Google Glasses – Um novo conceito de interface para RA

A imprensa tem-se-lhe referido como Realidade Virtual. Não é! De facto é realidade aumentada (RA). Certo é que a proposta de conceito da Google, não sendo revolucionária é uma primeira proposta inteiramente realizável já hoje, no curto prazo, com a tecnolologia disponivel. Pode por isso transformar-se rápidamente em produto. E aí é que está a grande novidade dos chamados “Google Glasses” (óculos Google).
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A visão de Keiichi Matsuda sobre AR

A realidade aumentada, pelo menos nas suas realizações mais ousadas, são ainda dominio quase exclusivamente acamédico. Mas o seu potencial tem sido largamente exaltado, as visões futurológicas das suas aplicações, e as experiência bem sucedidas, têm sido fecundas e, muitas delas, tradizidas para pequenas aplicações do dia a dia.

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AR vai chegando às lojas

Há já algum tempo que. depois de aplicações em simulação, em demonstrações, turismo e em informação, iamos vendo experiência variadas com Realidade Aumentada (AR) noutros campos, incluido as situações de grandes eventos de marketing.

O uso da AR em loja e em situações de compra, porém, ainda não tinha passado para a prática.

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Interactive Multimedia em Portugal

Também em Portugal há investigação no campo do Interactive Multimedia.

Claro que isto não é novidade, e já referimos, aqui alguns exemplo de trabalhos desenvolvidos, instalações feitas ou experiências em curso.

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Multi-Touch – Uma história com 30 anos

A história dos interfaces multi-touch, para a maioria das pessoas, reduz-se a meia duzia de coisas que aconteceram nos ultimos dois anos, ou seja, a mesa multi-touch da Microsoft, o iPhone, o iPad e pouco mais…

… e no entanto estes resultados e dispositivos, não passam da espuma de um mundo de experiencias, ensaios, estudos e desenvolvimentos que evoluiram ao longo de quase 30 anos (SIM! 30!!!…).  

 

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Art&Tech – Blog de Guilherme Martins

 

 

“Born in Lisbon in 1977, Guilherme Martins is a versatile art director, illustrator, designer and artist. Always interested in new forms of art, Guilherme started early to experiment with various mediums video, photography and drawing. Guilherme has worked for several design studios and ad agencies in Lisbon since 2000. In 2008 he started to collaborate with Rui Horta on visual projections and visual content creation.

As a tinkerer he has a particular interest in experimenting with robotics and electronics in order to create innovative interactive experiments.”

 

 

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Comunity Book – NUI Group

O Nui Group reuniu todos os conhecimentos dispersos sobre as tecnologias open source multi-touch e resolveu publicar um livro, que reune os conhecimentos, projectos e resultados de experiencias dos vários membros, que antes estavam em formato Wiki, espalhados por foruns, em textos do próprio site e textos dos blogs e sites dos seus membros.   

Denominado “Multi-Touch_Technologies” o livro que, por contar com contribuições de multiplas pessoas se chama “community book”, teve o tratamento adequado e foi publicado em PDF, ainda antes de toda a informação nele contida vir a ser de novo revertida para um WiKi que ficará disponivel para consulta publica, sob licença public commons. A edição em papel poderá seguir-se se houver interesse, assim que estabilize a revisão da versão electrónica. 

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Terminal Interactivo – Dreamfeel propõe protótipo

Criar moderno mobiliário urbano de interior e exterior, com suporte a meios digitais e interactivos, tem sido um dos fitos da Dreamfeel.

Recentemente fomos solicitados para conceber e propor a instalação de meios multimedia e interactivos para um novo projecto comercial imobiliário. O programa era simples: conceber e propor meios audiovisuais que possam valorizar o espaço e a comunicação com o visitante.

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Multimedia – ” Os Interactivos”

Os quiosques multimedia foram moda há uns anos atrás.

Espalharam-se como cogumelos mas, como aqueles, rápidamente se tornaram pouco mais que recordações mortas a um canto em cada local onde foram instalados, pela desactualização tecnológica, por terem perdido o efeito de novidade mas, principalmente, porque alguem se esqueceu que os conteudos necessitam de ser actualizados, sob pena de obsolescência.

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O que são mupis?

MupiNão sabe o que são MUPI’s? Então veja aqui. Fácil, fácil!

