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Também em Portugal há investigação no campo do Interactive Multimedia.
Claro que isto não é novidade, e já referimos, aqui alguns exemplo de trabalhos desenvolvidos, instalações feitas ou experiências em curso.

É um site pouco conhecido e o design das suas páginas é pobre (ou inexistente), pouco elaborado e ainda menos atractivo. No entanto a sua utilidadeé imensa.
É um site de links selecionados de Portugal, um imenso repositório de utilidades.
P2P ou Peer-to-peer é o nome das redes de partilha de ficheiros em que os vários computadores presentes na rede actuam em igualdade de circunstâncias recebendo e deistribuido dados entre si, sem a presença efectiva de um servidor de conceitos. Neste conceito o ficheiro reside na rede e não num servidor fisico. Toda a rede actua com client e como server.
As redes GNUTTELA, eMule ou TORRENT são redes deste tipo. Efectivamente entendemos como funcionam? E que influencia tem esta tecnologia no modo como entendemos a net, como usamos o media ou como partilhamos os nossos dados (em sentido genérico).
Dan Saffer é o autor de dois dos mais lidos livros na àrea do design de interfaces e interacção: Designing for Interaction: Creating Smart Applications and Clever Devices e Designing Gestural Interfaces. O seu trabalho como designer de interacção é reconhecido, universalmente. E não é por acaso. Ficam aqui dois videos de conferências de Dan Saffer.
Duas ou três companhias dominam o mercado mundial de software de produtividade. Microsoft e Adobe práticamente estão em todos os PC´s do mundo. A excepção são aqueles poucos dedicados a aplicações embeded, e os que pertencem a meia duzia de fanáticos das alternativas, como o Linux ou outros sistemas operativos alternativos, muitos deles Open Source ou Freeware. Mesmo na maioria dos PC onde o Linux está instalado como S.O. principal, uma segunda partição sempre contém alguma versão do Windows com meia duzia de aplicações.
O site VisualComplexity apresenta um conjunto de projectos graficos e informáticos que pretendem resolver um dos mais dificeis desafios do design: representar gráficamente sistemas de elevada complexidade e com elevado número de interrelacionamentos.
Tal colecção é rara, extremamente representativa e preciosa, sempre em crescimento e remete-nos para projectos diversos, com as mais diversas proveniencias, num tema de que não há muitos especialistas.
A ideia de o criar foi de Manuel Lima, designer português residente em Londres, e que foi recentemente nomeado pela revista americana Creativity como sendo uma das 50 mentes mais criativas e influentes para 2009. Manuel Lima trabalha igualmente na Nokia, como Senior User Experience Designer, sendo ainda orador em conferências e festivais internacionais.
Manuel Lima tem uma licenciatura em Design Industrial da Faculdade de Arquitectura da Universidade Tecnica de Lisboa e um mestrado em Design e Tecnologia da Parsons School of Design, em New York. Trabalhou durante a sua formação para a Siemens Corporate Research Center, o American Museum of Moving Image e o Parsons Institute for Information Mapping em projectos de investigação para o National Geo-Spatial Intelligence Agency. Durante a sua formação recebeu três bolsas de estudo, da Calouste Gulbenkian Foundation, da Luso-American Foundation e uma bolsa Dean’s do Parsons School of Design.
Depois 3 anos a trabalhar e como professor em NY, Manuel mudou-se para Londres onde trabalha como Senior User Experience Designer na Nokia’s NextGen Software & Services. É também conferencista sobre Visualização de Informação, em particular a visualização de Redes complexas.


Recursos
VisualComplexity
Creativity
Num artigo intitulado “Top 50 Linux Alternatives To Popular M$ Apps” JJMacey, no seu blog Dot Net / Blog faz uma lista não exaustiva de algumas das grandes aplicações disponiveis para Linux e que nada deixam a desejar às de outros universos (Microsoft e Mac)
Com uma caixa de ferramentas como a descrita neste artigo, o utilizador médio tem tudo o que necessita no universo Linux, algumas vezes com vantagem sobre o universo Microsoft. E a grande vantagem é o custo: ZERO, no caso do Linux…
Personalização
Uma das tendencias dos meios interactivos digitais é, ainda que raramente nos apercebamos disso, a personalização da experiencia: aquilo que vemos e a informação que recebemos, incorpora já as nossas próprias experiências e preferências anteriores. O universo de informação é-nos apresentado já, através de filtros que nós próprios vamos criando inadvertida e inconscientemente.
Como funciona? Todos temos experiência dos sites Amazon, em que frequentemente nos são apresentadas sugestões de compra incrivelmente exactas em relação ao nosso gosto e interesse pessoal. O truque é simples: o site regista as nossas pesquisas anteriores, os nossos cliques, os nossos interesses, e depois procede com inteligência à utilização desta base de conhecimento para construir sugestões adicionais, que se enquadrem nos mesmos temas, géneros musicais, literários ou temáticos, idiomas, tipo de produto ou classe de preço.
