A imagem em movimento é uma poderosa captadora de atenção para o ser humano. Se se lhe juntar luz, cor e uma criteriosa escolha de conteúdos, com uma programação milimétricamente preparada para atingir os objectivos, e se colocar tudo isto no interior de uma loja, o que temos? Televisão no ponto de venda, o mais poderoso instrumento de marketing de proximidade à disposição de um lojista.

As televisões no ponto de venda generalizaram-se nos ultimos anos, com o aparecimento dos paineis de Plasma e TFT’s de grande qualidade, bem como a proliferação dos players de conteudos, baseados em hardware ou software, de fácil administração e baixo custo. Os conteúdos digitais, de fácil produção, fizeram o resto.

Hoje em dia a televisão no ponto de venda já é vista como um instrumento indispensável. Os paineis de plasma ou TFT’s na loja, criam ambiente, passam mensagens audiovisuais de prestigio e de publicidade, de elevado impacto, são fontes de interesse para o cliente, são ludicos e produzem a comunicação de marca que faltava. Nas situações de espera, melhoram drásticamente a experiência do cliente,diminuindo a percepção de passagem de tempo. E tudo com uma capacidade de permanente renovação de conteúdos, de actualização, de adaptação da publicidade quase em tempo real, reagindo às necessidades de gestão e  baixo custo de manutenção.

Manter um sistema de televisão no ponto de venda evita a necessidade de produção de materiais estáticos impressos, como cartazes, muppies, totems, e outros suportes, que perdem o impacto rápidamente ao fim de pouco tempo e por essa razão têm que ser frequentemente substituidos, sob risco de perda de eficácia. E o custo de substituir material impresso é, no medio prazo, muito mais elevado que o de substituir audiovisuais digitais.

Seja qual for o negócio, a televisão no ponto de venda marca presença: perfumarias, relojoarias, moda, stands de automóveis, agências de viagens, gasolineiras, restaurantes, bares, e principalmente nas grandes superfícies onde a grande quantidade de pessoas a circular, a grande àrea de loja, o necessidade de permanente actualização, a necessidade de agilidade na actualização de conteúdos, entre outras razões, tornam este meio especialmente apropriado.

As vantagens

  • A imagem em movimento, a cor e a luz são atraentes,
  • Captação fácil da atenção
  • Dependendo dos conteúdos escolhidos, e do perfil de design do canal, criação de um ambiente específico de loja,   (activo e estimulante, provocador, calmo e relaxante, de prestigio e sofisticação, tecnico e específico, etc.) 
  • A televisão é um meio com multiplas possibilidades de comunicação, e publicidade mais eficaz que os meios estáticos e impresso.
  • Muitas marcas usam meios audiovisuais com meio preferencial de comunicação, e portanto muitos conteúdos estão disponiveis para uso nestes meios.
  • Medio custo de investimento inicial, mas baixissimo custo de manutenção do sistema.
  • Agilidade extrema e baixo custo de manutenção do canal
  • Facilidade de renovação e actualização de conteúdos.
  • Facilidade de gestão em tempo real (promoções diárias, diferentes publicidades a diferentes horas, adequação ao momento do dia, adequação a diferentes públicos em diferentes momentos)

Lembremo-nos que segundo a POPAI, mais de 70% das decisões de marca se dão no ponto de venda. Um meio eficaz como a televisão, no ponto de venda, são uma mais valia inestimável. Por outro lado a taxa de recordação de marca, sobre canais de televisão no ponto de venda é superior ao dobro da verificada nos meios estáticos. Definitivamente este é um meio que não pode ser desprezado.

A selecção de um sistema

A oferta no mercado já é grande de sistemas deste tipo. Mas na hora de escolher, qual é o melhor sistema, e quais os critérios a usar para uma escolha? Os sistemas mais divulgados são de IPTV, em que se usam sistemas digitais (servidores e players de video) interligados através de redes de dados. Estes são os sistemas mais eficazes, com infraestruturas mais simples e adaptáveis, e com maior facilidade de configuração. No entanto, sob este nome, muitas estruturas fisicas diferentes dicam englobadas: players em hardware, set top boxes, sistemas baseados em PC’s e software, players dedicados, mas baseados em software, etc…

Sistemas tradicionais

Os sistemas tradicionais dispõem de uma qualquer fonte de sinal (leitor de cassetes, leitor de DVD, sintonizador de televisão ou outro) e distribuem o sinal de televisão sob a forma analógica (em sinal video ou modulado em RF) através de uma rede apropriada de cabo (geralmente coaxial). Sendo o sinal analógico, degrada-se com a extensão do cabo, e é susceptivel a interferências. A gestão da programação só pode ser feita ou com meios muito caros (são verdadeiras regies de televisão), ou manualmente, pela troca de cassetes e DVD’s. O sistema foi já universalmente abandonado nos novos projectos.

