A Internet das Coisas (IoT) – a revolução silenciosa

Internet of Things IoTA comunicação de dados está cada vez mais por todo o lado, e isso já não nos espanta. Os smartphones, tablets, SmartTV’s, a internet nos carros ,o media digital, o WiFi acessível em qualquer lugar … tudo isso faz já parte do nosso quotidiano. Mas uma revolução surda passa-se nos bastidores: é a “internet das coisas”!

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Portuguese Matters

PortugalO título deste post parece ser sobre Portugal. Não é.

É sobre um website, esse sim sobre Portugal. Aliás. sobre o Design e a Arquitectura que  aqui se faz. Chama-se Portugese Matters.

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Para simplificar!

f1784078c8bcf473c2e6ce5db82172f7É sabido que os computadores nos simplificam a vida. Ou pelo menos alguns acham que sim!!!

No entanto, a questão é diferente: porque a realidade é o que é!!!

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Computação em Nuvem

Quando se começou a falar de computação em núvem, a ideia foi estranha para muitos. Não tanto o conceito em si, mas sim as ideias das suas possiveis utilizações. Quem iria usar? Quem se disponibilizaria de boa vontade a armazenar seus dados na net, ou a abandonar as suas indispensáveis aplicações, instaladas nos seus sistemas, para passar a usar aplicações na net.

O facto é que a maioria de nós já usávamos a computação em núvem, quando, por exemplo, usávamos o webmail. Porém o conceito custou um pouco mais a ser entendido e aceite quando se tratou de abdicar da folha de cálculo ou do processador de texto, ou quando se tratou de armazenar dados ou abdicar de aplicações empresariais locais ou nos servidores privados, para recorrer a aplicações na nuvem. Mas esses são tempos passados. A computação em nuvem é hoje uma realidade que rápidamente se disseminou e constitui uma fatia importantissima do actual arsenal dos departamentos de tecnologia de informação. E mesmo os meros utilizadores começam já a render-se ao conceito, principalmente a partir do momento em que empresas como a Amazon, Google, IBM e Microsoft começaram a fornecer serviços em nuvem.

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O Comercio Electronico em Portugal

Não é segredo nenhum que Portugal é um dos paises do mundo com maior indice de utilização das transacções electronicas, apresentando uma excelente posição no ranking dos paises da UE. 

O número de transações electrónicas em Portugal é já muito grande, e extremamente significativo no ambito do funcionamento da economia, e não são transacções apenas baseadas na internet: todo o sistema de portagens, a rede de ATM’s (em que portugal apresenta uma abundancia muito acima dos restantes paises da UE, com o primeiro lgar absoluto), no número de serviços disponiveis por meios electronicos (mais uma vez as ATM em Portugal apresentam o maior número de serviços, relativamente a toda a UE). 

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Marketing de Microempresas – 10 maneiras de usar a web

Frequentemente nos perguntam como usar eficientemente a web para o marketing de pequenos negócios, sejam Microempresas, PME ou profissionais liberais. A visão é, em geral, a de um web site que faça milagres.

Na prática, a presença na internet através de um web site é fundamental para qualquer Microempresa ou profissional liberal! Mas não é tudo!  E o potencial da web vai muito além da presença simples através de um website, por muito bom que ele seja.

Definir uma estratégia para a abordagem da web, por uma microempresa, para um efectivo retorno nesse (pequeno) investimento de marketing, passa por conhecer e realmente compreender o potencial.

Este artigo tenta ajudas nesse ponto.

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PME nacionais querem apostar em redes sociais para 2010

O mais recente estudo da Marketeer revela que 7 em cada 10 PME portuguesas querem reforçar a aposta em redes sociais para 2010, enquanto três quartos dessas mesmas empresas pretende aumentar o investimento em e-mail marketing.

Os principais factores destacados para justificar o investimento nos canais de e-mail e redes sociais em detrimento dos outros meios mais convencionais passam pela excelente relação custo/benefício, a superior capacidade de medir resultados e o facto de se constituírem numa excelente ferramenta para fidelizar os clientes.

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®evolução

henrique agostinho

O nome é ®evolução, o autor é Henrique Agostinho… e esta é a frase com que o livro começa… e diz quase tudo:

“Está, finalmente, toda a gente de acordo: a Internet vai tomar a indústria da publicidade de assalto”

 

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O que podemos esperar de 2010 ?

Fiquei entusiasmado com alguns dos desenvolvimentos multimedia que apareceram em 2009. Confesso que sim. Principalmente as àreas do multitouch e da interactividade estiveram prenhos… infelizmente continuam e parece que o parto está dificil.

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Multimedia – ” Os Interactivos”

Os quiosques multimedia foram moda há uns anos atrás.

Espalharam-se como cogumelos mas, como aqueles, rápidamente se tornaram pouco mais que recordações mortas a um canto em cada local onde foram instalados, pela desactualização tecnológica, por terem perdido o efeito de novidade mas, principalmente, porque alguem se esqueceu que os conteudos necessitam de ser actualizados, sob pena de obsolescência.

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so then, is social media a fad?

A propósito de jornalismo, alguém dizia há dias que a internet social não era mais que um elemento adicional de perturbação, e que a infantilidade do meio não o adequava a mais do que meia duzia de disparates de “putos” e “pitas” e inclusivamente que pode e deve ser ignorado, pois muito mau seria andar permanente a correr frenéticamente, ontem atrás de um facebook, hoje de um myspace, sempre em evolução e sempre desaproveitados,  amanhã de um Twitter que nunca verá as facilidades entendidas, e que mais será depois de amanhã? 

Já ouvi o mesmo vindo da boca de marketeers e de publicitários.

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Não fique preso nesse site!

Gostou de um site. Apreciou o tema, o tipo de assuntos ou o seu aspecto? E agora? Como encontrar outros sites semelhantes, outras fontes para a sua pesquisa?

O comum dos mortais, como eu, lembra-se imediatamente de meia duzia de motores de pesquisa, ou eventualmente de portais temáticos, se o assunto que procura é da sua especialidade, e… pouco mais. Em alguns sites ainda procuramos uma página de links ou eventualmente referências nos artigos ou documentos que lemos. Geralmente ficamos por aí.

O que poucos sabem é que sites podem ser procurados por semelhança!

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O Manifesto de que se fala

Internet-Manifest
Wie Journalismus heute funktioniert. 17 Behauptungen.

Manifesto Internet
Como o jornalismo funciona hoje. 17 constatações.

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Páginas WEB desaparecidas – Uma dor de cabeça?

Alguma vez fez uma pesquisa na internet, o motor de busca retorna-lhe alguns resultados que parecem extremamente promissores, apenas para, quando clica nos links, descobrir que a página desapareceu? Pois é terrivel quando isso acontece, não é?

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Um mundo de clones, um mundo sem criatividade – Parte I

Tentar acompanhar a evolução tecnológica do mercado, hoje em dia, em àreas como o multimedia, o media, a comunicação, é o mesmo que tentar apontar uma arma ao infinito e fazer pontaria para o nada. As evoluções e mudanças, são demasiado rápidas para o comum dos mortais. A solução é a especialização ou a inconsequência. Será?

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SearchWiki é anunciado oficialmente para a língua portuguesa

Entender tudo o que o Google é, de facto, está cada vez mais dificil!

Desta vez é o SearchWiki que passa a ser usado também para a língua portuguesa! A pergunta que se impõe é… mas o que é o SearchWiki?

O SearchWiki é um serviço do Google que permite ao utilizador registado e depois de fazer login, personalizar os resultados de pesquisa do Google, pode mover os resultados que ache mais importante para o topo, pode excluir, adicionar e também fazer comentários sobre resultados de pesquisa, permite também escrever anotações sobre um site específico, essas aparecem sempre que a mesma pesquisa for feita de novo.

O tema está bem tratado no “Blog de Marketing e Publicidade Online“,  neste Post

Novo site do Museu Nacional Soares dos Reis

A renovação do website do Museu Nacional dos Reis deu àquele museu um novo rosto na internet.