A panóplia de informação que pode ser incorporada nesta “inteligência” é imensa: pesquisas anteriores, cliques, comentários deixados, produtos repetidamente revisitados, listas de compras futuras (“wish lists”), compras efectuadas no passado, àreas do site preferencialmente consultadas, etc. Mais obvia é a informação entrada quando preenchemos o nosso perfil: idade, sexo, profissão, educação, local de residencia, país, profissão, especialização, interesses, hobbies, associações a que pertencemos, grupos de interesse, etc.
Sites como o LinkedIn ou Facebook são capazes de sugerir pessoas que possivelmente conhecemos, ou grupos de interesse a que poderiamos ter interesse em pertencer, apenas pela análise da àrea geográfica, grupo de conhecidos actuais (“amigos”, “conhecidos”), profissão, ou grupos a que pertencemos.
Sites como Technorati são capazes de avaliar as nossas preferências para recriar a página que vemos, com base no histórico da nossa interacção. A recriação destas páginas e a selecção “personalizada” de informação, é feita com base na construção de um perfil, que analisa padrões, preferências com base num conjunto de pressupostos (sejam dos mais simples aos mais complexos passando, por exemplo, por algorítomos de fuzzy logic, redes neuronais, ou outros, em geral da àrea da inteligência artificial, ou em meros critérios de selecção dicotómica em àrvore de decisão), conseguem gerar um conjunto de filtros (subtractivos ou aditivos) que constitui o perfil funcional do utilizador.
Deste modo, conteudos dinâmicos são gerados, parecendo assentar como uma luva na nossa própria expectativa. Acabou a época da página internet em que viamos o que o webmaster lá punha, e pssámos a ver “o que nós lá pomos”…
Esta forma de gerar o fornecimento de informação, constitui uma experiência muito mais enriquecedora, limitando a necessidade de filtragem de informação pelo próprio individuo, aumentando o nivel de relevância e a coerência da informação recebida, ainda que subtilmente possa conter ela própria a intenção não expressa de conduzir e limitar a atenção do individuo, em função de critérios que lhe são alheios. Ninguém duvida hoje da relevância da publicidade que os aparece em páginas internet, gerada pelos sistemas AdSense e AdWord do goolge. A publicidade é personalizada e corresponde aos interesses demonstrados pelo utilizador e ao contexto em que aparece. No entanto continua a ser publicidade…só que mais eficaz. De facto é um marketing one-to-one totalmente automatizado.
E a pergunta que se põe é: É possivel fazer isto noutro meios?
A resposta é arrasadora: Sim! Mas ninguém está efectivamente a fazer!!!
Reflitamos sobre alguns dos meios em que uma utilização efectiva de perfis de utilizador pode ser eficaz e, sob o ponto de vista tecnico, realizável no curto prazo com os meios de que dispomos:
InStore
A loja é um ambiente em que o relacionamento one-to-one é critico: muitas vezes é o que produz o momentum e o impulso de compra. Com o aumento de meios de publicidade digital na loja (televisão no ponto de venda, expositores interactivos, etc.) cada vez mais convêm reflectir sobre estes assuntos: uma venda mais pode depender disso. Se vamos fazer publicidade na loja, que esta seja adaptada ao nosso cliente especifico. E os meios são muitos!
Os Cartões de fidelização
A proliferação de cartões de fidelização são um filão extraordinário para personalizar o marketing automatizado: cada cliente tem um, e este pode ser usado para interagir com os meios difitais presentes na loja, uma vez que pode representar e remeter para informações relevante sobre o seu possuidor: profissão, sexo, idade, histórico de compras… Como aproveitar este potencial? Recorrendo à tecnologia: cartões RFID, banda magnética ou chip, usando o cartão para accionar dispositivos: o cartão RFID pode ser lido pelo sistema de televisão no ponto de venda ou um video de demonstração de um produto pode ser accionado quando o cliente passa o cartão na instalação de demonstração. Mas o numero de possiveis interacções è extraordináriamente maior do que será possivel descrever neste espaço.
Os sistemas de reconhecimento de face
Sistemas de reconhecimento de face permitem saber quem está a olhar para os displays na loja, por classes (sexo, idade, grupo etnico) . Assim todo o sistema de televisão no ponto de venda pode adaptar os conteúdos aos espectadores: os conteudos para uma criança, serão diferentes daqueles para uma mulher madura, ou para o homem jovem. Esta adequação dos conteudos pode significar a diferença entre estar a publicitar pensos higiéicos para uma audiência homens, ou mesmo brinquedos para uma audiência de reformados… ou ter uma publicidade eficaz.
