Designers XII – Kyle Fewell

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Kyle Fewell é um designer americano, ilustrador, com trabalhos de ilustração publicados em vários meios. Da nova geração de ilustradores americanos, nascido em Houston, Texas, mas actualmente baseado em Brooklyn, NY, Kyle Fewell encontrou equilibrios interessantes entre as estéticas e técnicas mais tradicionais na ilustração americana, com linguagens e temáticas modernizadas.

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Designers XI – Nuno Teixeira

O design industrial e o design de produto nem sempre se mantém no seu tempo. Por vezes avançam, experimentam com outras referências espaciais, estéticas, técnicas e tecnológicas, desenvolvem  conceitos nunca realizáveis ou realizados. Mas tantas vezes os conceitos revolucionam visões, abrem novos caminhos e criam necessidades insuspeitas.

 

 

 

 

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Sixth Sense – Um wearable de realidade aumentada.

Já sabiamos que no grupo Fluid Interfaces Group do MIT Media Lab‘s algo importante estava a acontecer. Este novo grupo ainda não tinha revelado o quê. Agora foi uma apresentação pública, no TED da assombrosa criatividade do responsável pelo desenvolvimento, Pranav Mistry, um genial estudante de doutoramento, sob a orientação de Pattie Maes

O projecto, chamado ‘Sixth Sense’, é uma espécie de um wearable e que além de uma câmara e um projector de video, contêm uma unidade de computação e armazenamento, que pode ser nada mais que um smartPhone. Dito assim não parece nada do outro mundo. a genialidade do desenvolvimento está em lhe juntar um sistema de reconhecimento de gestos que constitui o interface entre o utilizador que veste o dispositivo, e o sistema de computação, o qual por sua vez, projecta imagens na frente do utilizador, em localizações devidamente identificadas e controladas, que podem ser desde multimedia, meta informação sobre os objectos no campo de visão da câmara, interfaces graficos de interacção ou o resultado de interacções gestuais…

Com este conjunto simples de dispositivos vestidos, o utilizador interage com a computação apenas com os dedos e a computação projecta no ambiente do utilizador os resultados, os dados e o media… este wearable permite pois a criação simples e natural daquilo que se cahma realidade aumentada, apenas pela utilização genial de uma ideia criativa, e das tecnologias de software que já vêm sendo desenvolvidas há algum tempo. O toque final foi o aparecimento bastante recente dos micro e nano projectores de video, que fazem com que o tamanho daqueles seja agora reduzido inferior ao de um telemóvel, e portanto na dimensão certa para o usarmos no nosso corpo. 

Parece confuso? Não é nada…Veja o video e deixe a sua imaginação desfilar as dezenas de utilizações de que fácilmente se lembrará, para tal dispositivo! Vale a pena gastar os poucos minutos que demora a apresentação. 

Vodpod videos no longer available.
more about “Blinkx Video: ReMix08: Fireside chat …“, posted with vodpod
 

E a sugestão ficou de que num futuro proximo, talvez ali, naquele paco, se esteja a fazer a apresentação deste werable, já não como um wearable, mas como um implante cerebral. Pode ser… o futuro vai certamente por aqui.

Referencias
‘Sixth Sense’
MIT Media Lab
Fluid Interface Group, no MTI ML
Pranav Mistry

Pattie Maes

Designers VII – Philippe Starck

Stark

Philippe Starck é um daqueles raros nomes do design que ninguém desconhece.

Philippe Patrick Starck (nasceu  a 18 de Janeiro de 1949 em Paris) é um designer industrial Francês e provávelmente um dos mais conhecidos no New Design. Os seus trabalhos vão desde objectos do quotidiano a grandes iates, de decoração de hoteis a mobiliário, de relógios e acessórios de moda a geradores eólicos.

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Designers VI – Verner Panton

Verner Panton é indiscutivelmente uma das figuras do design industrial mais saliente e influente da segunda metade do sec XX.

