PORT – Uma revista diferente!

ethan_cover_mediumNão são muitas as opções disponíveis para quem procura uma revista de leitura descontraída, mas ao mesmo tempo inteligente, culta, elegante e crítica, atenta aos tempos modernos e ao mesmo tempo com uma inestimável beleza de conteúdos.

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Designers XII – Kyle Fewell

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Kyle Fewell é um designer americano, ilustrador, com trabalhos de ilustração publicados em vários meios. Da nova geração de ilustradores americanos, nascido em Houston, Texas, mas actualmente baseado em Brooklyn, NY, Kyle Fewell encontrou equilibrios interessantes entre as estéticas e técnicas mais tradicionais na ilustração americana, com linguagens e temáticas modernizadas.

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Designers XI – Nuno Teixeira

O design industrial e o design de produto nem sempre se mantém no seu tempo. Por vezes avançam, experimentam com outras referências espaciais, estéticas, técnicas e tecnológicas, desenvolvem  conceitos nunca realizáveis ou realizados. Mas tantas vezes os conceitos revolucionam visões, abrem novos caminhos e criam necessidades insuspeitas.

 

 

 

 

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Imagem – Criatividade

Ilustrar conceitos abstractos, sensações ou impressões pode ser algo dificil e tarefa para gente realmente criativa.

I Miss My Pencil, de Martin Bone and Kara Johnson da IDEO, é um livro que explora e expõe a vertente do “fazer design” como uma tarefa e actividade que tantas vezes termina em si mesma, completando-se apenas no prazer de realizar em modelos e objectos unicos o que foi idealizado, constituindo apenas novo ponto de partida para mais explorações e desenvolvimentos sobre o mesmo tema.

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Great Collection of Visual Identities

Criar a identidade visual de uma entidade é muito mais que apenas criar um logotipo; este é apenas uma pequenissima parte do trabalho.

Toda a imagem tem que ser pensada para servir a identidade  e comunicar os valores da entidade, seja um organismo da administração publica, uma empresa, uma organização, um privado ou uma marca.

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Designers X – Andreas Struppler

Andreas Struppler e a sua equipa são fascinados pela funcionalidade inteligente, desenvolvimento tecnico e novos materiais.

Nascido em Munique em 1964, trabalhou em várias oficinas antes de estudar arquitectura e design na Universidade de Kassel. Ganhou valisosa experiencia em estudios de Milão, Munique e Berlim antes de abrir o seu proprio estudio de design em 1992: o Andreas Struppler Design em Munique.

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Dasein (e Catarina Pestana)

The word Dasein was used by several philosophers before Heidegger, with the meaning of “existence” or “presence”. It is derived from da-sein, which literally means being-there/here, though Heidegger was adamant that this was an inappropriate translation of Dasein. In German, Dasein is the German vernacular term for existence.

For Heidegger, however, it must not be mistaken for a subject, that is something definable in terms of consciousness or a self. Heidegger was adamant about this distinction, which carried on Nietzsche’s critique of the subject. Dasein, as a human being that is constituted by its temporality, illuminates and interprets the meaning of Being in Time. Heidegger chose this term as a synonym for “human entity” in order to emphasize the critical importance “being” has for our understanding and interpretation of the world.

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Designwise – Objects With a Twist

DesignwiseDESIGNWISE é uma marca que edita objectos e produtos originais criados por designers portugueses. A colecção da designwise não é especializada, nem dedicada a categorias específicas de objectos. Os seus produtos percorrem várias escalas e universos: de materiais, de usos, de preço.” assim se define esta marca de objectos de design.

E acrescenta “O que une estes objectos aparentemente tão diversos é o facto de contarem uma história, muitas vezes com um humor inesperado. Tais histórias tanto podem ser imaginadas pelo designer, como re-inventadas pelo próprio utilizador quando transporta o objecto para o seu universo pessoal.”

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Ilustradores – Darling Management

ill_3_340_largeDefine-se como uma agencia de ilustradores de moda e publicidade, bem como de designers. Reune alguns excelentes artistas. Tem um bem composto portfolio de trabalhos e uma excelente carteira de clientes, principalmente na moda. É uma agencia sueca, com actividade em Estocolmo, chama-se Darling Management e tem já 16 anos.

 

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Wall Street Journal Portraits

 

Stipple portrait of Bruce WillisPara quem lê o Wall Street Journal, há um elemento gráfico que aparece frequentemente na edição de fim de semana, e que é já uma marca da publicação; faz parte do seu estilo, da sua identidade e é universalmente reconhecido pelos seus leitores. Falo dos retratos de figuras conhecidas e figuras publicas do cinema e espextáculo, na coluna de abertura da capa de fim de semana.