Os expositores interactivos
Se o cliente examina uma peça exposta na loja, ele demonstra interesse por esse tipo de produto. Um expositor inteligente pode pois disparar conteúdos que correspondam a esse interesse: se o cliente pega numa máquina fotográfica de um dado modelo, pode imediatamente ver nos ecrãs as suas caracteristicas. Se ega numa segunda, porque não fazer um comparativo? E que tal sugestões sobre o modelo mais aconselhada para um certo padrão de interesse (preço, marca, dimensão, caracteristicas, etc.), ao fim da terceira maquina examinada? Toda a loja pode funcionar desta maneira e ter zonas interactivas em que, as acções do cliente, direccionam a sua interacção com a loja. A loja ganha assim novos vendedores, e o cliente tem uma percepção de personalização e atenção na interacção com os meios digitais.
O marketing Bluetooth
O que é que todos nós temos no bolso do casaco, ou na mala que trás na mão? Um telemóvel, claro! Não seria o ideal que uma loja pudesse fornecer ao cliente o orçamento, a simulação de crédito ou apenas o catálogo do televisor em que ele está interessado de modo que ele o pudesse consultar mais tarde? E se isso não envolvesse o trabalho de um funcionário, e permitisse ao cliente experimentar e pesquisar sem a sensação de estar a ser chato? Ainda melhor! Receber este tipo de media no telemóvel é o que se consegue com a utilização de dispositivos que por bluetooth enviem esta informação directamente para o dispositivo que está no bolso do cliente.
Uma tag em cada produto
Mas outros meios estão hoje disponiveis: e sefotografando um produto em exposição, imediatamente recebesse no telemóvel o seu catálogo com preços e condições de pagamento? Fáceil, entre outras experiencias bem sucedidas, o uso de vários tags visuais digitais, colocados nas prateleiras, em produtos, em cartazes, ou mesmo em edificios, peças de museu ou de exposição, stands de feiras, ou qualquer coisa que se pretenda marcar, permite através de uma fotografia, que é processada no meomento, recorrer à internet para imediatamente, sem demora, receber no telemóvel informação digital referente a esse objecto, produto, empresa, edificio… imaginava isto possivel? Podemos instalá-lo hoje mesmo na sua loja, ou num qualquer trajecto turistico!
Outros meios
Outros meios podem ser usados para esta personalização da interacção na loja ou no ponto de venda: vão desde o uso de biometria até ao processamento de imagem que permite seguir todo e cada um dos clientes nos seus trajectos dentro do espaço comercial. Cada um destes meios pode recorrer a informação préviamente armazenada (ficha de cliente, histórico de compras, etc.) de gerar informação no momento (o cliente é homem/mulher, interessou-se por fatos de estilista, desprezou a zona de roupa informal, etc…
E toda esta informação pode influenciar decisivamente a TOTAL personalização dos conteudos digitais que se oferecem ao cliente.
O museu, exposição ou centro multimeios
Quem não gostaria de à entrada do museu com meios digitais, num qualquer ponto remoto do mundo, perceber que estes meios lhe apresentam automáticamente os conteúdos na sua própria lingua, sem ser necessário qualquer acção! Ou que estes meios sugerem
outras explorações que vão totalmente de encontro aos próprios interesses pessoais, e de uma forma perfeitamente automática? O facto é que tudo isto é perfeitamente realizável, com pouco investiment e com pouca dificuldade tecnica. Usando meios RFID inseridos no bilhete adquirido à entrada do museu ou da exposição, todos os visitantes podem estar identificados dentro do museu de modo que os meios digitais se adpatem automáticamente às suas caracteristicas, sem intervenção humana (idioma, interesses, referências culturais”).
Por outro lado, o uso de dispositivos moveis, como os smartphones e PDA´s, têm um potencial imenso de receber em cada momento informação digital diversa, referenciada por tags em cada objecto (como um quadro num museu).
O perfil de visitante
Cada visitante pode ter um perfil individual e pessoal, que vai sendo construido automáticamente ao longo de uma visita, aproveitado em visitas posteriores, usado para exploração posteriores através da internet, ou noutras acções em pontos diferentes do museu ou do equipamento cultural. Este perfil permite acumular as pesquisas, preferências, interesses, dados de selcção de conteúdos, registar trajectos…enfim! O museu pode pois “adaptar-se” ao seu visitante e, posteriormente, fornecer informação referenciada: pelos interesses de visita, pelos interesses expressamente registados pelo utilizador, pelo registo de histórico de consulta. E pode ser o motor para inumeras acções, além da adaptação da informação disponibilizada: sugestões de merchandising, sugestões na livraria do museu, geração de newsletters, etc.
