A realidade aumentada, pelo menos nas suas realizações mais ousadas, são ainda dominio quase exclusivamente acamédico. Mas o seu potencial tem sido largamente exaltado, as visões futurológicas das suas aplicações, e as experiência bem sucedidas, têm sido fecundas e, muitas delas, tradizidas para pequenas aplicações do dia a dia.

Nas aplicações práticas, ainda um pouco em visão futuristica, veja-se por exemplo o browser “Layar“,  para dispositivos móveis, baseado no conceito de AR, agora a sair da anterior fase experimental.

Mas sobre as mais elaboradas visões académicas, uma das mais interessantes que me foi dado observar até hoje foi sem sombra de dúvida, a de Keiichi Matsuda, um estudante finalista da Bartlett School of Architecture.

“The latter half of the 20th century saw the built environment merged with media space, and architecture taking on new roles related to branding, image and consumerism. Augmented reality may recontextualise the functions of consumerism and architecture, and change in the way in which we operate within it.” diz Matsuda

Referências
Keiichi Matsuda
Bartlett School of Architecture
http://bldgblog.blogspot.com/2010/01/homefront-dissolve.html