Dinamarquês de nascimento  (13 February 1926 – 5 September 1998) dedicou-se especialmente ao mobiliário, iluminação e design de interiores, incluindo texteis, e usou de forma inovadora uma panoplia de novos materiais ou materiais pouco usados em decoração até às suas propostas, incluindo o uso massivo de plásticos e epoxys fortemente coloridos, acrilicos (plexiglas), bem como os mais tradicionais aços, arame, cromados, muitas vezes conjugados com os plasticos coloridos. A sua abordagem totalmente inovadora criou um estilo, redefiniu formas, introduziu cores e materiais, padrões e formas de decorar. Muito do que associamos aos anos 60 e 70, em termos de interiores, mobiliário e decoração, saiu da sua mão. Os projectos inteiramente inovadores de Panton marcaram uma época e ficaram perfeitamente datados, mas a qualidade da sua concepção torna-os intemporais, e muitos dos seus designs ainda hoje são produzidos em grande escala (na Vitra, por exemplo), ou integrados em decorações mais modernas, ou estilisticamente muito distantes deste criador.

Panton foi educado com engenheiro civil (engenheiro de arquitectura, na designação original) em Odense tendo depois estudado arquitectura no Royal Danish Academy of Art (Det Kongelige Danske Kunstakademi) em Copenhagen, e concluiu a licenciatura em 1951. Trabalhou de 1950-1952 como estagiário do arquitecto Arne Jacobsen, que além da arquitectura tinha também uma paixão pelo desenho de mobiliário.

Panton revelou-se de uma criatividade impossivell de controlar e acabou por criar o seu próprio gabinete de arquitectura e de design. As suas propostas de arquitectura rápidamente o impuseram e tornaram conhecido, como por exemplo a Collapsible House (1955), a Cardboard House e a Plastic House (1960).

Nos finais de 1950s, Panton entra num experimentalismo cada vez mais original no design de mobiliário e de cadeiras em especial, com caracteristicas como a ausência de pernas e de costas, desenhadas como tal. Em 1960 Panton passou definitivamente  a fazer parte da história do design industrial com a sua cadeira injectada em forma única moldada (single-form injection-moulded plastic chair). A inovação prosseguiu com designs tão famosos como a Stacking chair ou a S chair, tornando-se um classicos da produção em massa.

Panton é também bem conhecido pelo inovador trabalho de design para a “Der Spiegel,” uma das mais conhecidas publicações alemãs.

Cafetaria da Der Spiegel, por Vernon Paton

Referências
vernerpanton.com
The Official Verner Panton Reference Portal and Archives: Photos, designs and producers
More than 120 items designed by Verner Panton on architonic.com: with images, informations and auction results
Verner Panton biography at Danish Furniture

Indústrias Criativas em John Hartley e em Stuart Cunningham

As questões de definição e enquadramento das Industrias criativas e culturais, num excelente artigo de Dora Santos Silva, no blog Culturoscópio, inititulado Indústrias Criativas em John Hartley e em Stuart Cunningham, onde são focadas as visões de duas referências mundiais das industrias criativas: Stuart Cunningham e John Hartley    

Stuart Cunningham é Professor de Media e Comunicação, na Queensland University of Technology, na Austrália, e é Director do ARC Centre of Excellence for Creative Industries and Innovation. É ainda Presidente do Council of Humanities, Arts and Social Sciences (CHASS) e participa como membro em diversos organismos das artes e industrias criativas.  As suas contribuições para o estudo do media, comunicação e cultura,  salientando a sua importância para as práticas industriais e politicas da administração pública.  Os seus livros incluem Featuring Australia (1991),  e Framing Culture (1992). Com Toby Miller, escreveu Contemporary Australian Television (1993). Escreveu ainda estudos de ambito global sobre a cultura televisiva com John Sinclair and Elizabeth Jacka: New Patterns in Global Television (1996), Australian Television and International Mediascapes (1996), e Floating Lives: The Media and Asian Diasporas (2001). Escreveu com Graeme Turner, The Australian TV Book (2001) e The Media and Communications in Australia (2006). Como co-autor é ainda responsável por inumeros relatórios, mais de 60 capitulos em livros e mais de 80 artigos em jornais e revistas. A sua ultima publicação inclui  What price a creative economy? (2006) e uma colecção de ensaios (a publicar) In the Vernacular: A Generation of Australian Culture and Controversy (2008). Ver mais na Wikipedia sobre Stuart Cunningham.