Um site exemplar, no nem sempre muito bom panorama nacional relativamente à presença internet dos museus. O novo design, que consideramos muito bom e e eficaz, no contexto de um museu, foi efectuado pela Mister Hyde Design e a programação foi realizada pela Create IT

O site pretende ser um recurso de excelência na divulgação do Museu, das suas colecções e actividades, bem como funcionar como um local de referência na realização de pesquisas e partilha de informações, acessível a todos os visitantes interessados.

Endereço: http://mnsr.imc-ip.pt

Uso diário da internet em Portugal atinge os 70%

 

A Havas Digital acaba de publicar o seu estudo “Consumo Cruzado de Meios”, estudo fundamental sobre a utilização de meios em Portugal.

O estudo mostra que a utilização da internet continua a aumentar entre a população portuguesa, muito além do que é suposto: 70% da população portuguesa utiliza diariamente a Internet em 2008, em oposição aos 52 por cento registados em 2006. O estudo acrescenta ainda que os internautas Portugueses dedicam mais horas no fim-de-semana à Internet, a influência da Internet na tomada de decisão cresce em todas as categorias, destacando-se os produtos de turismo, tecnologia e financeiros.

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Anunciantes WEB

 

Para quem ainda tem duvidas sobre a publicidade na internet e em meios digitais, fique sabendo que a internet é cada vez mais explorada por empresas que investem em marca. Verifique o ranking  de investimentos na web em 2008, no Brasil :

1 – Bradesco – R$ 221.628.000 – 13,9%
2 – Itaú – R$ 100.862.000 – 6,3%
3 – Ford – R$ 72.368.000 – 4,5%
4 – Samsung – R$ 59.915.000 – 3,8%
5 – Fiat – R$ 58.869.000 – 3,7%
6 – Unilever – R$ 54.263.000 – 3,4%
7 – Coca-Cola – R$ 51.043.000 – 3,2%
8 – Sky – R$ 43.667.000 – 2,7%
9 – Volkswagen – R$ 38.306.000 – 2,4%
10 – Brasil Telecom – R$ 37.451.000 – 2,3%
Outros do Ranking – R$ 856.077 – 53,7%
Total – R$ 1.594.449.000
(Fonte Ibope Nielsen Online)

Sem duvida impressionante!

em
http://lacasacom.wordpress.com/2009/03/13/anunciantes-web/

 

 

What Matters

A consultora McKinsey lançou um site chamado “What Matters” onde reúne artigos sobre grandes temas de sempre, mas especialmente relevantes na actualidade. Cidadania é também estar atento, conhecer a sociedade que nos rodeia, e o que pensam aqueles que como nós se preocupam com os grandes desafios que se colocam e que são gerados pela própria humanidade. A McKinsey demonstra com este site uma atenção mais lata que apenas aquela que coloca no seu próprio negócio, e ao fim e ao cabo esta é a justificação e a razão de ser do site. 

Este site é uma colectânea extensa de ensaios e entrevistas com lideres de opinião. Os conteúdos estão categorizados em 10 temas: Biotecnologias, Mudanças Climáticas, Crise do Credito, Energia, Geopoliticas, Globalização, Cuidados de Saude, Inovação, Internet, Organização.

Entre os autores estão muitos dos actuais pensadores mais relevantes, e entre eles alguns dos meus preferidos, como por exemplo Juan Henriquez, Jeffrey Pfeffer, Gary Hamel, Jacqueline Novogratz and John Thackara.

Vale a pena passar pelo site, e considerá-lo como um recursos de longo prazo, para revisitar regularmente, e principalmente como um reservatório de inteligência em que se pode beber quando necessário.

Catálogos digitais – Dreambook e Fluidbook

 

Os catálogos digitais (ou livros digitais) são aplicações que ganharam grande popularidade no último ano e meio.

Desde que apareceram no mercado, todos perceberam que a forma de leitura digital antes usada, quer fosse online, directamente no website, quer fosse em ficheiros de que se fazia download, directamente em formatos de processador de texto, ou formatos mais elaborados como o Adobe PDF, deixavam muito a desejar em relação a este novo paradigma de leitura em que o utilizador realmente manipula, de forma virtual, um livro com a maioria as sensações e possibilidades que a experieência de manipular um livo real proporciona, e que são impossiveis com os formatos tradicionais de ficheiro: o virar da página, a percepção da dimensão do libro, o folhear, o percrrer o livro nos dois sentidos, para a frente e para par atrás, o marcar uma página, continuar a folhear e fácilmente voltar à página marcada… um mundo de sensações e automatismos que criámos com os livros reais e que se perderam totalmente pelas limitações dos formatos digitais que antes existiam.

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SEO – Os Piores Erros

Ora aqui está um excelente post sobre erros crassos de SEO na criação e optimização de sites: Piores Erros de SEO.

Vale a pena ler com cuidado e compreender que muito do SEO se faz, não em actividades obstinadas, mas simplesmente evitando os erros.  E aqui estão a maioria dos erros graves elencados. Interessante, instrutivo e útil, pelo Frank Marcel, no seu blog.

Recursos
FrankMarcel.com (Frank’s Blog de SEO, Tecnologia e Informação)

SEO – Como usar as Meta Tags HTML?

As Meta-Tags são um dos pontos importantes a ter em atenção quando se desenha uma página web para ser vista pelos crawlers dos motores de busca.

Existem variadissimas Meta-Tags que se podem usar numa página web. Algumas são criadas para funções específcas, que nada têm a ver com os motores de busca; outras, muito poucas, são absolutamente genéricas e são usadas por aqueles quase universalmente. Elas não são soluções mágicas, mas são fundamentais para uma indexação eficaz de um site, uma vez que fornecem muitos dos dados usados por estes crawlers, sendo os principais: o titulo da página, a sua descrição, uma lista de palavras chave e a desambiguação do link que deve ser usado como o principal acesso a uma página que pudesse ser considerada como duplicada. Importante é também a Meta-Tag que impedem a indexação de uma página.

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SEO – Os segredos que os profissionais conhecem

SEO é o acrónimo para Search Engine Optimization e designa o conjunto de práticas e tecnicas usadas pelos profissionais para optimizarem a resposta dos motores de busca a um site.

Porque é isto importante? Simples: porque com tantos sites na internet, a probabilidade de o nosso site específco sair nos resultados de uma pesquisa num qualquer motor de busca é quase nula. Pior ainda, está provado que a quase totalidade dos utilizadores apenas usa os resultados até à segunda página, pelo que é essencial colocar o nosso site entre os primeiros de um resultado de pesquisa. Se o nosso site sai na página 3 ou 4 dos resultados o mais provável é que nunca ninguem o visite. E assim torna-se inutil.

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Saving your Intellectual property

Propriedade intelectual, Direitos de Autor e Copyright são conceitos que não são de todo claros na sua aplicação, mas são regulados legalmente, de forma muito clara e, na maior parte dos casos para além de todas as dúvidas. A internet, em especial, criou zonas cinzentas de aplicação de Copyright e Direitos de autor, quer pela globalização, pela virtualização das utilizações dasobras intelectuais mas ainda pela criação de novas formas de utilização (por exemplo: um link viola ou não o copyright? A inclusão de uma página externa num site, ainda que claramente referente site original, é legal?).

Notemos que os conceitos de copyright (direito de copia, literalmente) e direitos de autor, são dois conceitos legais paralelos que se aplicam ao mesmo tipo de objecto, mas em ambientes legais distintos: o primeiro é o aplicável nos paises anglo-americanos (com origem na comon law) e o segundo é aplicável nos paises fundados no direito romano, isto é na Europa e paises latinos. Se bem que aplicável sobre os mesmos os conceitos são distintos: o primeiro centra-se nos direitos aplicáveis à coisa, à propriedade intelectual em si, e o segundo centra-se sobre os direitos do autor da coisa. Isto leva a dois quadros legais completamente diferentes e que devem ser bem distinguidos. Mesmo as convenções internacionais sobre o tema, não foram ainda suficientes para aproximar os direitos, obrigações, práticas e conceitos nos dois universos, uma vez que os fundamentos são diferentes e distintos.

Por hoje centremo-nos em dois sites que nos situam no universo do copyright e na propriedade intelectual sob este ponto de vista, aplicável ao universo Anglo-Americano. Em proxima ocasião verificamos como comparam com os direitos de autor aplicável na Europa. Assuntos proximos são também o da propriedade industrial e comercial. Mas isso fica para outra altura.