O perfil de grupo
De quanto tempo dispõe o grupo de turistas para visitar o museu? Quais os niveis de formação e etários dos elementos do grupo? Qual a sua lingua? OK, o museu prepara-se para estes parametros. O guia leva um identificador e todo o museu produz um resultado completamente adaptado e diferente do resultado de cada um dos outros grupos que ao mesmo tempo circulam no mesmo espaço. O que é este “identificador”? Uma tag RFID, que representa o perfil do grupo. Ao longo do museu, dispositivos de leitura do tag vão sabendo onde está o grupo, e vão adaptando automáticamente os conteudos: duração dos audiovisuais, idioma, tipo de informação, tipo de interacção, indicações de percurso (possivelmente num aparelho do tipo video guia, ou possivelmente em displays na parede, ou nos próprios dispositivos audivisuais instalados no local). No final a visita foi efectuada no tempo previsto, sem atropelos, e sem perdas de tempo em informação irrelevante! O grupo de japoneses recebeu informação para as suas referências culturais, o grupo de portugueses ouviu falar do que sabe, e o grupo de americano viu um espectáculo de wrestling… todos visitaram o mesmo museu! Todos viram coisas diferentes.
O museu para levar para casa
E no final da visita, cada visitante coloca a sua pen-drive, ou flash memory num port USB, e leva para casa um documentário para ver calmamente no fim das ferias, com as recordações do museu. E se não tem um pen-drive? Ok, tem um dispositivo bluetooth? Ou WiFi? Tanto faz…também serve. Ou então, em qualquer momento vai ao site internet do museu, identifica-se ou ao grupo em que efectuou a visita, e ali está todo o multimedia relevante para download sob a forma de um video, uma animação, uma apresentação, ou nos mais prosaicos documentos pdf ou mesmo numa pagina web gerada dinâmicamente.
As cidades e os trajectos turisticos
Quando visitamos uma cidade desconhecida, gostamos de preparar a visita. Acumulamos mapas, prospectos, referências de restaurantes, monumentos, bares, salas de espectáculo, lojas e ruas, praças a e locais, estátuas e edificios, parques e museus, transportes publcios, linhas de comboio, horários e estações… Uhmmm
Um guia digital de visita
Então e se fizessemos isso prévimanete na internet, preparássemos a viagem e soubessemos que, chegados à cidade, lá nos esperariam locais em que poderiamos requisitar um guia electrónico, que conteria toda esta informação que tinhamos preparado e mais uma quanta automáticamente gerada, com base nos nossos interesses, demonstrados nessa preparação? Não necessitávamos de mapas, horários, guias em papel, prospectos, livro de apontamentos, nada…
Guia de orientação
Na posse deste guia ele funcionava como um aparelho de GPS para navegação, indicando-nos os trajectos para as visitas que quisessemos fazer, sugerindo o próximos pontos de interesse nas imediações, ou resolvendo rápidamente o nosso pedido de: encontra-me um restaurante nas imediações, que estou esfomeado!
Video Guia de visita
Chegados aos locais de destino, ele funcionaria como um video-guia, permitindo-nos ir explorando informação sobre cada quadro do museu, sobre a ementa e as sugestões do restaurante, sobre o edificio que estamos a ver. sobre o programa, horário e preços do teatro a que queremos ir…
Terminal interactivo
E se nos désse na cabeça uma noite mais requintada: reserva no restaurante chique, bilhetes para o concerto nessa noite, e entrada numa discoteca para a madrugada…Ok, numa cidade estranha, onde se fala uma lingua que não conhecemos??? Nem pensar! Errado! O nosso guia digital pode fazê-lo por nós… e bem… e na nossa lingua.
Bom… e se tudo isto pudesse ser posto no nosso iPhone, para quem o tem, claro? Ou num SmartPhone… assim nem necessitávamos de requisitar ou alugar o guia à chegada. Ele estaria disponivel que desde que saimos de casa! Simplesmente necessitariamos de instalar uma aplicação…e estávamos prontos para avançar!
A verdade é que qualquer pessoa pode hoje na internet fazer o download de guias de visita para smartphones, para as principais cidades do mundo. Eles funcionam em várias plataformas, desde SmartPhones a qualquer dispositivo com Java instalado. A diferença é uqe estes guias são estáticos, não personalizados, não interactivos, não dirigidos a cada um de nós individualmente. Quando os dispositivos têm acesso internet, tudo se pode modificar: não é necessário obter toda a informação préviamente (ela pode ser obtida interactivamente a cada passo, e portanto todo o tipo de detalhe pode estar suportado, alem de que ao introduzir a personalização, ao filtrar a informação através do perfil preparado, das preferências de viagem e de visita, e através da georeferenciação, a utilidade multiplica-se.
Conclusão
A verdade é que todo este cenário pode ser fácilmente desenvolvido com tudo o que temos hoje disponivel, com as tecnologias existentes e correntes, como quem desenvolve um web site… pouco mais! Tinham percepção disto?
A Dreamfeel, como empresa concentrada no marketing interactivo cria, investiga e projecta sistemas que, baseados nas tecnologias existentes, aportam mais valias imensas nas aplicações de marketing digital e multimedia, mas também na aplicação de multimedia em museus, guias de visita, centros interpretativos e outros recintos em que multimedia e interactividade, sob as formas tradicionais de Dynamic Digital Signage ou a Interactive Signage, ou sob qualquer outra forma de sistemas digitais interactivos, podem ser aplicados com vantagem, como lojas digitais e lojas do futuro, montras interactivas, instalações e eventos multimedia e interactivos.