Se procurar num dicionário, não encontra. A Wikipedia é muda sobre MUP’s… O que é um MUPI? No mundo dos meios e publicidade, todos sabemos o que são. Para um leigo é uma daquelas palavra que fazem parte do “publicês”, mas…afinal… não é nada do outro mundo!

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New-media num Museu? – um artigo em 5 partes

Em Fevereiro de 2009 escrevi, neste blog, uma série de artigos sobre multimedia e museus em Portugal.

Ainda hoje vou recebendo feed-back sobre esses artigos.

Desde criticas, mais ou menos fundamentadas, mas sempre pertinentes, a contribuições e sugestões que, já hoje, mereceriam mais uma série pelo menos de outros 5 artigos.

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Bluetooth – Novos paradigmas no Marketing de Proximidade e na difusão de informação

 A tecnologia bluetooth permite a ligação para troca de dados sem fios (por comunicação simples usando rádio frequência), com baixo custo e reduzido consumo de energia, de dispositivos móveis o fixos de variados tipos, incluindo telemóveis, PDA’s, Smartphones  e computadores, entre outros.

 

Uma tecnologia simples

 “…o bluetooth tornou-se omnipresente nos dispositivos móveis actuais…”

Pela sua versatilidade e segurança o bluetooth é hoje uma tecnologia comum na maioria dos equipamentos portáteis e móveis, estando já presente em todo o tipo de telemóveis, PDA’s e computadores portáteis e seus periféricos, além de dispositivos como GPS’S, leitores multimédia MP4 e mp3 ou mesmo em equipamento como leitores de DVD, players multimédia e set top box  para TV.

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Interfaces Naturais

Há cerca de vinte anos Mark Weiser elaborou uma visão construida em torno de dois conceitos chave, e que ainda hoje guiam as pesquisas de HCI (Human–Computer Interaction).

O primeiro conceito é o que se poderia chamar em português de  computação ubiqua (ubiquitous computing), e é essencialmente uma visão sobre miniaturização, hardware e proliferação de sistemas de computação universalmente disponiveis e aplicados. A verdade é que podemos dizer que este conceito é hoje uma realidade, e a visão de Weiser está quase completamente realizada. O Google retorna mais de 3 milhões de links acerca do assunto, incluindo todo o tipo de eventos e iniciativas (conferências, worlshops, projectos de pesquisa, iniciativas da industria, etc.)

O segundo conceito é o de calm technology. É acerca do design de interacção, percepção, qualidade, adequação, psicologia e poesia. O facto é que está completamente irrealizado. O conceito é sobre subtileza no interface dos computadores com os humanos, sobre qualidade em vez de quantidade… O que aconteceu com ele? O Google retorna menos de 50 mil resultados sobre o assunto, e aparentemente muitos são links mortos, ou páginas sem manutenção.

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Ars Electronica

 

 It’s part of Ars Electronica’s nature to constantly seek out what’s new. In going about this, however, attention is never on art, on technology or on society singly while excluding the other two. Instead, the focus is always on complex changes and interrelationships at the nexus of all three.

 

Ars Electronica é um conceito, e uma organização, sob a égide da qual se exibem exposições em todo o mundo, se mantém um museu e um arquivo online de arte electronica, se desenvolvem trabalhos pioneiros de investigação e desenvolvimento, num centro/laboratório  dedicado à arte electronica e a sua interacção com a sociedade, se fazem conferências e seminários para e com o público e, por fim,  anualmente se institui um prémio, com várias categorias no universo do trinómio arte/tecnologia e media/sociedade.

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Livros animados em museus

Um museu é um espaço vivo, em que o visitante interage com as peças expostas, com o conhecimento, com a criação, com a história, com os exemplos vivos da temática tratada! Será? Infelizmente a resposta é não!!!

Mas a tecnologia dá-nos possibilidade de mudar tudo isso.

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Dan Saffer – Attention Awareness for Interaction Designers 2009

Dan Saffer é o autor de dois dos mais lidos livros na àrea do design de interfaces e interacção: Designing for Interaction: Creating Smart Applications and Clever Devices e Designing Gestural Interfaces. O seu trabalho como designer de interacção é reconhecido, universalmente. E não é por acaso. Ficam aqui dois videos de conferências de Dan Saffer.

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