Sistemas IPTV

Nestes sistemas todos os audiovisuais são digitais em todos os pontos da rede, sendo o sistema gerido por computadores ou appliances (appliances são equipamentos especializados, geralmente computadores, mas com funções fixas, não utilizáveis para outros fins, como por exemplo as set top boxes). As comunicações fazem-se através de rede TCP/IP nomeadamente através da internet ou de ligações xDSL (ADSL, etc…).  O software implementado na infraestrutura e que controla cada ponto da rede, permite controlar toda a rede a partir de um ponto centralizado, ou em vários pontos distribuidos, nomeadamente alteração de programação em tempo real, transmissão de video em streaming ou transmissão prévia de media, depois executada por players locais (em cada display, ou em cada local), monitorização remota, etc. Sendo toda a rede digital, não há degradação de sinal ou qualidade, a rede é robusta pois baseia-se em protocolos routed, a administração pode ser feita em tempo real, remotamente, a rede pode suportar vários canais diferentes (um por cada player, que no limite são um por cada painel de display), com o mesmo ou com difrentes conteudos, podendo ser coordenados ou não os vários “canais” assim produzidos.

Os equipamentos de IPTV podem ser baseados em computadores banais e software, em computadores dedicados e concebidos especificamente para este fim (por exemplo small form ou fanless computers com montagem VESA, que podem ser montados nos proprios displays), também com software, ou em appliances (equipamentos digitais especializados e dedicados), ou dispositivos proprietários e dedicados (com o software já embebido, e que não pode ser fácilmente alterado).

Os canais de IPTV podem funcionar em streaming (o canal é transmitido digitalmente em tempo real, a partir de uma unidade central que executa a playlist), ou em modo assincrono (os media – videos, animações, etc – são transmitidos em qualquer momento para players locais, que depois os executam no momento certo, determinado por uma playlist local).

As tecnologias fisicas e cablagens

Muitos dos sistemas de rede de distribuição de video têm duas partes distintas de interligação e cablagem.

1 .De um lado, a ligação dos players aos servidores centrais e outros pontos de rede ou, nos sistemas mais pequenos o acesso de um banal PC de administração/gestão do canal ao player.
2. Do outro lado, a ligação do player (que geralmente é um sistema digital, do tipo computador) aos vários displays (televisores ou monitores)

Parte 1 da rede: Dos servidor ou outros pontos da rede ->  players
Na primeria parte de rede, as tecnologias mais usadas hoje em dias são as mesmas das vulgares redes de dados: os players ligam-se à rede de dados TCP/IP ethernet com suporte fisico de velocidades de 10Mbps, 100Mbps ou 1Gbit ethernet, ou rede WiFi com cobertura no local, existente ou instalada propositadamente, e partilham com outros meios informáticos a sua utilização; é através desta rede que acedem à internet,  quando necessário, e nesta ligação usa-se também as ligações TCP/IP sobre tecnologias xDSL (como por exemplo o vulgar ADSL que temos em nossas casa).

  • Poder-se-iam aqui distinguir ainda dois tipos de sistemas (mais um adicional):
    Nuns é o player que procura periódicamente o servidor para proceder às actualizações de conteúdos e playlists, bem como para fornecer dados de log e de monitorização (o acesso faz-se portanto do player para a internet, e desta para o servidor) – sistema em modo Pull
  • Noutros é o servidor que tenta contactar os vários players, e fazer os envios de conteúdos, e portanto o servidor liga à internet, desta às redes locais, e através destas aos players – sistema em modo Push
  • Um terceiro tipo de sistemas, a que chamos P2P ou Pear to Pear, todos os dispositivos activos na rede (players, servidores, controladores, etc) comunicam entre si de forma ordenada, gerindo automáticamente a necessidade de transmissão de dados (em vez de um video ser transmitido pela internet 10 vezes, uma para cada player, pode ser transmitido apenas uma secção para cada player, que depois trocam as secções que possuem entre si, até completarem o video total… evita-se sobreutilização da internet, da rede, e optimiza-se a utilização da largura de banda, além de ser criado um sistema mais robusto em que qualquer elemento activo pode assumir papel activo de fornecimento de conteudos, em conjunto com qualquer outro conjunto de dispositivos)