Se tem uma ideia e pretende desenvolvê-la no seu negócio fale com a nossa equipa. Temos propostas inovadoras que vão surpreender os sues clientes ou o seu público.
Referências
http://www.microsoft.com/tag/content/what/
http://securitysolutions.com/mag/security_rfid_takes_chicago/
http://newmuseums.blogspot.com/2007/03/rfid-and-museums.html
Ganhando popularidade mas, ainda assim, fica a dúvida sobre a sua utilidade: ninguem pode ignorar o twitter.
Seja qual for a utilidade, aqui fica uma lista de ferramentas que permitem a interacção entre Twitter e um blog WordPress.
Twitter Badge – Esta é uma ferramenta oficial. Um código JavaScript que podes colocar no teu blog e que mostra aos leitores o que tens escrito no Twitter.
The Twitter Updater – Um plugin para Worpress que cria entradas automáticas no twitter a partir, para cada post criado no blog.
TwitThis – Um btão no blog, para criar Twittes a partir dele (nos posts, ou no sidebar).
Twitter Tools – De facto é uma constelação de várias funcionalidades que integram o Blog WordPress com o Twitter: lista os twittes no blog, e cria twittes a partir das entradas do Blog (em Javascript).
Twitt-Twoo – Um plugin para actualizar Twitter a partir da sidebar (usa AJAX).
RSS to Twitter – Criar um feed RSS a partir das entradas Twitter, é possivel com este script PHP. De utilidade duvidosa (o próprio twitter é já por si um feed… se bem que não seja RSS…), mas mesmo assim pode ser interessante.
Para quem tem o seu blog alojado em wordpress.com, infelizmente os pluggins e scripts em javascript não podem ser executados. Nesse caso um útil addon é o “AddThis“.
AddThis - Este botão que permite adicionar a página em que é instalado, a umas boas três dezenas de sites de internat social (incluindo twitter, digg, del.icio.us, Facebook, MySpace, entre outros) não pode funcionar totalmente no wordpress.com. No entanto as funcionalidades que restam (que são as que não dependem de JavaScript nem de pluggins), continuam operacionais. A experimentar.
Referências
http://muiomuio.net/twitter-para-wordpress/
http://www.addthis.com/
Encomendar um website pode parecer a mais simples das tarefas…mas é falso!
A verdade é: para uma PME, encomendar e escolher um website será certamente um dos mais importantes passos de marketing que dará em prol do seu negócio, e seguramente o que mais público atingirá.
Parece uma afirmação gratuita! Será? Não é! Lembre-se de alguns factos:
- Um bom WebSite é visivel em todo o mundo. Mas lembre-se que do mesmo modo, um mau site será visivel de todo o lado;
- Cada vez mais, as decisões de escolha defornecedor, de escolha de marca, de escolha de produto, são precedidas de pesquisa na internet. Em Portugal, excepto em sectores específicos (Viagens, Electrónica de consumo, Informática…) as compras na internet são ainda em pequeno numero, mas inquéritos demonstram que é o país da europa em que as compras no comércio fisico mais são precedidas de pesquisa internet. E a decisão é tomada com base nesta pesquisa.
- Para muitas empresas a internet é o único canal de comunicação directamente acessivel ao público em geral e aos potenciais clientes. Por exemplo, fazer chegar um catálogo fisico a um cliente que o desconhece é uma tarefa quase impossivel… com um site internet isso acontece a cada segundo.
- Em muitas situações o WebSite será o primeiro contacto que um potencial cliente terá com a sua empresa. O Site causará nele uma primeira impressão, e por arrastamento, será formada uma primeira impressão da sua empresa. Lembre-se: “Não há segunda oportunidade para causar uma primeira impressão!” e esta pode ser a causa de decisões emocionais e intuitivas imediatas!
Antes de encomendar um site, peça e analise propostas concretas. Tenha em atenção os seguintes pontos, e analise as propostas com relação a eles:
- Defina sempre préviamente os objectivos a atingir com o site, e concentre-se neles: evite desvios ou informação irrelevante para o objectivo. Se o objectivo é mostrar os produtos que vende, concentre-se no catálogo de produtos; esse é o ponto mais importante do seu site; concentre-se na história da empresa/marca, na relação com os seus clientes actuais, nos projectos que tem em curso e nos aspectos estéticos, se o objectivo é um site de prestigio e de imagem corporativa; Explique os detalhes tecnicos, com a maior qualidade possivel, se o seu site é um site tecnico, de suporte a produto tecnico, ou se a sua actividade, que pretende retratar, é uma actividade em que a qualidade tecnica é o factor decisivo; Aposte nos aspectos formativos, na ilustração, na fiabilidade da informação, nos aspectos didáticos, se o seu site é um site de formação ou educação, etc.