De uma qualidade fora de qualquer dúvida, apresentam uma muito forte marca estilistica, um trabalho de detalhe, e um forte sentido artistico. Não aparecem assinados e isso quase criou uma lenda. Quem os faz? Todos já se perguntaram alguma vez.

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Museu Guggenheim Bilbao

O edificio ergue-se estranho e provocador junto ao rio. Os reflexos metálicos, sobre as placas de titanio que o cobrem, assumem ora os tons cinzentos do céu, ora os dourados de um sol poente, ou os azuis da água que o ladeiam e do céu nos dias descobertos. As formas exuberantes surpreende, e o desenvolvimento em ondas de novos volumes espanta.

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Designers IX – Ross Lovegrove

O “fat-free” design é um conceito daquele que é conhecido por “Captain Organic”,  fundador do Studio X,  na zona Londrina de Notting Hill. Ross Lovegrove é um dos mais conhecidos designers industriais ingleses, que leva ao extremo a sua adminisração pelas formas e estruturas naturais e orgânicas.  

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Designers VIII – Verner Panton II

Verner Panton, autor de muitas das peças que identificamos como marcas dos anos 60 e 70 (ver o artigo Designers VI – Verner Panton), foi também o criador de extraordinários padrões decorativos, largamente usados na textura das suas peças de mobiliário, em papeis de parede, em texteis, em material grafico, e em geral como grafismo, que se tornou caracterisico da época.

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Profissão: Designer

As estatisticas americanas do “Bureau of Labor Statistics” do US Department of Labor costumam ser um bom indicador da evolução das profissões. Claro que é necessário entender as diferenças quer no próprio mercado, quer na evolução da economia, quer ainda nos valores de ganhos e remunerações indicados

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Designers VII – Philippe Starck

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Philippe Starck é um daqueles raros nomes do design que ninguém desconhece.

Philippe Patrick Starck (nasceu  a 18 de Janeiro de 1949 em Paris) é um designer industrial Francês e provávelmente um dos mais conhecidos no New Design. Os seus trabalhos vão desde objectos do quotidiano a grandes iates, de decoração de hoteis a mobiliário, de relógios e acessórios de moda a geradores eólicos.

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Designers VI – Verner Panton

Verner Panton é indiscutivelmente uma das figuras do design industrial mais saliente e influente da segunda metade do sec XX.

Dinamarquês de nascimento  (13 February 1926 – 5 September 1998) dedicou-se especialmente ao mobiliário, iluminação e design de interiores, incluindo texteis, e usou de forma inovadora uma panoplia de novos materiais ou materiais pouco usados em decoração até às suas propostas, incluindo o uso massivo de plásticos e epoxys fortemente coloridos, acrilicos (plexiglas), bem como os mais tradicionais aços, arame, cromados, muitas vezes conjugados com os plasticos coloridos. A sua abordagem totalmente inovadora criou um estilo, redefiniu formas, introduziu cores e materiais, padrões e formas de decorar. Muito do que associamos aos anos 60 e 70, em termos de interiores, mobiliário e decoração, saiu da sua mão. Os projectos inteiramente inovadores de Panton marcaram uma época e ficaram perfeitamente datados, mas a qualidade da sua concepção torna-os intemporais, e muitos dos seus designs ainda hoje são produzidos em grande escala (na Vitra, por exemplo), ou integrados em decorações mais modernas, ou estilisticamente muito distantes deste criador.

Panton foi educado com engenheiro civil (engenheiro de arquitectura, na designação original) em Odense tendo depois estudado arquitectura no Royal Danish Academy of Art (Det Kongelige Danske Kunstakademi) em Copenhagen, e concluiu a licenciatura em 1951. Trabalhou de 1950-1952 como estagiário do arquitecto Arne Jacobsen, que além da arquitectura tinha também uma paixão pelo desenho de mobiliário.

Panton revelou-se de uma criatividade impossivell de controlar e acabou por criar o seu próprio gabinete de arquitectura e de design. As suas propostas de arquitectura rápidamente o impuseram e tornaram conhecido, como por exemplo a Collapsible House (1955), a Cardboard House e a Plastic House (1960).

Nos finais de 1950s, Panton entra num experimentalismo cada vez mais original no design de mobiliário e de cadeiras em especial, com caracteristicas como a ausência de pernas e de costas, desenhadas como tal. Em 1960 Panton passou definitivamente  a fazer parte da história do design industrial com a sua cadeira injectada em forma única moldada (single-form injection-moulded plastic chair). A inovação prosseguiu com designs tão famosos como a Stacking chair ou a S chair, tornando-se um classicos da produção em massa.