Dois lados de um mesmo tema:

Primeiro, como compreender e garantir a propriedade intelectual

http://www.securinginnovation.com/2009/01/guest-blog/saving-your-intellectual-property/

por outro uma excelente selecção de links e explicações sobre o que é, e quais as implicações legais do copyright, um tema geralmente pouco claro:

Copyright Explained: I May Copy It, Right?

De especial interesse é a secção que foca a aplicação do Copyright ao uso de informção online e, principalmente nos blogs. Realmente util.

First Things First – A pobreza a nu…

Um site internet que visito com frequência, e um local que  bem conheço, é o Museu do Design em Londres (London Design Museum) . E vale a pena, quer a visita ao site, quer a visita ao museu.

Vem isto a proposito de ter hoje, de novo, olhado cuidadosamente para este site. Não vou comentar os textos e noticias que lá encontrei, nem tão pouco as exposições importantes que por lá passam, e muito menos o excelente design do site, que em nada se pode comparar com a pobreza dos sites dos museus portugueses. Não vou falar da riqueza de conteúdos no site, da sua irrepreensivel organização, ou da riqueza de informação disponivel e ligada (links externos e internos).

O site é impressionante a todos os niveis, é certo, quer para o publico em geral, em que simplicidade e funcionalidade, mas também a riqueza de conteúdos, salta à vista, quer para um especialista, em que a eficácia das soluções encontradas, a linguagem grafica e conceptual e o design, de funcionalidades até certo ponto dificeis de integrar, não passa despercebido; e os conteúdos são ricos, completos, cuidadosamente construidos segundo paradigmas de informação e comunicação digital, e seguindo muitas das mais modernas tecnicas e recomendações de especialistas de comunicação digital. Mas nem sequer é caso único nos museus ingleses; muito pelo contrário.

E aconselho especialmente um “work in progress”, no seio do site: a Design Library, onde artigos de extrema relevância falam sobre designers de relevância extrema. Relevante!

Mas um facto, em particular, chamou-me a atenção: directamente no menu há uma ligação para PodCasts.

Ora que importância tem isto? Nenhuma dirão alguns… muita digo eu. Basta entrarmos e ouvirmos algum dos podcasts e imediatamente tomamos consciência que aquilo não é um apêndice menor do site, lá posto para captar miudos: é, de facto, algo construido com cuidado e com objectivos, mas principalmente com uma grande propriedade na utilização dos meios. É provávelmente uma das grandes, entre tantas outras grandes apostas.

Comunicar com o público não é apenas saber que mensagem se quer passar: é principalmente saber escolher os meios para a passar! Não há mensagem, por mais valiosa que seja, que tenha qualquer efeito quando passada pelos meios errados, ou usando os meios de forma inadequada, e muito mais, inconsequente. Pois então aqui está um bom exemplo: um podcast atinge um target específico; um target de quem tem menos de 35 anos e não dispensa o seu portátil de bolso, não ouve musica a não ser no mp3 ou mp4, e está pouco disponivel para aturar sites feios, mal estruturados, textos enfadonhos, cores desajustadas e desapropriadas, grafismos obtusos e batidos, e modelos que já são antiquados no print, quanto mais no digital…

E a questão não é se há podcasts ou não: é todo o conceito, toda a atitude, todo o profissionalismo!… Grafico, programático e de conteúdos…não importa.

Não gosto de ser derrotista. Não sou um feroz crítico negativista. Não gosto de menorizar os esforços de quem faz o que pode… mas compare-se:

Museu Nacional de Arte Contemporânea (Museu do Chiado)
Museu Nacional de Arte Antiga
Museu Nacional Soares dos Reis
Museu Grão Vasco  Não tem site.
Museu José Malhoa

Julgo que nem é necessário comentar. Para bom entendedor, os exemplos bastam.

Gostei especialmente deste:  Museu da Musica

mm

 

Ah…e reparem na adequação e no bom senso: o importante é a determinação do concelho de ministros… o site do museu que se #%$£ !!!

Web 2.0 Business Models

Uma apresentação que põe alguns pontos nos i’s e deixa alguma analise estruturante de conceitos sobre a Web 2.0. Sem duvida a não perder:

 

Marketing One-To-One ou um universo à nossa imagem?

 

Personalização

Uma das tendencias dos meios interactivos digitais é, ainda que raramente nos apercebamos disso, a personalização da experiencia: aquilo que vemos e a informação que recebemos, incorpora já as nossas próprias experiências e preferências anteriores. O universo de informação é-nos apresentado já, através de filtros que nós próprios vamos criando inadvertida e inconscientemente.

Como funciona? Todos temos experiência dos sites Amazon, em que frequentemente nos são apresentadas sugestões de compra incrivelmente exactas em relação ao nosso gosto e interesse pessoal. O truque é simples: o site regista as nossas pesquisas anteriores, os nossos cliques, os nossos interesses, e depois procede com inteligência à utilização desta base de conhecimento para construir sugestões adicionais, que se enquadrem nos mesmos temas, géneros musicais, literários ou temáticos, idiomas, tipo de produto ou classe de preço.

A panóplia de informação que pode ser incorporada nesta “inteligência” é imensa: pesquisas anteriores, cliques, comentários deixados, produtos repetidamente revisitados, listas de compras futuras (“wish lists”), compras efectuadas no passado, àreas do site preferencialmente consultadas, etc. Mais obvia é a informação entrada quando preenchemos o nosso perfil: idade, sexo, profissão, educação, local de residencia, país, profissão, especialização, interesses, hobbies, associações a que pertencemos, grupos de interesse, etc.

Sites como o LinkedIn ou Facebook são capazes de sugerir pessoas que possivelmente conhecemos, ou grupos de interesse a que poderiamos ter interesse em pertencer, apenas pela análise da àrea geográfica, grupo de conhecidos actuais (“amigos”, “conhecidos”), profissão, ou grupos a que pertencemos.

Sites como Technorati são capazes de avaliar as nossas preferências para recriar a página que vemos, com base no histórico da nossa interacção. A recriação destas páginas e a selecção “personalizada” de informação, é feita com base na construção de um perfil, que analisa padrões, preferências com base num conjunto de pressupostos (sejam dos mais simples aos mais complexos passando, por exemplo, por algorítomos de fuzzy logic, redes neuronais, ou outros, em geral da àrea da inteligência artificial, ou em meros critérios de selecção dicotómica em àrvore de decisão), conseguem gerar um conjunto de filtros (subtractivos ou aditivos) que constitui o perfil funcional do utilizador.

Deste modo, conteudos dinâmicos são gerados, parecendo assentar como uma luva na nossa própria expectativa. Acabou a época da página internet em que viamos o que o webmaster lá punha, e pssámos a ver “o que nós lá pomos”…

Esta forma de gerar o fornecimento de informação, constitui uma experiência muito mais enriquecedora, limitando a necessidade de filtragem de informação pelo próprio individuo, aumentando o nivel de relevância e a coerência da informação recebida, ainda que subtilmente possa conter ela própria a intenção não expressa de conduzir e limitar a atenção do individuo, em função de critérios que lhe são alheios. Ninguém duvida hoje da relevância da publicidade que os aparece em páginas internet, gerada pelos sistemas AdSense e AdWord do goolge. A publicidade é personalizada e corresponde aos interesses demonstrados pelo utilizador e ao contexto em que aparece. No entanto continua a ser publicidade…só que mais eficaz. De facto é um marketing one-to-one totalmente automatizado.

E a pergunta que se põe é: É possivel fazer isto noutro meios?

A resposta é arrasadora: Sim! Mas ninguém está efectivamente a fazer!!!

Reflitamos sobre alguns dos meios em que uma utilização efectiva de perfis de utilizador pode ser eficaz e, sob o ponto de vista tecnico, realizável no curto prazo com os meios de que dispomos:

InStore

A loja é um ambiente em que o relacionamento one-to-one é critico: muitas vezes é o que produz o momentum e o impulso de compra. Com o aumento de meios de publicidade digital na loja (televisão no ponto de venda, expositores interactivos, etc.) cada vez mais convêm reflectir sobre estes assuntos: uma venda mais pode depender disso. Se vamos fazer publicidade na loja, que esta seja adaptada ao nosso cliente especifico. E os meios são muitos!

