Quando me perguntam qual deve ser a principal preocupação de um anunciante em meios de Digital Signage, a resposta é clara: Usar a linguagem apropriada, através de conteúdos de comunicação concebidos e realizados especificamente para Digital Signage, e com isto aproveitar todas as potencialidades destes meios.

Um projecto de comunicação de uma marca ou de um anunciante, através de Digital Signage, é efectivamente de uma eficácia extrema, desde que bem concebido, usando as suas potencialidades e características, nomeadamente com uma produção específica e apropriada, e recorrendo a profissionais que entendem e sabem lidar com as suas características. O contrário também é verdade (como em qualquer meio) e o mau uso resulta garantidamente em insucesso e total desinteresse do público.

Na prática verificamos que em projectos de Digital Signage menos cuidados, mas infelizmente comuns no nosso mercado, a ineficácia é total e o efeito final só dificilmente pode evitar ser classificado de lamentável. Isto deve-se a alguma incapacidade de entender que estes meios, poderosíssimos, necessitam de conteúdos produzidos especificamente para eles, com uma linguagem própria e específica. Muitas vezes toda uma campanha deve ser concebida tendo em atenção, logo desde início, a especificidade destes meios. Produzir para Digital Signage não é nem mais difícil, nem mais caro, que produzir para outros meios, apenas tem as suas características próprias.

É virtualmente impossível “transplantar” para a Digital Signage, conteúdos concebidos para outros meios. E canais ou conteúdos mal concebidos, resultam em mensagens que não passam e não são apreendidas.

A correcta percepção da especificidade e potencialidade do meio digital, e a total adaptação da comunicação a esse meio, deve ser a primeira e grande preocupação do profissional e do anunciante.