A propósito de jornalismo, alguém dizia há dias que a internet social não era mais que um elemento adicional de perturbação, e que a infantilidade do meio não o adequava a mais do que meia duzia de disparates de “putos” e “pitas” e inclusivamente que pode e deve ser ignorado, pois muito mau seria andar permanente a correr frenéticamente, ontem atrás de um facebook, hoje de um myspace, sempre em evolução e sempre desaproveitados,  amanhã de um Twitter que nunca verá as facilidades entendidas, e que mais será depois de amanhã? 

Já ouvi o mesmo vindo da boca de marketeers e de publicitários.

Pode ser… mas olhem que pode ser pedagógico ver este video…

E já agora, poderá ser interessante também ler este artigo A internet tranforma seu cérebro , publicado no excelente blog Designing for Humans da designer e especialista em design de Interação, Karine Drumond, 26 anos, professora de pós-graduação de Design de Interação da PUC Minas: 

A internet tranforma seu cérebro 

Referências
Designing for Humans
Design de Interação
A internet tranforma seu cérebro