Os Cartões de fidelização

A proliferação de cartões de fidelização são um filão extraordinário para personalizar o marketing automatizado: cada cliente tem um, e este pode ser usado para interagir com os meios difitais presentes na loja, uma vez que pode representar e remeter para informações relevante sobre o seu possuidor: profissão, sexo, idade, histórico de compras… Como aproveitar este potencial? Recorrendo à tecnologia: cartões RFID, banda magnética ou chip, usando o cartão para accionar dispositivos: o cartão RFID pode ser lido pelo sistema de televisão no ponto de venda ou um video de demonstração de um produto pode ser accionado quando o cliente passa o cartão na instalação de demonstração. Mas o numero de possiveis interacções è extraordináriamente maior do que será possivel descrever neste espaço.

Os sistemas de reconhecimento de face

Sistemas de reconhecimento de face permitem saber quem está a olhar para os displays na loja, por classes (sexo, idade, grupo etnico) . Assim todo o sistema de televisão no ponto de venda pode adaptar os conteúdos aos espectadores: os conteudos para uma criança, serão diferentes daqueles para uma mulher madura, ou para o homem jovem. Esta adequação dos conteudos pode significar a diferença entre estar a publicitar pensos higiéicos para uma audiência homens, ou mesmo brinquedos para uma audiência de reformados… ou ter uma publicidade eficaz.

Os expositores interactivos

Se o cliente examina uma peça exposta na loja, ele demonstra interesse por esse tipo de produto. Um expositor inteligente pode pois disparar conteúdos que correspondam a esse interesse: se o cliente pega numa máquina fotográfica de um dado modelo, pode imediatamente ver nos ecrãs as suas caracteristicas. Se ega numa segunda, porque não fazer um comparativo? E que tal sugestões sobre o modelo mais aconselhada para um certo padrão de interesse (preço, marca, dimensão, caracteristicas, etc.), ao fim da terceira maquina examinada? Toda a loja pode funcionar desta maneira e ter zonas interactivas em que, as acções do cliente, direccionam a sua interacção com a loja. A loja ganha assim novos vendedores, e o cliente tem uma percepção de personalização e atenção na interacção com os meios digitais.

O marketing Bluetooth

O que é que todos nós temos no bolso do casaco, ou na mala que trás na mão? Um telemóvel, claro! Não seria o ideal que uma loja pudesse fornecer ao cliente o orçamento, a simulação de crédito ou apenas o catálogo do televisor em que ele está interessado de modo que ele o pudesse consultar mais tarde? E se isso não envolvesse o trabalho de um funcionário, e permitisse ao cliente experimentar e pesquisar sem a sensação de estar a ser chato? Ainda melhor! Receber este tipo de media no telemóvel é o que se consegue com a utilização de dispositivos que por bluetooth enviem esta informação directamente para o dispositivo que está no bolso do cliente.

Uma tag em cada produto

Mas outros meios estão hoje disponiveis: e sefotografando um produto em exposição, imediatamente recebesse no telemóvel o seu catálogo com preços e condições de pagamento? Fáceil, entre outras experiencias bem sucedidas, o uso de vários tags visuais digitais, colocados nas prateleiras, em produtos, em cartazes, ou mesmo em edificios, peças de museu ou de exposição, stands de feiras, ou qualquer coisa que se pretenda marcar, permite através de uma fotografia, que é processada no meomento, recorrer à internet para imediatamente, sem demora, receber no telemóvel informação digital referente a esse objecto, produto, empresa, edificio… imaginava isto possivel? Podemos instalá-lo hoje mesmo na sua loja, ou num qualquer trajecto turistico!

Outros meios

Outros meios podem ser usados para esta personalização da interacção na loja ou no ponto de venda: vão desde o uso de biometria até ao processamento de imagem que permite seguir todo e cada um dos clientes nos seus trajectos dentro do espaço comercial. Cada um destes meios pode recorrer a informação préviamente armazenada (ficha de cliente, histórico de compras, etc.) de gerar informação no momento (o cliente é homem/mulher, interessou-se por fatos de estilista, desprezou a zona de roupa informal, etc…

E toda esta informação pode influenciar decisivamente a TOTAL personalização dos conteudos digitais que se oferecem ao cliente.

O museu, exposição ou centro multimeios

Quem não gostaria de à entrada do museu com meios digitais, num qualquer ponto remoto do mundo, perceber que estes meios lhe apresentam automáticamente os conteúdos na sua própria lingua, sem ser necessário qualquer acção! Ou que estes meios sugerem museumoutras explorações que vão totalmente de encontro aos próprios interesses pessoais, e de uma forma perfeitamente automática? O facto é que tudo isto é perfeitamente realizável, com pouco investiment e com pouca dificuldade tecnica. Usando meios RFID inseridos no bilhete adquirido à entrada do museu ou da exposição, todos os visitantes podem estar identificados dentro do museu de modo que os meios digitais se adpatem automáticamente às suas caracteristicas, sem intervenção humana (idioma, interesses, referências culturais”).

Por outro lado, o uso de dispositivos moveis, como os smartphones e PDA´s, têm um potencial imenso de receber em cada momento informação digital diversa, referenciada por tags em cada objecto (como um quadro num museu).

O perfil de visitante

Cada visitante pode ter um perfil individual e pessoal, que vai sendo construido automáticamente ao longo de uma visita, aproveitado em visitas posteriores, usado para exploração posteriores através da internet, ou noutras acções em pontos diferentes do museu ou do equipamento cultural. Este perfil permite acumular as pesquisas, preferências, interesses, dados de selcção de conteúdos, registar trajectos…enfim! O museu pode pois “adaptar-se” ao seu visitante e, posteriormente, fornecer informação referenciada: pelos interesses de visita, pelos interesses expressamente registados pelo utilizador, pelo registo de histórico de consulta. E pode ser o motor para inumeras acções, além da adaptação da informação disponibilizada: sugestões de merchandising, sugestões na livraria do museu, geração de newsletters, etc.

O perfil de grupo

De quanto tempo dispõe o grupo de turistas para visitar o museu? Quais os niveis de formação e etários dos elementos do grupo? Qual a sua lingua? OK, o museu prepara-se para estes parametros. O guia leva um identificador e todo o museu produz um resultado completamente adaptado e diferente do resultado de cada um dos outros grupos que ao mesmo tempo circulam no mesmo espaço. O que é este “identificador”? Uma tag RFID, que representa o perfil do grupo. Ao longo do museu, dispositivos de leitura do tag vão sabendo onde está o grupo, e vão adaptando automáticamente os conteudos: duração dos audiovisuais, idioma, tipo de informação, tipo de interacção, indicações de percurso (possivelmente num aparelho do tipo video guia, ou possivelmente em displays na parede, ou nos próprios dispositivos audivisuais instalados no local). No final a visita foi efectuada no tempo previsto, sem atropelos, e sem perdas de tempo em informação irrelevante! O grupo de japoneses recebeu informação para as suas referências culturais, o grupo de portugueses ouviu falar do que sabe, e o grupo de americano viu um espectáculo de wrestling… todos visitaram o mesmo museu! Todos viram coisas diferentes.

O museu para levar para casa

E no final da visita, cada visitante coloca a sua pen-drive, ou flash memory num port USB, e leva para casa um documentário para ver calmamente no fim das ferias, com as recordações do museu. E se não tem um pen-drive? Ok, tem um dispositivo bluetooth? Ou WiFi? Tanto faz…também serve. Ou então, em qualquer momento vai ao site internet do museu, identifica-se ou ao grupo em que efectuou a visita, e ali está todo o multimedia relevante para download sob a forma de um video, uma animação, uma apresentação, ou nos mais prosaicos documentos pdf ou mesmo numa pagina web gerada dinâmicamente.