Panton é também bem conhecido pelo inovador trabalho de design para a “Der Spiegel,” uma das mais conhecidas publicações alemãs.

Cafetaria da Der Spiegel, por Vernon Paton

Referências
vernerpanton.com
The Official Verner Panton Reference Portal and Archives: Photos, designs and producers
More than 120 items designed by Verner Panton on architonic.com: with images, informations and auction results
Verner Panton biography at Danish Furniture

Designers V: Manuel Lima

O site VisualComplexity apresenta um conjunto de projectos graficos e informáticos que pretendem resolver um dos mais dificeis desafios do design: representar gráficamente sistemas de elevada complexidade e com elevado número de interrelacionamentos.

Tal colecção é rara, extremamente representativa e preciosa, sempre em crescimento e remete-nos para projectos diversos, com as mais diversas proveniencias, num tema de que não há muitos especialistas.

A ideia de o criar foi de Manuel Lima, designer português residente em Londres, e que foi recentemente nomeado pela revista americana Creativity como sendo uma das 50 mentes mais criativas e influentes para 2009. Manuel Lima trabalha igualmente na Nokia, como Senior User Experience Designer, sendo ainda orador em conferências e festivais internacionais.

Manuel Lima tem uma licenciatura em Design Industrial da Faculdade de Arquitectura da Universidade Tecnica de Lisboa e um mestrado em Design e Tecnologia da Parsons School of Design, em New York. Trabalhou durante a sua formação para a Siemens Corporate Research Center, o American Museum of Moving Image e o Parsons Institute for Information Mapping em projectos de investigação para o National Geo-Spatial Intelligence Agency.  Durante a sua formação recebeu três bolsas de estudo, da Calouste Gulbenkian Foundation, da Luso-American Foundation e uma bolsa Dean’s do Parsons School of Design.

Depois 3 anos a trabalhar e como professor em NY, Manuel mudou-se para Londres onde trabalha como Senior User Experience Designer na Nokia’s NextGen Software & Services. É também conferencista sobre Visualização de Informação, em particular a visualização de Redes complexas.

Recursos
VisualComplexity
Creativity

Designer IV – Anabela Baldaque

Anabela Baldaque concluiu, em 1983, o curso de Estilismo e Modelismo na Escola de Moda Gudi, no Porto. Dois anos mais tarde, estagiou com Emilio Pucci em Florença, Itália. Em 1988, cria a marca de vestuário Anabela Baldaque e o seu nome passa, poucos anos depois, a figurar nos principais eventos de moda nacionais, sendo, aliás, uma das criadoras presentes na 1ª edição do Portugal Fashion, em 1995.

Em 2000, inaugura a sua primeira loja, no Porto, e inicia o seu processo de internacionalização com um desfile na Fashion Week de Nova Iorque, a convite do Portugal Fashion, projecto com o apoio do qual participaria ainda em eventos de moda em Paris, Barcelona e São Paulo.

Não é preciso criar histórias. A falta de tempo para tudo ou a desculpa de que não há tempo para o que se deve, o amanhã que não se cumpre e a frase que recebi de um desconhecido “quem diz a verdade não merece castigo”, levaram-me a pensar que tudo anda muito camuflado. Por isso, e porque Amo o que faço, encontro na minha profissão a expressão do que sinto.

Além de todas estas áreas Anabela Baldaque também tem uma grande presença no que diz respeito à criação de fardas, sendo que já executou o fardamento da Portugal Telecom, da feira de design e arquitectura de interiores “Oporto Show” e também os trajes para os deputados do município de Vila Verde. No que diz respeito ao Jet-set nacional, a criadora já desenvolveu para a peça de teatro de João Quadros,” Antes Eles Que Nós” os figurinos de Maria Rueff, Bruno Nogueira e Manuel Marques. Também elaborou o guarda-roupa das personagens femininas do filme “Espelho Mágico de Manuel de Oliveira. Foi também responsável pelo guarda-roupa de Júlia Pinheiro para a apresentação das galas semanais da 2ª edição do programa “1ª Companhia” da TVI. Encarregou-se ainda de vestir a actriz Lúcia Moniz e é encarregue do guarda-roupa da pivot da TVI, Susana Ramos.

Usando um estilo leve e muito pratico, ainda que sofisticado e cheio de detalhes, muito solto, feminino, pleno de detalhes, laços, drapeados leves, tecidos, texturas e cores delicadas, a produção de Ana Baldaque estende-se também a outras àreas de design, que não só o vestuário, apresentando uma assinatura quase genética que permite reconhecer o seu traço e a sua mão em todas as suas produções.

     

Recursos:
http://www.anabelabaldaque.pt/
No Portugal Fashion