Arquitectura contemporânea Portuguesa


fg3

A fotografia arquitectural de Fernando Guerra, num site monumental!

 

 

«Fernando Guerra foi pioneiro na forma de fotografar e comunicar a arquitectura. Há 20 anos abriu o estúdio FG+SG em colaboração com seu irmão e juntos são responsáveis por grande parte da difusão da arquitectura contemporânea portuguesa, nos últimos vinte anos.

15Fernando Guerra é fotógrafo de arquitectura. A sua formação, porém, é de arquitecto. O seu olhar divide-se entre dois modos distintos de construir o mundo. Por esta circunstância, ele encontra-se numa posição privilegiada para protagonizar a metamorfose do campo fotográfico que fará com que esta prática de criação de imagens se venha a identificar, em parte, com o próprio campo arquitectónico.

Para compreender o espaço, os arquitectos, eventualmente com uma intencionalidade mais consciente que os simples utilizadores, circulam pelos edifícios. Captam a espacialidade da arquitectura deambulando, perscrutando, fazendo associações de ideias, de formas, de dimensões. É através desse movimento que descobrem as infinitas variáveis do espaço arquitectónico, as singularidades que fazem distinguir um espaço significante da miríade de construções insignificantes que invadem o nosso campo visual. E fazem-no cruzando aquilo que vêem com as memórias de outros edifícios que transportam consigo, muitas vezes adquiridas através da observação mediada pela fotografia. A nossa cultura arquitectónica, na impossibilidade de visitar todos os edifícios do mundo, é maioritariamente construída através do olhar de outros.

23É neste sentido que Fernando Guerra lança um olhar generoso sobre a arquitectura que regista. Entre os edifícios que fotografa, não se percebe, exactamente, um juízo de valor sobre os conteúdos da arquitectura; antes um controle, ao nível das emoções, que busca homogeneizar todos os registos. Portanto, cultiva-se a ausência de qualquer moralismo-crítico que possa interferir com o resultado final da imagem e que busca posicionar-se (arquitectonicamente) num plano neutral, valendo-se a si mesmo. É simultaneamente um mundo onde não há arquitecturas melhores, nem piores. O fotógrafo, ao contrário do fotógrafo-artista, é convocado e responde através do seu conhecimento de expert. Se manipula a imagem, isto é, se lhe retira um excesso qualquer de “realismo”, fá-lo consciente que trabalha num domínio de imparcialidade.

58Os seus trabalhos são editados regularmente em diversas publicações tanto a nível nacional como internacional, em revistas como Casabella, Wallpaper*, Dwell, Icon, Domus, A+U, entre muitas outras.
A FG+SG colabora com diversos arquitectos portugueses como Álvaro Siza, Carlos Castanheira, Manuel Mateus, Manuel Graça Dias, Gonçalo Byrne, ARX Portugal, João luís Carrilho da Graça, Promontório Arquitectos; assim como, arquitectos internacionais como Márcio Kogan, Isay Weifeld, Arthur Casas, Zaha Hadid, Pei Cobb Freed & Partners entre outros.

Em 2012, foi nomeado Canon Explorer, assumindo o papel de embaixador da Canon Europa ao nível da fotografia de arquitetura.

13

O site ultimasreportagens.com tornou-se no ponto de partida para consultar arquitectura contemporânea portuguesa com mais de seiscentas reportagens online, bem como artigos especiais e publicações.»

Texto do site ultimasreportagens.com 

 

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