Parte 2 da rede: Dos players ->  displays
Quanto a segunda parte da rede, ou seja a ligação do player aos displays, também várias tecnologias podem ser usadas.

  • Como o player é geralmente um computador, o uso mais comum é usar um vulgar cabo VGA, como o de um monitor de computador, ou HDMI (alta definição digital) que liga o player ao display. Se necessitarmos de ligar mais displays ao mesmo player usam-se splitters adequados. Este tipo de ligação tem uma limitação importantissima: os cabos devem ser curtos (no máximo pouco mais de uma dezena de metros), após o que o sinal se degrada irremediávelmente. Para estender o alcance podem usar-se aparelhos activos chamados video extenders que permitem recondicionar o sinal, amplificá-lo e portanto aumentar o seu alcance; consegue-se uma alcance de uma centena de metros no total… Mas este tipo uso introduz aparelhos na transmissão do sinal, estes introduzem ruido e degradação de sinal, e portanto além da limitação de distância, a qualidade da imagem degrada-se. 
  • Outra alternativa é modular o sinal em RF à saida do player, e usar paineis com desmodulação RF. O alcance é muito maior, consegue-se estender a rede por vários milhares de metros quadrados, mas a introdução da modulação e desmodulação causa degradação de imagem, e a qualidade média destes sistemas é baixa.
  • Uma terceira opção é o uso de uma tecnologia que usa pequenos codificadores e descodificadores, e transmite a imagem por cabos do tipo STP (Shielded Twisted Pair) Classe 6 (pelo menos) iguais aos usados nas redes de dados, e que apresentam grandes vantagens: elevada largura de banda, com quase nula degradação de sinal, alcance de algumas centenas de metros sem perda de sinal, ou ainda mais alcance com recuperadores de sinal introduzidos a meio caminho, cablagem barata e fácil de instalar, tecnologia universalmente disponivel e uma elevada imunidade a ruidos e interferências (pode mesmo ser usado em ambientes electricamente ruidosos, como zonas de frio e congelação ou fábricas).
  • Existe ainda uma tecnologia semelhante usando cabo de fibra optica, em vez de STP Classe 6, mas ainda é bastante mais cara. A vantagem desta última é que permite alcances de vários milhares de metros.
  • Outros sistemas menos comuns podem usar outros tipos de cablagem e ligação (há inumeros sistemas de transmissão de imagem video, como RGB, sVideo, Composto, YMC, ou outros), mas a sua relevância é nula ou reduzida, e os resultados são muito menos fiáveis e reprodutiveis.

A selecção – critérios

A Dreamfeel dispõe de várias plataformas alternativas, com caracteristicas e especificidades distintas. Para a selecção do melhor sistema em cada situação usamos menos de uma duzia de critérios, que basicamente são os seguintes:

1. Sistema em rede ou stand alone? Em muitas situações apenas é necessário um player, mesmo que haja vários paineis ou displays no local. De facto, em muitas situações, os vários paineis passarão o mesmo canal em simultâneo. Neste caso não necessitamos de sistemas complicados, de suporte para redes de players, ou de administrações complexas. Um sistema simples, com distribuição tradicional do sinal de video é suficiente. Caso contrário, se necessitamos que cada painel passe um conteudo diferente, convêm dispor de um sistema que possa funcionar em rede, com administração centralizada de todos os canais.

2. Administração remota ou local? Necessários serviços de gestão de canal? Se se pretende que a gestão de canal seja feita no próprio local, não é necessário qualquer tipo de serviço remoto, suportados centralmente por um centro de operações. O sistema de administração é local, deve rodar num PC que é usado pelo gerente da loja, ou por um funcionário que se especializa. Mas o interface de gestão deve ser fácil de manipular, intuitivo e simples de alterar. No caso de os conteudos serem muitos, os canais serem complexos, ou a necessidade de actualização ser frequente, mais vale recorrer a um serviço externo, em que a administração dos canais é remota e feita por especialistas, que por um baixo custo efectuam todos os procedimentos e validações necessárias.