- Seja objectivo, não complique e não misture conceitos. Um conceito forte de site, constitui uma receita para o exito…mas a dificuldade em compreender a estrutura ou o objectivo, pode ser a sua morte e determina a sua inutilidade. Além disso lembre-se que aspectos não suportados no início, podem sempre ser acrescentados mais tarde.
- Há coisa que você não se pode esquecer de dizer no site (acredite que há quem se esqueça!):
- Descreva claramente a actividade da empresa. Basta uma frase. Mas se quiser pode elaborar mais e falar de fornecedores, de clientes de parcerias, fazer a histório (data da fundação, crescimento, etc.). Mas não exagere: aquilo que ara si é importante, raramente interessa ao cliente.
- Não se esqueça de descrever genéricamente os seus produtos ou serviços, e se for o caso a quem se destinam (apenas para profissionais, para a industria, etc…). Pode acrescentar a lista das marcas.
- Pode acrescentar um catálogo de produtos, uma tabela de preços, um formulário de encomenda, etc.
- Se tem procedimentos especiais para encomendas, reparações, ou condições especiais para cliente final, venda por grosso, tente ser organizado, mas não se esqueça. Acrescente limitações territoriais se as tiver. Escreva tudo isto como intruções clara para o seu cliente, e nunca comouma dissertação académica, por muita vocação para ensaista que possa sentir!
- É bom manter uma lista de clientes satisfeitos. O mesmo para projectos executados com exito. Ha quem necessite de ter uma lista de parceiros e/ou fornecedores. Se não precisa não atulhe o site de informação inútil.
- Nome da sua empresa, endereço completo e contactos (telefone, fax e mail). Os contacos gerais devem ficar bem visiveis. De preferencia acrescente um mapa da localização. Indique os colaboradores, ou responsáveis nas funções chave (se achar necessário) e respectivos contactos (telefone, telemovel e email). Mas este podem ficar noutra página (a que chama ” a equipa” ou algo parecido). nesta página pode tembém descrever a organização da empresa (departamentos, divisões ou secções, delegações e representantes)
- Mantenha tudo organizado de uma maneira lógica e ordenada. Nunca ponha esta informação na Home Page: esta deve ser concebida como publicidade corporativa de prestigio (basta um slogan, uma frase, uma imagem, um logotipo, ou um pequeno texto…seja criativo, mas mantenha as coisas discretas).
- Defina claramente um budget e um prazo de realização. Não permita que se prolongue eternamente a realização da base do seu site: é melhor ter um site basico disponivel, e evolui-lo depois, do que não ter nada ou ter algo muito elaborado, mas que só ao fim de um ano vai estar concluido; acredite que ao fim de um ano os seus objectivos já mudaram…
- Faça um briefing escrito curto e conciso, com toda esta informação, como base para definição do que pretende. Não tente ser tecnico neste briefing: descreva-o em palavras suas. Inclua todos os pontos relevantes mas não se disperse. Siga este guia, e terá tudo o que necessita. Se necessário, para o ajudar a ter uma ideia sobre que valores e custos considerar, faça consultas informais a possiveis fornecedores de serviços.
- Com base nas ideias fixadas no briefing, peça sempre propostas criativas, financeiras e de realização do projecto e, se necessário peça a sua afinação posterior até se considerar satisfeito. Uma proposta simples, clara e objectiva é sempre melhor que uma proposta muito elaborada e rebuscada , mas incompreensivel, principalmente se é um leigo. Use sempre o maior sentido crítico na sua avaliação: ou entende o que lá está, ou acredite que não é uma boa proposta. Afinal o site é para o público, não é para gurus e ultra-super-tecnicos… Não permita descuidos com nenhum dos aspectos que identificou como importantes: quem propõe. ou sabe do que se trata ou não sabe! Não admita aspectos “a definir”! Se há alguma coisa a definir, defina-a!
- Opte pelo bom website. Não será possivel esconder um mau Web Site: ele será visivel em todo o mundo! Se depender de um mau website, a sua solução será substitui-lo! Isso tem custos incalculáveis (tempo perdido, falta de comunicação com o mercado, atraso nos projectos, custos financeiros). Evite ter que o fazer.
- Um site adequado mostra cuidado e atenção para com o seu cliente e negócio. Um site incompleto, descuidado, desadequado, feio, mal concebido, com erros, denota falta de consideração por quem o procura. Lembre-se que é fácil ser produzida uma classificação emocional da sua empresa, a partir do que se vê no seu site. não existe nada que seja “site em construção”! Não permita isso. Os sites estão sempre em construção, por isso é redundante dizê-lo. O que existem são sites que estão miserávelmente feitos e não estão acabados…
- Custa muito menos dinheiro ter impacto positivo com um muito bom website, do que corrigir uma impressão negativa por ele produzida, ou pela sua inexistência.