As cidades e os trajectos turisticos

Quando visitamos uma cidade desconhecida, gostamos de preparar a visita. Acumulamos mapas, prospectos, referências de restaurantes, monumentos, bares, salas de espectáculo, lojas e ruas, praças a e locais, estátuas e edificios, parques e museus, transportes publcios, linhas de comboio, horários e estações… Uhmmm

Um guia digital de visita

Então e se fizessemos isso prévimanete na internet, preparássemos a viagem e soubessemos que, chegados à cidade, lá nos esperariam locais em que poderiamos requisitar um guia electrónico, que conteria toda esta informação que tinhamos preparado e mais uma quanta automáticamente gerada, com base nos nossos interesses, demonstrados nessa preparação? Não necessitávamos de mapas, horários, guias em papel, prospectos, livro de apontamentos, nada…

Guia de orientação

Na posse deste guia ele funcionava como um aparelho de GPS para navegação, indicando-nos os trajectos para as visitas que quisessemos fazer, sugerindo o próximos pontos de interesse nas imediações, ou resolvendo rápidamente o nosso pedido de: encontra-me um restaurante nas imediações, que estou esfomeado!

Video Guia de visita

Chegados aos locais de destino, ele funcionaria como um video-guia, permitindo-nos ir explorando informação sobre cada quadro do museu, sobre a ementa e as sugestões do restaurante, sobre o edificio que estamos a ver. sobre o programa, horário e preços do teatro a que queremos ir…

Terminal interactivo

E se nos désse na cabeça uma noite mais requintada: reserva no restaurante chique, bilhetes para o concerto nessa noite, e entrada numa discoteca para a madrugada…Ok, numa cidade estranha, onde se fala uma lingua que não conhecemos??? Nem pensar! Errado! O nosso guia digital pode fazê-lo por nós… e bem… e na nossa lingua.

Bom… e se tudo isto pudesse ser posto no nosso iPhone, para quem o tem, claro? Ou num SmartPhone… assim nem necessitávamos de requisitar ou alugar o guia à chegada. Ele estaria disponivel que desde que saimos de casa! Simplesmente necessitariamos de instalar uma aplicação…e estávamos prontos para avançar!

 A verdade é que qualquer pessoa pode hoje na internet fazer o download de guias de visita para smartphones, para as principais cidades do mundo. Eles funcionam em várias plataformas, desde SmartPhones a qualquer dispositivo com Java instalado.  A diferença é uqe estes guias são estáticos, não personalizados, não interactivos, não dirigidos a cada um de nós individualmente. Quando os dispositivos têm acesso internet, tudo se pode modificar: não é necessário obter toda a informação préviamente (ela pode ser obtida interactivamente a cada passo, e portanto todo o tipo de detalhe pode estar suportado, alem de que ao introduzir a personalização, ao filtrar a informação através do perfil preparado, das preferências de viagem e de visita, e através da georeferenciação, a utilidade multiplica-se.

Conclusão

A verdade é que todo este cenário pode ser fácilmente desenvolvido com tudo o que temos hoje disponivel, com as tecnologias existentes e correntes, como quem desenvolve um web site… pouco mais! Tinham percepção disto?

A Dreamfeel, como empresa concentrada no marketing interactivo cria, investiga e projecta sistemas que, baseados nas tecnologias existentes, aportam mais valias imensas nas aplicações de marketing digital e multimedia, mas também na aplicação de multimedia em museus, guias de visita, centros interpretativos e outros recintos em que multimedia e interactividade, sob as formas tradicionais de  Dynamic Digital Signage ou a Interactive Signage, ou sob qualquer outra forma de sistemas digitais interactivos, podem ser aplicados com vantagem, como lojas digitais e lojas do futuro, montras interactivas, instalações e eventos multimedia e interactivos. 

Se tem uma ideia e pretende desenvolvê-la no seu negócio fale com a nossa equipa. Temos propostas inovadoras que vão surpreender os sues clientes ou o seu público.

 

Referências
http://www.microsoft.com/tag/content/what/
http://securitysolutions.com/mag/security_rfid_takes_chicago/
http://newmuseums.blogspot.com/2007/03/rfid-and-museums.html

SEO – Acha que não necessita?

Você concebeu um site sensacional e consegiu uma empresa que o produziu exactamente como o tinha imaginado. A realização ultrapassou até o conceito inicial. Com o site pronto, coloca-o online. Passam-se meses e o tráfego no site é quase nulo. Qual a razão? Já pensou que quase 95% do novo trafego de um site empresarial (acessos por utilizadores que nunca o tinham feito) tem origem nos motores de busca?

Então que acontecerá se como resultado de uma busca o seu site aparecer em centésimo lugar na lista? Nada!!! Ninguem o visitará! Que se pode então fazer para contrariar isso?

 SEO – Search Engine Optimization

Cada motor de busca usa algoritmos que permitem classificar a relevância de cada site, relativamente a cada busca efectuada. Isto permite na lista de sites resultantes de uma busca os primeiros resultados a aparecer sejam os mais relevantes… ou os que melhor usam as particularidades do algoritomo de busca. Optimizar um site, para que ele apareça bem posicionado nas buscas relevantes é uma arte e uma ciência, a que se chama SEO – Search Engine Optimization. Toda uma classe de profissionais dedicam-se a tempo inteiro ao marketing SEO, ou seja a todos os cuidados e optimizações necessárias para conduzir tráfego relevante para o site, através dos resultados dos motores de buscas. Mas não se pense que é fácil, ou acessivel.

Os algoritomos determinam a relevância de um site por um conjunto de vários critérios, concorrentes para o resultado final. O primeiro e mais importante, é através de palavras chave. Grande parte do trabalho de optimização para motores de busca passa por analisar o site e detectar as palavras chave relevantes e que definem o conteúdo do site. Estas devem ser escolhidas de acordo com as palavras que se sabe que estatisticamente os utilizadores usam nos motores de busca. De nada serve optimizar um site para ser encontrado numa busca de “pinacoteca” se de facto as pessoas procuram “museu” e nada mais!

Mas existência de palavras chave no site, não garante por si só a sua relevância… muito pelo contrário. Isto porque os algoritomos estão preparados par eliminar as batotas! No limite poder-se-ia construir um site só de palavras chave… apareceria nos primeiros lugares em muitas buscas… mas seria irrelevante. Isto está protegido! Quais os critérios então?

Em primeiro lugar que fique bem claro que os critérios não são estáticos: eles vão evoluindo na medida em que é necessário ir evitando utilizações menos honestas das suas caracteristicas e falhas. Os critérios de hoje, podem não ser os mesmos de daqui aum mês…pelo menos não exactamente os mesmos.

Depois há um critério de relevância que se prende com a crediblidade de um site (autoridade): um site é tanto mais credivel quantos mais sites o referirem. Mas é irrelevante se os sites que o referirem forem eles próprios irrelevantes ou não crediveis. Assim não adianta nada construir uma rede de dezenas de sites que se apontam entre si: apenas se reforçará o critério da irrelevância do conjunto de todos eles. Em alguns motores, este critério chama-se também “autoridade”. Mas se muitos sites crediveis referem o seu…o mais provável é que o seu contenha conteúdos relevantes. E ai a existência de palavras chave passa a ser importante… desde que os seus conteúdos não sejam cópias de conteúdos já existentes e classificados no motor de busca. Nesse caso o seu site levará um rótulo de incredivel, sem apelo nem agravo!!!

A quantidade de factores que influenciam esta classificação, por parte dos motores, é elevado e a sua natureza e interacção complexa, principalmente por não estar claro em nenhum ponto quais os critérios aplicados em qualquer momento em particular e como funcionam; o trabalho de os descobrir, investigar e entender, e é uma actividade a tempo inteiro. Aplicar eficientemente estes critérios em cada site de modo a mantê-lo optimizado para as buscas, é um trabalho de especialistas.

Tecnicas alternativas

Muitas vezes a optimização do site para aparecer nas buscas revela-se dificil ou infrutifera, mesmo quando se aplicam as melhores técnicas. E isto é tanto mais verdade quanto mais verdade for a existência de sites concorrentes, também eles a usar as mesmas técnicas de optimização e relevancia.