3. O sistema deverá suportar vários locais (rede de lojas, centros comerciais, rede de franchising, recintos desportivos) ? Nesse caso é necessário prever um forte suporte de ligação em rede, monitorização remota do funcionamento, administração centralizada dos vários canais. E mais importante que tudo, é necessário prever métodos geridos de suporte à distribuição de conteúdos. É preciso lembrarmo-nos que todos os conteudos do canal devem ser transmitidos através da rede de dados, e isso ocupa largura de banda, que pode ser necessária para outros fins, como por exemplo operação de multibanco, POS’s e aplicações de gestão corrente da loja (ou mesmo outros canais de voz, ou imagem, como os videos de vigilancia, etc.). O sistema de televisão deve pois prever calendarização da actualização de conteúdos, em horários mortos de ocupação da rede e da internet, como por exemplo a noite, sincronização e validação assincrona dos vários players e locais, e limitação/gestão de larguras de banda usadas.

4. Que tipo de conteúdos devem ser suportados? Os sistemas baseados em hardware (players digitais) geralmente não são capazes de passar todo o tipo de conteúdos, reduzindo-se a imagens estáticas, passadas em slideshow (formatos jpeg, gif, tiff) e videos (em formato mpeg ou xDIV e DIVx). Os conteudos digitais actuais tem muitos outros formatos (por exemplo animações em Adobe Flash, ou conteúdos em HTML puro, incorporação de feeds Atom e RSS, ou outras) e é conveniente prever que esses formatos são muitas vezes mais apropriados para conteudos que devem ser actualizados frequentemente, online, ou interactivamente, ou mudar rápidamente em função de criterios comerciais, de calendário ou outros, além de o seu custo de produção ser muito mais baixo . Nesse caso os sistemas baseados em software e plataformas PC, ou semelhante, são os mais apropriados.

5. Que layout de ecrã é pretendido? Se se pretende apenas passar videos em ecrãinteiro, até um simples aparelho de DVD poderia ser suficiente. Claro que o DVD não pode ser mudado remotamente, mas um player digital (do tipo Set Top Box) pode ser suficiente. O facto é que um sistema digital de televisão no ponto de venda torna-se efectivo quando se podem usar todas as potencialidades destes meios: ecrãs divididos com vários conteudos, uns estáticos outros dinâmicos. Os designs de canais mais bem sucedidos incluem imagens estáticas, video, animações e textos a passar em rodapé, que no seu conjunto constituem um todo coerente e eficaz do ponto de vista de comunicação. Mas o sistema deve suporta-lo.

6. Pretende-se passar sinal de televisão? Muitas vezes pretende-se misturar no canal, um sinal de televisão (digital, em sinal aberto ou de cabo) de um canal tradicional ou mesmo imagens provenientes de câmaras de video instaladas no local (exemplos disto são lojas com eventos de moda, como a passagem de modelos, salas de espectáculo em que o palco ou a sala estão permanentemente visivel noutras zonas como o Foyer e a cafetaria, ou restaurantes em que as imagens da zona infantil devem ser passadas na sala do restaurante, para permitir a vigilancia dos pais). Isto só será possivel nos sistemas que permitam a mistura de sinais video externos. e lembremo-nos que no minimo necessitamos de um processo de selecção deste sinal externo (muitas vezes também de sintonizadores, descodificadores, etc.).  O sistema escolhido suporta e prevê esta utilização? E se os players vão estar espalhados pelo espaço de loja, e a sua comunicação é baseada em rede de dados digital, como levar o sinal analógicoa todos os pontos onde temos players? Colocando uma cabalagem analógica pararela? Há no sistema suporte para a distribuição digital destes sinais? Este é um ponto muitas vezes esquecido. Uma solução elegante é constituida pela existência de um servidor central de video em streaming digital, que faz circular este streaming pela rede digital já implementada, e que os vários players incorporam no canal, em zonas definidas do ecrã. O sistema suporta incorporação de streaming digital de video?