John Hartley é Professor na Queensland University of Technology, na Austrália, Professor adjunto da Australian National University e director de investigação do CCI (Art Centre of Excellence for Creative Industries and Inovation). É ainda lider do Citizen Consumer Program e membro do  ARC Federation Fellow, e responsável pelo Uses of Multimedia project no CCI. Pensador e escritor sobre assuntos de criatividade, comunicação e inovação, tem mais de 18 livros publicados sobre o assunto e campos relacionados, incluindo Television Truths (2008), tv50 exhibition catalogue (2006) Creative Industries (ed., 2005), A Short History of Cultural Studies (2003), The Indigenous Public Sphere (with A. McKee, 2000), Uses of Television (1999) and Popular Reality (1996). É ainda Editor do International Journal of Cultural Studies. É uma das referências mundiais sobre industrias criativas e culturais.  

Vale a pena pesquisar um pouco as publicações do CCI em http://cci.edu.au/publications/, até porque focam inumeros assuntos relacionados com criatividade, industrias criativas e culturais, comunicação, media, e aspectos de relacionamento da cultura, comunicação e criatividade com a economia e sociedade.

Referências
Industrias Criativas em John Hartley e em Stuart Cunningham
culturascopio.wordpress.com

Stuart Cunningham, no CCI
John Hartley, no CCI

Designers V: Manuel Lima

O site VisualComplexity apresenta um conjunto de projectos graficos e informáticos que pretendem resolver um dos mais dificeis desafios do design: representar gráficamente sistemas de elevada complexidade e com elevado número de interrelacionamentos.

Tal colecção é rara, extremamente representativa e preciosa, sempre em crescimento e remete-nos para projectos diversos, com as mais diversas proveniencias, num tema de que não há muitos especialistas.

A ideia de o criar foi de Manuel Lima, designer português residente em Londres, e que foi recentemente nomeado pela revista americana Creativity como sendo uma das 50 mentes mais criativas e influentes para 2009. Manuel Lima trabalha igualmente na Nokia, como Senior User Experience Designer, sendo ainda orador em conferências e festivais internacionais.

Manuel Lima tem uma licenciatura em Design Industrial da Faculdade de Arquitectura da Universidade Tecnica de Lisboa e um mestrado em Design e Tecnologia da Parsons School of Design, em New York. Trabalhou durante a sua formação para a Siemens Corporate Research Center, o American Museum of Moving Image e o Parsons Institute for Information Mapping em projectos de investigação para o National Geo-Spatial Intelligence Agency.  Durante a sua formação recebeu três bolsas de estudo, da Calouste Gulbenkian Foundation, da Luso-American Foundation e uma bolsa Dean’s do Parsons School of Design.

Depois 3 anos a trabalhar e como professor em NY, Manuel mudou-se para Londres onde trabalha como Senior User Experience Designer na Nokia’s NextGen Software & Services. É também conferencista sobre Visualização de Informação, em particular a visualização de Redes complexas.

Recursos
VisualComplexity
Creativity

Designer IV – Anabela Baldaque

Anabela Baldaque concluiu, em 1983, o curso de Estilismo e Modelismo na Escola de Moda Gudi, no Porto. Dois anos mais tarde, estagiou com Emilio Pucci em Florença, Itália. Em 1988, cria a marca de vestuário Anabela Baldaque e o seu nome passa, poucos anos depois, a figurar nos principais eventos de moda nacionais, sendo, aliás, uma das criadoras presentes na 1ª edição do Portugal Fashion, em 1995.