- Um website não é uma montra de tecnologia: excesso de frames, subdivisões, menus e submenus, animações e videos,tumbnails, galerias, aplicações e widgets, tem tendência a confundir o utilizador e dispersa a sua atenção: Concentre-se no conteúdo e seja parcimonioso na escolha de tecnologias adicionais. Quanto mais simples, mais fácil de manter o site adequado aos objectivos. Um site mais complexo e elaborado sobre conceitos inovadores, e um desafio, e necessita de uma grande atenção à sua ergonomia, o que não é provávelmente possivel obter por baixo custo; nesse caso prepare-se para fazer um trabalho mais profundo e aconselhar-se com profissionais reconhecidos.
- Um site sem conteudos é um site a que ninguem volta novamente! Esforce-se por disponibilizar toda a informação que o utilizador pode estar à espera encontrar. Disponibilize também informação de referência que possa motivar novas visitas. Aposte na interactividade e nos conteúdos produzidos pelo utilizador, se isso se justificar. Interaja e estimule a interacção. Não fale superficialmente sobre assuntos de que não tem dados. Fale sobre assuntos que domina, evite aqueles que não domina. Mas conscencialize-se: os conteúdos serão sempre sua responsabilidade!
- Mantenha o site permanentemente actualizado. Um site que não se actualize morre. Todos os dias você lê o “jornal do dia”! Imagine-se a ler eternamente o mesmo jornal do mesmo dia… aguentaria? Um site é igual: periódicamente deve apresentar novidades e ser renovado. A periodicidade pode ser mensal, semanal, diária, ou mesmo horária, ou outra coisa qualquer que se adapte bem ao perfil do site e dos respectivos visitantes.
- Assegure-se que o site que escolhe tem uma manutenção fácil; caso contrário nunca o conseguirá manter actualizado. Para isso deve estar previsto um backoffice suficientemente poderoso para assegurar a actualização da informação de actualidade. Pergunte-se: Pode retirar e colocar documentos, textos, imagens, multimedia com facilidade (ainda que apenas em secções especificas do site)? Consegue fazê-lo autónomamente, ou tem que recorrer a tecnicos? Consegue criar e actualizar uma newsletter? Pode acrescentar, eliminar e fazer manutenção de dados de produtos no seu catálogo? Consegue acrescentar e eliminar páginas ao seu site? Pode determinar fácilmente quais os destaques da home page? Tem suporte ao contributo de terceiros (se tem colaboradores que possam alimentar o site)? Tem formas expeditas de o visitante contactar consigo (mail, msn, skype, numeros de telefone, moradas)?
- Não se esqueça que o seu site necessita de alojamento na internet, e os serviços de alojamento são muitos e variados, dos muito bons, aos muito maus. Confie no que lhe sugere um profissional, antes de contratar um alojamento que está permanentemente down, com o qual não se consegue contactar para resolver um problema…ou que se esqueça de lhe recordar atempadamente a necessidade de renovação de propriedade de dominio.
Não descure outros aspectos, se eles forem imprtantes. Cada caso é diferente, mas estes são possivelmente os mais importantes: garanta-os antes de mais e só depois pense no resto. Seguiu estes passos? Contacte a equipa da Dreamfeel, ou uma empresa da sua preferência, e encomende o seu site. Ainda não conseguiu seguir estes passos? A nossa equipa Dreamfeel pode acompanhá-lo e auxiliá-lo a fazer esta definição e apresentar-lhe proposta… e no final estará pronto para arrancar com o seu site. Bom trabalho.
Há dias percorria várias das e-mags que visito regularmente e a minha atenção prendeu-se num artigo de Mathew Honan, na WIRED News, sobre a revolução da geolocalização.
Nesse artigo, intitulado “I Am Here: One Man’s xperiment With the Location-Aware Lifestyle”, descrevendo a sua experiencia com a aplicação WhosHere, para iPhone, que básicamente permite conhecer quem está à nossa volta, num dado local (e vice-versa, claro), usando a mesma aplicação, e uma vez identificadas essas pessoas, percorrer o seu “profile” e, se se pretender, iniciar a interacção, possivelmente um chat, com alguma dessas pessoas.
Nada melhor que observar atentamente quem a sabe FAZER:
Now you can!
Quando na campanha de Obama foi distribuida entre os apoiantes uma aplicação iPhone que procedia à geolocalização, e personalizava a interacção com o utilizador (além do seu próprio perfil de apoiante) em função dessa geolocalização, fornecendo apenas interacções relevantes para a data e o local onde a pessoa se encontrava, muita gente pensou Wow! That´s it… Na realidade, que interessa fornecer insistentemente o calendário das acções em LA, se o apoiante se encontra em NY…
Esta simples caracteristica da aplicação iPhone, permitiu uma acção focalizada, eficaz, directa, não intrusiva (pelo menos, menos intrusiva!), e no fundo muito mais envolvente: sabemos o que se passa ao nosso lado, e realmente nos interessa, e sobre que podemos falar com os nossos contactos e amigos, e não o que se passa algures num lugar que nem sabemos ao certo onde é.