7. A loja vai ter senhas de gestão vez (gestão de atendimento)? Esta é uma situação frequente em locais com grande procura (talhos, frutarias, peixarias, padarias, farmácias, administração publica e regional, serviços de saúde). Se vai ter gestão de atendimento, a chamada do cliente pode ser feita nos ecrãs! Até porque desse modo o cliente/utente estará mais atento aos paineis de televisão e, portanto, aos conteudos publicitários ou promocionais que lá passam. O sistema escolhido suporta esta opção? Necessita de um sistema externo adiconal para o fazer, ou está embebido no próprio sistema? Muitos sistemas incorporam nativamente todo o suporte de gestão de atendimento; outros admitem-no como um add-on; outros ainda não têm suporte específico e é necessário usar truques, como incorporação de sinal de video externo (o que nem sempre resulta bem!).

8. É necessário som? O sistema permite uma fácil gestão de som? Alguns sistemas não o permitem, outros têm um fraco suporte, outros têm suporte muito específico. Os melhores gerem som digital (mp3, acc, wav, wmf…)  como se de qualquer outro contéudo se tratasse, e permitem todo o tipo de sincronizações e dependencias entre conteúdos.

Acima de tudo, o critério mais importante é: o excesso de funcionalidades complica o sistema e encarece-o, dificultando a sua operação; mas se o sistema não tiver as funcionalidades minimas de funcionamento para a aplicação que se pretende, nunca será eficaz e a sua operação será sempre limitada e muitas vezes dficultada.

É portanto essencial uma correcta definição prévia do tipo de utilização que se pretende, e um amadurecimento da ideia de canal. Com base nesta definição a escolha do melhor sistema é geralmente uma escolha feita por critérios técnicos e estritamente objectivos.

A Gestão e os conteúdos

Como pensa fazer a gestão do canal?

Está preparado para efectuar conversões de formato de video, validação de resoluções, qualidade, duração, tratamento de côr, montagem e pós produção? Tudo isto se pode fazer num simples computador, mas é sua intenção fazer, ou ter na sua loja alguém que o faça, este tipo de tarefas? E design gráfico e animações em Flash? E estas tarefas são necessárias mesmo quando os seus fornecedores lhe asseguram um fluxo continuo de conteúdos: é que certamente estes conteúdos não lhe serão entregues num formato que possa ser usado directamente! Um aspecto importante a pensar com cuidado é, pois, o serviço de PRODUÇÃO, CONVERSÃO e VALIDAÇÃO de conteúdos.

Mas lembremo-nos que também a GESTÃO DE CANAL implica muitas e variadas tarefas especializadas, que, quando feitas por profissionais, são simples, mas quando é necessário faze-las na propria loja, implicam a existência regular de uma pessoa competente, além de que esta, por apenas o fazer esporádicamente, terá dificuldade em resolver problemas tecnicos que sempre ocorrem (como resolver a programação se se estraga um dos ficheiros digitais? Como coordenar a duração de diferentes conteudos que deveriam aparecer em conjunto em duas àreas de ecrã? Como resolver problemas de videos com baixa resolução, com dimensão inferior ou superior à necessária, e a actualização de playlists para conteúdos que são sazonais, ou especificos de uma época do ano, de um dia da semana, de uma data específica? etc…)

Também se pretende que nunca haja ecrãs desligados, com má imagem, com erros de software a aparecerem permanentemente. E se falta a luz e o player não arrranca? É pois importante assegurar um serviço de MONITORIZAÇÃO do canal e de ASSISTÊNCIA em tempo util.

O mais simples e barato, para resolver tudo isto, é recorrer à oferta que geralmente é feita pelos fornecedores, de um serviço profissional por avença, que engloba um pacote básico completo de todos estes serviços, por um baixo custo: os custos são controlados, e fica assegurada a alimentação de conteúdos ao canal sem interrupções e sem surpresas, sem qualquer preocupação e de uma forma totalmente transparente, sob o ponto de vista da loja. 

A Dreamfeel propõe sempre este pacote de serviços, suportado no nosso centro de gestão de canais que é usado de modo partilhado por todos os canais que implementamos, o que assegura portanto uma optimização de elevado nível e de baixo custo.logo_sombra_pq

Referencias
Internet Protocol Television (IPTV)