Uma técnica alternativa e extremamente eficaz é a de usar sites altamente crediveis, onde se colocam links para o nosso site, em que garantimos os primeiros lugares em certas palavras chave, permitindo que o utilizadr depois use os links para chegar ao nosso site. Acreditem que em muitos casos é a unica solução viável. noutros casos é o atalho rápido para conseguir uma visibilidade no curto prazo. Mas o risco é também elevado. Quando se usa esta técnia corre-se o risco de inviabilizar a classificação de relevância do nosso site, se o motor de busca detecta que a unica intenção da presença nos sites externos é aumentar a visibilidade (ou a autoridade). E nesse caso, retira toda a autoridade ao nosso site…

Conclusão

Para o utilizador comum, e mesmo para webdesigners e programadores web menos conhecedores das tecnicas efectivamente usadas pelos motores de busca,  tudo acaba por parecer uma grande confusão! Práticas que pareceriam muito uteis para a visibilidade de um site, revelam-se na prática um passaporte para o site desaparecer dos resultados de busca (links a partir de sites não crediveis, excesso de links, excesso de palavaras chave, palavras chave e links sem reflexo no contexto, etc.). Na Dreamfeel usámos bastante tempo a experimentar e a investigar este assunto. Não somos “OS” especialistas de SEO, mas lidamos bem com ele, e somos capazes de colocar os sites que produzimos e optimizamos em bom lugar nos resultados dos motores de  busca, directa ou indirectamente. Se buscarem “montra interactiva”,  … certamente entenderão o que digo! 

No futuro analisaremos algumas das tecnicas aplicáveis e algumas das práticas comuns e suas razões. Mas no final…isto não é nunca um trabalho para amadores!

Recursos:
Para quem se interessar pelo assunto:
http://www.davidairey.com/7-seo-blogs-21-seo-articles/
http://www.wolf-howl.com/seo/seo-plugins-for-wordpress-part-ii/
Marketing de Busca e SEO
Como medir a qualidade de um link
Contacte-nos:
Dreamfeel Lda

10 pontos a ter em atenção, ao encomendar um web site

Encomendar um website pode parecer a mais simples das tarefas…mas é falso!

A verdade é: para uma PME, encomendar e escolher um website será certamente um dos mais importantes passos de marketing que dará em prol do seu negócio, e seguramente o que mais público atingirá.

Parece uma afirmação gratuita! Será? Não é! Lembre-se de alguns factos:

  • Um bom WebSite é visivel em todo o mundo. Mas lembre-se que do mesmo modo, um mau site será visivel de todo o lado;
  • Cada vez mais, as decisões de escolha defornecedor, de escolha de marca, de escolha de produto, são precedidas de pesquisa na internet. Em Portugal, excepto em sectores específicos (Viagens, Electrónica de consumo, Informática…) as compras na internet são ainda em pequeno numero, mas inquéritos demonstram que é o país da europa em que as compras no comércio fisico mais são precedidas de pesquisa internet. E a decisão é tomada com base nesta pesquisa.
  • Para muitas empresas a internet é o único canal de comunicação directamente acessivel ao público em geral e aos potenciais clientes. Por exemplo, fazer chegar um catálogo fisico a um cliente que o desconhece é uma tarefa quase impossivel… com um site internet isso acontece a cada segundo.
  • Em muitas situações o WebSite será o primeiro contacto que um potencial cliente terá com a sua empresa. O Site  causará nele uma primeira impressão, e por arrastamento, será formada uma primeira impressão da sua empresa. Lembre-se: “Não há segunda oportunidade para causar uma primeira impressão!” e esta pode ser a causa de decisões emocionais e intuitivas imediatas!

Antes de encomendar um site, peça e analise propostas concretas. Tenha em atenção os seguintes pontos, e analise as propostas com relação a eles:

  • Defina sempre préviamente os objectivos a atingir com o  site, e concentre-se neles: evite desvios ou informação irrelevante para o objectivo. Se o objectivo é mostrar os produtos que vende, concentre-se no catálogo de produtos; esse é o ponto mais importante do seu site; concentre-se na história da empresa/marca, na relação com os seus clientes actuais, nos projectos que tem em curso e nos aspectos estéticos, se o objectivo é um site de prestigio e de imagem corporativa; Explique os detalhes tecnicos, com a maior qualidade possivel, se o seu site é um site tecnico, de suporte a produto tecnico, ou se a sua actividade, que pretende retratar, é uma actividade em que a qualidade tecnica é o factor decisivo; Aposte nos aspectos formativos, na ilustração, na fiabilidade da informação, nos aspectos didáticos, se o seu site é um site de formação ou educação, etc.
  • Seja objectivo, não complique e não misture conceitos. Um conceito forte de site, constitui uma receita para o exito…mas a dificuldade em compreender a estrutura ou o objectivo, pode ser a sua morte e determina a sua inutilidade.  Além disso lembre-se que aspectos não suportados no início, podem sempre ser acrescentados mais tarde.
  • Há coisa que você não se pode esquecer de dizer no site (acredite que há quem se esqueça!):
    • Descreva claramente a actividade da empresa. Basta uma frase. Mas se quiser pode elaborar mais e falar de fornecedores, de clientes de parcerias, fazer a histório (data da fundação, crescimento, etc.). Mas não exagere: aquilo que ara si é importante, raramente interessa ao cliente.
    • Não se esqueça de descrever genéricamente os seus produtos ou serviços, e se for o caso a quem se destinam (apenas para profissionais, para a industria, etc…). Pode acrescentar a lista das marcas.
    • Pode acrescentar um catálogo de produtos, uma tabela de preços, um formulário de encomenda, etc.
    • Se tem procedimentos especiais para encomendas, reparações, ou condições especiais para cliente final, venda por grosso, tente ser organizado, mas não se esqueça. Acrescente limitações territoriais se as tiver. Escreva tudo isto como intruções clara para o seu cliente, e nunca comouma dissertação académica, por muita vocação para ensaista que possa sentir!
    • É bom manter uma lista de clientes satisfeitos. O mesmo para projectos executados com exito. Ha quem necessite de ter uma lista de parceiros e/ou fornecedores. Se não precisa não atulhe o site de informação inútil.
    • Nome da sua empresa, endereço completo e contactos (telefone, fax e mail). Os contacos gerais devem ficar bem visiveis. De preferencia acrescente um mapa da localização. Indique os colaboradores, ou responsáveis nas funções chave (se achar necessário) e respectivos contactos (telefone, telemovel e email). Mas este podem ficar noutra página (a que chama ” a equipa” ou algo parecido). nesta página pode tembém descrever a organização da empresa (departamentos, divisões ou secções, delegações e representantes)
    • Mantenha tudo organizado de uma maneira lógica e ordenada. Nunca ponha esta informação na Home Page: esta deve ser concebida como publicidade corporativa de prestigio (basta um slogan, uma frase, uma imagem, um logotipo, ou um pequeno texto…seja criativo, mas mantenha as coisas discretas).
  • Defina claramente um budget e um prazo de realização. Não permita que se prolongue eternamente a realização da base do seu site: é melhor ter um site basico disponivel, e evolui-lo depois, do que não ter nada ou ter algo muito elaborado, mas que só ao fim de um ano vai estar concluido; acredite que ao fim de um ano os seus objectivos já mudaram…
  • Faça um briefing escrito curto e conciso, com toda esta informação, como base para definição do que pretende. Não tente ser tecnico neste briefing: descreva-o em palavras suas. Inclua todos os pontos relevantes mas não se disperse. Siga este guia, e terá tudo o que necessita. Se necessário, para o ajudar a ter uma ideia sobre que valores e custos considerar, faça consultas informais a possiveis fornecedores de serviços.
  • Com base nas ideias fixadas no briefing, peça sempre propostas criativas, financeiras e de realização do projecto e, se necessário peça a sua afinação posterior até se considerar satisfeito. Uma proposta simples, clara e objectiva é sempre melhor que uma proposta muito elaborada e rebuscada , mas incompreensivel, principalmente se é um leigo. Use sempre o maior sentido crítico na sua avaliação: ou entende o que lá está, ou acredite que não é uma boa proposta. Afinal o site é para o público, não é para gurus e ultra-super-tecnicos… Não permita descuidos com nenhum dos aspectos que identificou como importantes: quem propõe. ou sabe do que se trata ou não sabe! Não admita aspectos “a definir”! Se há alguma coisa a definir, defina-a!
  • Opte pelo bom website. Não será possivel esconder um mau Web Site: ele será visivel em todo o mundo! Se depender de um mau website, a sua solução será substitui-lo! Isso tem custos incalculáveis (tempo perdido, falta de comunicação com o mercado, atraso nos projectos, custos financeiros). Evite ter que o fazer.
  • Um site adequado mostra cuidado e atenção para com o seu cliente e negócio. Um site incompleto, descuidado, desadequado, feio, mal concebido, com erros, denota falta de consideração por quem o procura. Lembre-se que é fácil ser produzida uma classificação emocional da sua empresa, a partir do que se vê no seu site. não existe nada que seja “site em construção”! Não permita isso. Os sites estão sempre em construção, por isso é redundante dizê-lo. O que existem são sites que estão miserávelmente feitos e não estão acabados… 
  • Custa muito menos dinheiro ter impacto positivo com um muito bom website, do que corrigir uma impressão negativa por ele produzida, ou pela sua inexistência.
  • Um website não é uma montra de tecnologia: excesso de frames, subdivisões, menus e submenus, animações e videos,tumbnails, galerias, aplicações e widgets, tem tendência a confundir o utilizador e dispersa a sua atenção: Concentre-se no conteúdo e seja parcimonioso na escolha de tecnologias adicionais. Quanto mais simples, mais fácil de manter o site adequado aos objectivos. Um site mais complexo e elaborado sobre conceitos inovadores, e um desafio, e necessita de uma grande atenção à sua ergonomia, o que não é provávelmente possivel obter por baixo custo; nesse caso prepare-se para fazer um trabalho mais profundo e aconselhar-se com profissionais reconhecidos.
  • Um site sem conteudos é um site a que ninguem volta novamente! Esforce-se por disponibilizar toda a informação que o utilizador pode estar à espera encontrar. Disponibilize também informação de referência que possa motivar novas visitas. Aposte na interactividade e nos conteúdos produzidos pelo utilizador, se isso se justificar. Interaja e estimule a interacção. Não fale superficialmente sobre assuntos de que não tem dados. Fale sobre assuntos que domina, evite aqueles que não domina. Mas conscencialize-se: os conteúdos serão sempre sua responsabilidade!
  • Mantenha o site permanentemente actualizado. Um site que não se actualize morre. Todos os dias você lê o “jornal do dia”! Imagine-se a ler eternamente o mesmo jornal do mesmo dia… aguentaria? Um site é igual: periódicamente deve apresentar novidades e ser renovado. A periodicidade pode ser mensal, semanal, diária, ou mesmo horária, ou outra coisa qualquer que se adapte bem ao perfil do site e dos respectivos visitantes.
  • Assegure-se que o site que escolhe tem uma manutenção fácil; caso contrário nunca o conseguirá manter actualizado. Para isso deve estar previsto um backoffice suficientemente poderoso para assegurar a actualização da informação de actualidade. Pergunte-se: Pode retirar e colocar documentos, textos, imagens, multimedia com facilidade (ainda que apenas em secções especificas do site)? Consegue fazê-lo autónomamente, ou tem que recorrer a tecnicos? Consegue criar e actualizar uma newsletter? Pode acrescentar, eliminar e fazer manutenção de dados de produtos no seu catálogo? Consegue acrescentar e eliminar páginas ao seu site? Pode determinar fácilmente quais os destaques da home page? Tem suporte ao contributo de terceiros (se tem colaboradores que possam alimentar o site)? Tem formas expeditas de o visitante contactar consigo (mail, msn, skype, numeros de telefone, moradas)?
  • Não se esqueça que o seu site necessita de alojamento na internet, e os serviços de alojamento são muitos e variados, dos muito bons, aos muito maus. Confie no que lhe sugere um profissional, antes de contratar um alojamento que está permanentemente down, com o qual não se consegue contactar para resolver um problema…ou que se esqueça de lhe recordar atempadamente a necessidade de renovação de propriedade de dominio. 