À publicidade na net tem-se posto o mesmo problema, mas aí ele é relativamente mais fácil de resolver. Conhecer a localização de uma cybernauta é relativamente simples (com algum grau de precisão), em certas condições quando se liga por meios fisicos. Mas que dizer das ligações por banda larga móvel, ou da internet em dispositivos móveis? O problema volta à estaca zero.
A solução até agora estava em utilizar aplicações proprietárias, caso a caso, e que os programadores web propunham que se instalassem, para responder a um site especifico. O utilizador acabaria com centenas de aplicações instaladas, todas para o mesmo efeito, todas diferentes e, quem sabe, possivelmente incompativeis. Excelente solução para aplicações web que usam intensivamente a localização (previsões meteorologicas, trafego, optimização de trajectos, etc.), mas uma solução horrivel para um site que esporadicamente queira fornecer uma unica informação localizada (como por exemplo o tempo ou as noticias locais).
Mas uma nova aplicação para iPhone permite resolver o problema. A Alocola (assim se chama a aplicação) procede ao fornecimento, mediante autorização do utilizador, da sua localização a qualquer site que o solicite. A aplicação uma vez instalada verifica para todos os URL´s no browser do iPhone (o Safari) se esse url solicita localização, através de um link começado por “alocoa://” e se sim, solicita ao utilizador autorização para a fornecer; após isso retorna o utilizador à mesma página aparente em que estava.
No website da aplicação Alocola, existe um guia de desenvolvimento web, e a aplicação é freeware, disponivel para download nas lojas que vendem iPhone (EUA). O source code é open source sub licença GPL2
Simples e eficaz. E a publicidade já a está a utilizar.
Os recentes acontecimentos com o site Ma.gnolia levaram muitos responsáveis a repensar a opção pelas aplicações online, mas principalmente pelos provedores de armazenamento de dados online.Ver http://technologizer.com/2009/01/30/magnolia-toast/ e http://blog.wired.com/business/2009/01/magnolia-suffer.html
O risco existe, e não pode ser ignorado. Confiar o armazenamento de dados a um provedor de armazenamento online pode ser mais arriscado do que coloca-los simplesmente num servidro interno, mesmo que este não posssa ser administrado e submetido a regras de segurança mais elaboradas; é que os riscos ficam fora de controlo da empresa, os processos são simplesmente exogenos, e mesmo politicas de segurança muito claras podem rápidamente revelar-se bem mais frágeis que replicação “in-house”. Em contrapartida é certo que provedores suficientemente profissioonais terão uma abordagem seguramente mais avisada das questões de segurança, do que será alguma vez possivel implementar internamente em pequenas organizações. O tempo encarregar-se-à de distinguir o trigo do joio, e não será certamente um acidente, um imenso imprevisto feito de coincidências que dificilmente se repetirão, como o caso do Ma.gnolia, que irá parar a tendencia de outsourcing de alguns dos serviços de armazenamento de dados.
No entanto alguns cuidados devem ser postos antes de optar por uma destas soluções, e a consciencia de que os riscos são inversamente proporcionais ao cuidado com que analisa as seguintes questões:
- Antes de contratar, esclareça completamente quais as formas de recuperar os seus dados.
- Estabeleça seguramente se há ferramentas propriétárias para a recuperação de dados, e evite-o.
- Esclareça completamente que taxas serão cobradas para a recuperação de dados e a sua migração para as suas proprias plataformas
- Verifique qualquer condição particular contratada que limite ou condicione a recuperação de dados, bem como a sua migração para outras plataformas (outros provedores)
- Garanta que no final do contrato os seus dados serão automáticamente devolvidos, num formato standard, nomeadamente num qualquer dispositivo removivel, compativel com os seus proprios sistemas.
- Nunca faça outsourcing dos seus meios primários de armazenamento. Estes devem ser feitos localmente e sob o seu inteiro domínio. Use os serviços externos apenas para garantir a replicação, e a recuperação de segurança em caso de falha dos sistemas internos.
- Faça as mesmas perguntas de segurança, e analises de risco sobre o seu fornecedor de serviços, que faria sobre o seu proprio sistema interno de replicação de dados. Não se intimide com os detalhes, e não se contente com afirmações genéricas e não técnicas.
- Verifique que o serviço que contrata segue as suas proprias politicas: de nada serve um backup diário, se o seu processamento de dados é mensal, e vice-versa.
- Assegure-se que os formatos de armazenamento são standard e abertos (não propriétários) e tão isentos da necessidade de ferramentas e protocolos próprios quanto possivel.
- Verifique regularmente que pode recuperar os dados, através de exercicios de simulação.
Por fim, um ultimo conselho: nunca subcontrate um serviço de segurança, excepto se tem a certeza que ele será efectuado melhor do que o faria internamente, em TODAS as condições.
















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