empresa, a partir do que se vê no seu site. não existe nada que seja “site em construção”! Não permita isso. Os sites estão sempre em construção, por isso é redundante dizê-lo. O que existem são sites que estão miserávelmente feitos e não estão acabados… 
  • Custa muito menos dinheiro ter impacto positivo com um muito bom website, do que corrigir uma impressão negativa por ele produzida, ou pela sua inexistência.
  • Um website não é uma montra de tecnologia: excesso de frames, subdivisões, menus e submenus, animações e videos,tumbnails, galerias, aplicações e widgets, tem tendência a confundir o utilizador e dispersa a sua atenção: Concentre-se no conteúdo e seja parcimonioso na escolha de tecnologias adicionais. Quanto mais simples, mais fácil de manter o site adequado aos objectivos. Um site mais complexo e elaborado sobre conceitos inovadores, e um desafio, e necessita de uma grande atenção à sua ergonomia, o que não é provávelmente possivel obter por baixo custo; nesse caso prepare-se para fazer um trabalho mais profundo e aconselhar-se com profissionais reconhecidos.
  • Um site sem conteudos é um site a que ninguem volta novamente! Esforce-se por disponibilizar toda a informação que o utilizador pode estar à espera encontrar. Disponibilize também informação de referência que possa motivar novas visitas. Aposte na interactividade e nos conteúdos produzidos pelo utilizador, se isso se justificar. Interaja e estimule a interacção. Não fale superficialmente sobre assuntos de que não tem dados. Fale sobre assuntos que domina, evite aqueles que não domina. Mas conscencialize-se: os conteúdos serão sempre sua responsabilidade!
  • Mantenha o site permanentemente actualizado. Um site que não se actualize morre. Todos os dias você lê o “jornal do dia”! Imagine-se a ler eternamente o mesmo jornal do mesmo dia… aguentaria? Um site é igual: periódicamente deve apresentar novidades e ser renovado. A periodicidade pode ser mensal, semanal, diária, ou mesmo horária, ou outra coisa qualquer que se adapte bem ao perfil do site e dos respectivos visitantes.
  • Assegure-se que o site que escolhe tem uma manutenção fácil; caso contrário nunca o conseguirá manter actualizado. Para isso deve estar previsto um backoffice suficientemente poderoso para assegurar a actualização da informação de actualidade. Pergunte-se: Pode retirar e colocar documentos, textos, imagens, multimedia com facilidade (ainda que apenas em secções especificas do site)? Consegue fazê-lo autónomamente, ou tem que recorrer a tecnicos? Consegue criar e actualizar uma newsletter? Pode acrescentar, eliminar e fazer manutenção de dados de produtos no seu catálogo? Consegue acrescentar e eliminar páginas ao seu site? Pode determinar fácilmente quais os destaques da home page? Tem suporte ao contributo de terceiros (se tem colaboradores que possam alimentar o site)? Tem formas expeditas de o visitante contactar consigo (mail, msn, skype, numeros de telefone, moradas)?
  • Não se esqueça que o seu site necessita de alojamento na internet, e os serviços de alojamento são muitos e variados, dos muito bons, aos muito maus. Confie no que lhe sugere um profissional, antes de contratar um alojamento que está permanentemente down, com o qual não se consegue contactar para resolver um problema…ou que se esqueça de lhe recordar atempadamente a necessidade de renovação de propriedade de dominio. 

Não descure outros aspectos, se eles forem imprtantes. Cada caso é diferente, mas estes são possivelmente os mais importantes: garanta-os antes de mais e só depois pense no resto. Seguiu estes passos? Contacte a equipa da Dreamfeel, ou uma empresa da sua preferência, e encomende o seu site. Ainda não conseguiu seguir estes passos? A nossa equipa Dreamfeel pode acompanhá-lo e auxiliá-lo a fazer esta definição e apresentar-lhe proposta… e no final estará pronto para arrancar com o seu site. Bom trabalho.