Em 2000, inaugura a sua primeira loja, no Porto, e inicia o seu processo de internacionalização com um desfile na Fashion Week de Nova Iorque, a convite do Portugal Fashion, projecto com o apoio do qual participaria ainda em eventos de moda em Paris, Barcelona e São Paulo.

Não é preciso criar histórias. A falta de tempo para tudo ou a desculpa de que não há tempo para o que se deve, o amanhã que não se cumpre e a frase que recebi de um desconhecido “quem diz a verdade não merece castigo”, levaram-me a pensar que tudo anda muito camuflado. Por isso, e porque Amo o que faço, encontro na minha profissão a expressão do que sinto.

Além de todas estas áreas Anabela Baldaque também tem uma grande presença no que diz respeito à criação de fardas, sendo que já executou o fardamento da Portugal Telecom, da feira de design e arquitectura de interiores “Oporto Show” e também os trajes para os deputados do município de Vila Verde. No que diz respeito ao Jet-set nacional, a criadora já desenvolveu para a peça de teatro de João Quadros,” Antes Eles Que Nós” os figurinos de Maria Rueff, Bruno Nogueira e Manuel Marques. Também elaborou o guarda-roupa das personagens femininas do filme “Espelho Mágico de Manuel de Oliveira. Foi também responsável pelo guarda-roupa de Júlia Pinheiro para a apresentação das galas semanais da 2ª edição do programa “1ª Companhia” da TVI. Encarregou-se ainda de vestir a actriz Lúcia Moniz e é encarregue do guarda-roupa da pivot da TVI, Susana Ramos.

Usando um estilo leve e muito pratico, ainda que sofisticado e cheio de detalhes, muito solto, feminino, pleno de detalhes, laços, drapeados leves, tecidos, texturas e cores delicadas, a produção de Ana Baldaque estende-se também a outras àreas de design, que não só o vestuário, apresentando uma assinatura quase genética que permite reconhecer o seu traço e a sua mão em todas as suas produções.

     

Recursos:
http://www.anabelabaldaque.pt/
No Portugal Fashion

Designers III – João Machado

Nascido em Coimbra em 1942, João Machado formou-se em Escultura pela Escola Superior de Belas-Artes do Porto.

Dedica-se essencialmente ao design grafico de material impresso, possuindo um estilo depurado,  fácilmente identificável e cheio de personalidade própria,  marcado por formas fortemente estilizadas ou recortadas, manchas planas de côr e gradientes, e um forte sentido dinâmico e de movimento.

Desde as primeiras criações que iniciou a exploração de técnicas como o pastel seco, e o aerógrafo, sobre máscaras de recortes de papel, começando também a “desenhar com tesoura em vez de lápis”. João Machado afirma ter sido fortemente influenciado pelo cartaz polaco dos anos 60 e 70, expressão grafica da resistência, ao escolher essa forma de “desenho”, de onde destaca o “mestre” Henryk Tomaszewski, que, pela maneira como usava formas planas de cor nos cartazes, o influenciou a construir através do recorte e colagem de papéis coloridos, composições expressivas que  passaram a ser uma das componentes da sua idiossincrática expressão plástica. Formas poligonais simples – evocando elementos retirados da natureza, da indústria ou do próprio homem, levados à abstracção ao ponto de serem irreconhecíveis – vão ser, juntamente com o seu uso da cor e das transições e gradientes cromáticos, a sua imagem de marca, o seu “estilo” com o qual é identificado ainda hoje. 

Participou em centenas de exposições, mostras e certames, e é detentor de inumeros prémios nacionais e internacionais, pelos seus trabalhos nas diversas àreas em que se estende o seu trabalho.