Não descure outros aspectos, se eles forem imprtantes. Cada caso é diferente, mas estes são possivelmente os mais importantes: garanta-os antes de mais e só depois pense no resto. Seguiu estes passos? Contacte a equipa da Dreamfeel, ou uma empresa da sua preferência, e encomende o seu site. Ainda não conseguiu seguir estes passos? A nossa equipa Dreamfeel pode acompanhá-lo e auxiliá-lo a fazer esta definição e apresentar-lhe proposta… e no final estará pronto para arrancar com o seu site. Bom trabalho.

Smashing Magazine

smashing-magA Smashing Magazine é, desde que apareceu em Stembro de 2006, uma referência online para o Web Design, apresentando artigos e recursos de inestimável valor sobre  esta àrea.

A explorar especialmente a àrea Inspiration e Showcases onde se podem encontrar reunidos num só lugar dezenas de exemplos, portfolios, artigos, designs, numa verdadeira montra do state of the art.

http://www.smashingmagazine.com/

30 Excellent Resources for Graphic Design Freebies

Mais uma excelente lista de recursos gratuitos para o designer digital, disponiveis na internet, no site SixRevisions. Indispensável.

30 Excellent Resources for Graphic Design Freebies

Freebies – Indispensável

O site Six Revision apresenta uma espantosa selecção de freebies, indispensáveis a qualquer designer web. Explore e delicie-se:

Six Revision – Freebies

Desenhar Icons – 50 Tutoriais

Um artigo intitulado “50 tutoriais sobre ícones” está disponivel no site Six Revision

Uma vasta seleção de tutoriais e recursos de excelente qualidade ajudam a compreender o processo de desenvolvimento de um icon, e fornecem excelentes dicas para melhorar o processo.

http://sixrevisions.com/graphics-design/50-excellent-icon-design-tutorials/

O que é a Web 2.0? Ou a saga da internet participativa…

 

PREÂMBULO

Posso dizer que tenho ouvido muito disparate? Bom…já disse. “Quem não sabe, não mexe!”, dizia o meu bisavô. Quem não sabe, não fale, digo eu.  Mas vamos ao que interessa? Vamos lá então…

PARTE I

Pergunta: O que é a Web 2.0?
Resposta: NADA! Apenas uma Internet feita por idiotas *), atentos à natureza humana.

Ok… disparate, reconheço! REWIND… (… e que tal agora, com uma postura um pouco mais sensata, OK?)

Pergunta: O que é a Web 2.0?
Resposta: “Nada. Apenas mais do mesmo, mas agora EM BOM **) !”

Uhmmm… de disparate em disparate, até à verdade final. (…parece que uma postura um pouco mais académica não faria mal nenhum! Que achas?). Ok…vamos lá outra vez:

Pergunta: O que é a Web 2.0?
Resposta: “É a MESMA internet! Só que afectada por uma mudança de paradigma: de um paradigma da DIFUSÃO (como dizem os ingleses “bróadqueiste” ***) ), passamos a um paradigma da PARTICIPAÇÃO (como dizem os ingleses “participaichiom” ***) ).”

Estamos entendidos? Infelizmente, temo e presumo que não! (…Eh pah… troca-me isso por miudos! Ok, eu troco… eu até ando vidrado na Maieutica…). “Well…here we go again, with all the details and footnotes, now !”:  Take #4 ..ACTION!!!

Pergunta: O que é a Web 2.0?
Resposta: Básicamente: Não é uma versão 2.0 de nenhuma tecnologia, protocolo, rede, site, software, conteúdo, estatuto ou regulamento (adoro estas definições pela negativa…são mesmo inteligentes…): é apenas a mesma “tecnologia internet” usada de uma maneira diferente (radicalmente diferente), sob o ponto de vista de conceitos, consubstanciados no paradigma que os rege.

Desenvolvendo: Na prática, passamos de uma “antiga” Internet difusora de informação, produzida centralmente por editores dos sites (formato decalcado, portanto, dos media tradicionais – imprensa, rádio e televisão…), a uma Internet participativa, em que os conteúdos são criados pelos próprios utilizadores, e dinâmicamente geridos, alterados, melhorados, classificados, escolhidos, quer de uma forma declarada, quer intrinsecamente pelo proprio uso que lhe dão, o qual, avaliado pelos processos automáticos subjacentes e estatisticos, gera alteração na forma de apresentação, preponderância, visibilidade e classificação desses mesmos conteúdos (Tag-Cloud, Most-Viewed, User Content Classification, SEO, etc.)