     

 

Recursos
Site de João Machado
João Machado no blog “Simples”

Designers II – Carlos Aguiar

Natural do Porto e licenciado em Engenharia Mecânica pela FEUP, estudou posteriormente Arquitectura na Escola Politécnica Federal de Lausanne, na Suiça, e na Faculdade de Arquitectura da UP. Realizou uma pós graduação em Design de Equipamento e Produtos no Instituto de Design da Universidade do Porto. Obteve o grau de Mestre em Desenho Industrial pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto. Finaliza actualmente o doutoramento em Design na Universidade de Aveiro.

Leccionou na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, no Instituto Superior de Engenharia do Porto, no Instituto de Design da Universidade do Porto, na Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico de Viana do Castelo e é actualmente professor convidado da Universidade de Aveiro, no Departamento de Comunicação e Arte sendo um dos responsáveis pela condução pedagógica da Licenciatura em Design.

Em 2005 é nomeado Director da Licenciatura em Tecnologia e Design de Produto da Escola Superior Aveiro Norte e coordena a equipa que elabora em 2005 e 2006 os novos programas de Projecto dos cursos de Design de Produto do Ensino Artístico Especializado do 11º e 12º ano do ensino secundário. Desde 1992 é Consultor Sénior do Centro Português de Design e desde 2007 é Director Geral de Design e Desenvolvimento de Produto das empresas do Grupo Cifial.

Detentor de vários prémios, principalmente na àrea de design industrial, recebeu por exemplo, em 2006 o prémio “Good design G-Mark”, atribuído pela primeira a um português, pelo Japan Industrial Design Promotion Organization, graças ao seu trabalho na garrafa portátil de gás propano CoMet (Composite Metal), para a empresa AMTROL-ALFA de Guimarães.

Dedica-se a uma abordagem global do design industrial, cobrindo desde o projecto dos artefactos à definição de estratégias de gamas e seu posicionamento na oferta das empresas, até aos ambientes e abordagens gerais de imagem corporativa.

Recursos

ED – Escritório de Design (Carlos Aguiar)

Curriculum – Noticia

Designers I – Joe Finocchiaro

Joe Finocchiaro é um designer Nova Yorkino, especializado em imagem corporativa, logos, design de typefaces e ilustração tecnica impressa.

Joe iniciou a sua carreira em Milão, na Italia, nos estudios AG Fronzoni, mas mudou-se para Nova York no início dos anos 80. Depois de passar por cargos na Anspach Grossman Portugal e no Museum of Modern Art (MOMA), New York, onde foi responsável pelo grafismo das exposições temporárias, criou o seu proprio estudio de design, onde desenvolve a sua actividade até hoje.

Ensinou design grafico no Istituto Superiore d’Industria Artistica, em Urbino, Istituto di Communizione Visiva, em Milão, Philadelphia College of Art, State University of New York, em Purchase, Cooper Union, Fashion Institute of Technology e School of Visual Arts.

Recebeu um B.F.A. em Graphic Design do Philadelphia College of Art in 1969, e completou quatro anos de posgraduação no Kunstgewerbeschule, Basel, Switzerland em 1977. 

Detentor de inumeros prémios, é conhecido por alguns dos seus trabalhos, divulgados mundialmente. O seu trabalho em logos e em typefaces, é reconhecido mundialmente, e procurado por muitas companhias, principalmente Nova Yorkinas. O seu trabalho pauta-se por uma certa simplicidade e clean look, sem descurar detalhes.

A qualidade do seu trabalho transformaram-no em consultor de alguns dos melhores estudios de corporate identity em Nova York: Alexander Design, Carbone Smolan, Enterprise IG, Landor, Lippincott Mercer, Pentagram and SiegelGale. Muitos dos logotipos das empresas da Fortune 500, assim como os seus Typefaces, passaram pelas mãos deste designer.

Muito  do seu trabalho pode ser encontrado no seu site.

 

Recursos
Joe Finocchiaro Design
Cisco Systems logo redesign