E deste modo, além do paradigma da PARTICIPAÇÃO surge naturalmente o paradigma da ENVOLVÊNCIA: cada utilizador sente que faz parte de um todo com o qual colabora e comunica, marca posição, partilha ideias, recebe estimulos e criticas. Enfim, pela envolvência, participar: e participar é fazer parte…termo mágico…de uma rede social

DIALÉTICA? E neste contexto, as redes sociais não definem, portanto, a Web 2.0! São, isso sim, uma consequencia. Mas a discussão deste ponto podia levar-nos a tentar saber se o que nasceu primeiro foi a internet ou ovo (ou galinha, ou lá o que é…). Mas lembremo-nos que Web 2.0 não é outra coisa que “Apenas mais do mesmo, mas agora EM BOM”… e em TEMPO REAL!!!

Estamos entendidos? Infelizmente, temo (e presumo) que não!

Footnotes, for the main body of the article:
*) Idiota – O que, ou aquele, que tem ideias.
**) EM BOM – expressão que indica a versão bem executada de uma qualquer acção, objecto, opinião, conceito, etc.
***) Versões fonéticas das expressões inglesas “broadcast”, “participation” e “trailer”. Depois podemos visionar a “treila” ***) no YouTube ****)
****) YouTube – um site da “internet participativa” (ou Web 2.0!), de partilha de conteúdos video, em que estes são produzidos, fornecidos, classificados, geridos e comentados quase (QUASE!!!) em exclusivo pelos cibernautas (pois….é que, como em tudo, há excepções…e todos sabemos que o motocontinuo não é fisicamente realizável e, no processo, dissipa-se sempre energia ou, dito de outro modo, se não houvesse excepções não servia para manipular nada, e seria inútil e morria!…digo eu!…ou talvez não. E por azar é capaz de ser aí que está a força que faz crescer isso que andamos a ver se sabemos definir e que chamamos Web 2.0!).

 

PARTE II

O termo “Web 2.0” foi criado pela empresa O’Reilly Media, em 2004, como titulo para uma série de conferências. Pretendia, na sua utilização, definir uma mudança nas aplicações internet, referindo-se a uma segunda geração de serviços, que colocam a colaboração dos utilizadores e partilha de informação no centro e no âmago da sua definição, ao contrário da velhinha “presença” e “disponiilização” de conteudos. De título de uma série de conferências o termo torna-se definidor de um conjunto de “sites”/serviços que verificam aqueles pressupostos.

De qualquer modo as vozes criticas contra o uso deste termo são também muitas, e alegam que é nada mais que um mero e vazio truque de “marketing”…cada um vê o que pode, eu diria…

… mas da argumentação da PARTE I deduziriamos imediatamente que nunca uma tão radical mudança de paradigma, é um truque vazio… ou uma operação de marketing! Quem dera aos especialistas de marketing serem capazes de tal…

De facto, o termo refere uma realidade MUITO MAIS profunda que uma mera “mudança de versão da internet”. E nisso o termo é curtinho…

A mudança de realidade a que assistimos é uma RADICAL e completa redefinição do relacionamento do utilizador com a internet, e portanto da relação utilizador/site ou utilizador/serviço.

Na prática o utilizador deixa de ver a internet como um conjunto de sites que difundem informação (tipo biblioteca onde vamos buscar uns livros, tirar umas fotocópias de umas páginas que nos interessam), e que constitui o velho paradigma da DIFUSÃO, e passa a ver a internet como um conjunto de outros utilizadores com quem se relaciona, e com quem PARTICIPA na  CRIAÇÃO de CONTEÚDOS, e que resulta na construção de COMUNIDADES e REDES SOCIAIS virtuais, de gente com os mesmos interesses ou motivações, ou estéticas, ou… e que mais não são que a extensão das redes sociais reais.

Visto do lado dos criadores dos serviços, a mudança de atitude é tão radical, que se definem agora novas “regras de concepção” de sites/serviços ditos Web 2.0 (criamos sempre regras em tudo, não é? Pelo menos assim os menos geniais podem sempre dizer que estão a cumprir as regras…), entre as quais a não menos importante é “desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência colectiva”.

A Wikipedia vive dessa “inteligência colectiva”, ao permitir a qualquer um criar ou editar uma entrada numa enciclopédia em constante actualização. O Digg valoriza as sugestões de páginas que têm mais votos, mais cliques e mais links, enquanto o Del.icio.us utiliza um sistema semelhante mas com os favoritos (“bookmarks”) de milhões de pessoas. O Last.FM aprende com as escolhas de musica do utilizador do serviço, e sugere outras peças semelhantes, que o utilizador classifica, aceita, ou recusa, refinando sempre mais o seu perfil… e depois começa a sugerir pessoas com perfis que apresentem proximidade ou pontos de contacto…e quando o utilizador usa os seus “vizinhos” de perfil, descobre novas musicas que nunca iria descobrir de outra maneira…e passa a fazer parte de novos grupos de vizinhos…e tudo isto se vai reflectindo de maneira dinâmica na forma como o utilizador vê o site Last.FM… “H’ve you got it?”

E notemos que estas mudanças não surgem por acaso; e a mudança é tão profunda e envolve tantas outras razões e causas, que assistimos também a algo que diriamos é o espelho deste fenómeno: as redes sociais reais/fisicas, passaram cada vez mais a virtualizar-se, quer como consequência da envolvência nas redes sociais virtuais, quer por outros fenómenos bem mais significativos e importantes; a saber: pela omnipresença das telecomunicações móveis, como meio de contacto permanente, PRINCIPALMENTE para as novas gerações, que desde cedo passaram a conviver com telemóvel, SMS, internet móvel, PC-Portáteis, PDA’s, iPhones, messenger, chats, twitter… what are you doing? (perceberam?).

O que se passou é que, mesmo as redes sociais reais, se virtualizaram quase completamente ou, pelo menos, passaram a circular pelos mesmos meios que suportam as virtuais… e passaram elas próprias e usar ferramentas que vieram também a gerar, simultâneamente, as redes sociais virtuais (entenderam um padrão?): quem não tem um curriculum online? e quem não o mandou já pelo Messenger? e se esse curriculum estiver no LinkedIn, bastante melhor… e o LinkedIn é anterior ao fenómeno, não é? e no LinkedIn, onde se colocou o curriculum, adicionaram-se também os nossos conhecidos (conhecidos REAIS – e o site frisa bem essa condição)… mas, com eles, criam-se grupos virtuais de interesses profissionais (ou não…) … que são redes sociais… e as páginas no LinkedIn, fomos nós que a fizemos, com os nossos dados, informações, links, fotos, interesses … e enviámos participações nossas, para as páginas dos nossos conhecidos… “recomendações”, assim se chamam, nuns casos… participámos; criámos os conteúdos; administrámos a nossa página, influenciámos as páginas dos conhecidos.

Ah…mas afinal isto já existia! Pois…mas nem tinha nome, nem era tão omnipresente, nem tão ubiquo; e ainda não tinha provocado uma mudança radical dos comportamentos! Certo? E as alterações chamadas no seu conjunto de “Web 2.0” provocaram tudo isso, e em catadupa.

… parece-me, portanto, que um “truque vazio” de sentido, é dizer que “Web 2.0”  é um truque vazio, uma mera operação de marketing… acho que alguém fixou o olhar obsessivamente na árvore e ignorou a floresta… Enfim, admitamos, isso sim, que o termo é curto, demasiado curto, para tão profunda mudança na forma (ou nos suportes) de socialização do ser humano mas, à falta de outro, serve! O termo tem um significado mais ou menos conhecido e aceite por todos… e um nome é um nome… se lhe chamassem BATATINHA 3.5, também servia…

Na realidade apetece-me perguntar é: quem terá sido o tipo do marketing que terá concebido tal golpada, de inventar um termo vazio e destituido de sentido, como “WEB 2.0”, e foi tão genial… que conseguiu com isso mudar todo o relacionamento humano e comunicação, na sociedade contemporânea. Eu contrato-o. O tipo é um génio do marketing!…

 A não perder
http://www.paulgraham.com/web20.html

 

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