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Para lançar o canal TNT em HDTV na Bélgica, a foi colocado um grande botão vermelho no centro de uma pacta praça numa localidade na Bélgica. Um cartaz com uma seta apontando o botão dizia: “Push to add drama”  (Carrega para adicionar drama) convidanto as pessoas a usarem o botão. E esperámos que alguém carregasse no botão…

Descubra o que aconteceu …
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Não é segredo nenhum que Portugal é um dos paises do mundo com maior indice de utilização das transacções electronicas, apresentando uma excelente posição no ranking dos paises da UE. 

O número de transações electrónicas em Portugal é já muito grande, e extremamente significativo no ambito do funcionamento da economia, e não são transacções apenas baseadas na internet: todo o sistema de portagens, a rede de ATM’s (em que portugal apresenta uma abundancia muito acima dos restantes paises da UE, com o primeiro lgar absoluto), no número de serviços disponiveis por meios electronicos (mais uma vez as ATM em Portugal apresentam o maior número de serviços, relativamente a toda a UE). 

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A oferta de produção de sites a baixo custo multiplica-se. São estudantes, amadores habilidosos, programadores, freelancers, que sem uma estrutura empresarial, oferecem os seus serviços.

Se bem que sob o ponto de vista de oferta possa ser interessante pelo preço, os problemas surgem depois. É que sem uma estrutura empresarial, sem uma equipa de suporte, muitas vezes sem uma estabilidade de estabelecimento no mercado, uns meses depois, quando o site necessita de ser actualizado ou modificado, quando a empresa necessita de alterar uma morada, um logotipo, uma representada, a descrição de um serviço ou revalidar um alojamento ou um registo de domínio, já não está disponivel quem fez o site.

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Certamente todos nós, principalmente os mais velhos,  sonhámos alguma vez frente a um cartaz de cinema.

E quantos de nós terão perguntado quem os faria; quem seriam os artistas que os concebiam.

Pois aqui está.

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Science of Time é a face visivel de uma organização mundial de estudo de tendencias de mentalidade e consumo, logo tendencias de marketing. Organiza-se como uma rede colaborativa de investigadores e profissionais desta área e resulta num acumular de conhecimento incomparável, e numa permanente atenção ao que se passa em todo o mundo.

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Está fantástico! Simplesmente isso…

Criativo e imaginativo, simples e muito directo nos conceitos. Possivelmente melhor que o browser…

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O conceito é interessante e o bar também. O efeito é espectacular. Agora apareceu um video mais longo que o mostra em detalhe.

É possivelmente o maior ecrã multitouch do mundo. E  ainda que já tenha uns anos, continua a fascinar.

A não esquecer.

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A Wired Magazine (um magazine online, já com largos anos e um público fiel) sempre aborda de forma desassombrada temáticas interessantes do mundo digital (só possivel pela qualidade dos autores de que dispõe). Mas não só.

Num interessante artigo, de há já algum tempo, a temática do poder da publicidade e do marketing, da forma como a manipulação do espectador, do uso dos seus desejos mais profundos, dos seus medos e aspirações, põe na mão de quem publicita um meio com um poder imenso. Poder de vender mas também poder de mudar comportamentos, de alterar a sociedade, ou de intervir de forma suspeita ou insuspeita no funcionamento e na psicologia das pessoas, nas suas opções politivas, de estilo de vida, ou na forma como entendem o mundo e as acções de quem detem o poder.

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O Imagens de Marca é um magazine de informação dedicado à publicidade e marketing, que aborda a temática da comunicação das marcas.

Temas dedicados à estratégia, análise, inovação, bastidores da publicidade, responsabilidade social, entre outros, são motivo de reportagem no programa. O Imagens de Marca está no ar na SIC Notícias desde Janeiro de 2004, tem vindo a conquistar um público muito fiel e afirmou-se no mercado como uma referência no mundo das marcas e das empresas nacionais e internacionais .

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imagesNão é raro encontrar marcas que, ao longo do tempo, constroem uma imagem, ou uma linha de comunicação com o seu mercado.

Porém surpreende sempre quando, mais do que observar cada peça de publicidade ou de comunicação de marca, per si, observamos a consistência com que em alguns casos isso é feito ao longo do tempo e sempre dentro de uma mesma linha.

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Não sabe o que são mupis? Então veja aqui. Fácil, fácil!

Se procurar num dicionário, não encontra. A Wikipedia é muda sobre mupis… O que é um MUPI? No mundo dos meios e publicidade, todos sabemos o que são. Para um leigo é uma daquelas palavra que fazem parte do “publicês”, mas…afinal… não é nada do outro mundo!

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A propósito de jornalismo, alguém dizia há dias que a internet social não era mais que um elemento adicional de perturbação, e que a infantilidade do meio não o adequava a mais do que meia duzia de disparates de “putos” e “pitas” e inclusivamente que pode e deve ser ignorado, pois muito mau seria andar permanente a correr frenéticamente, ontem atrás de um facebook, hoje de um myspace, sempre em evolução e sempre desaproveitados,  amanhã de um Twitter que nunca verá as facilidades entendidas, e que mais será depois de amanhã? 

Já ouvi o mesmo vindo da boca de marketeers e de publicitários.

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Alguém tinha que ser o primeiro a marcar uma posição e completamente demarcar-se da imagem que actualmente tem a banca e o mundo das finanças, aos olhos do mundo.

O Barclays fê-lo bem. Esperemos que o feitiço não se vire contra o feiticeiro, e não haja motivo para as más noticias sairem da própria casa… o tempo o dirá. Para já um excelentemomento de marketing, comunicação e publicidade , mas com riscos futuros…

 

AT&TVideoA agência é a Atmosphere BBDO e o cliente a AT&T, na sua marca Cingular (usada pela AT&T Mobility LLC).

A ideia é fabulosa e a criatividade usa a tecnologia para um efeito fantástico. Não pode perder!

 

 

 

 

 

 

publicité marranteO site é francês e extraordinário em vários aspectos.  O seu tema é a comunicação, o marketing , a publicidade.

Mas o artigo que chamou mais a atenção foi “Plus de 500 publicités de Street Marketing extraordinaires ! – Partie 1 et 2″ (“Mais de 500 publicidades de Street Marketing ! – Parte 1 e 2″).

Vai desde o já quase banal marketing de guerrilha, ambient media, publicidade mais convencional, mas mesmo assim muito criativa, até verdadeiras provocações e ideias de ruptura. Encontra-se um pouco de tudo, mas sempre de excelente qualidade, em qualquer caso.

Percorra e delicie-se. Analise e se entender, procure as referências, as marcas, as agências e os criativos. Muita coisa está bem descrito por essa internet fora. Apenas é necessário um pouco de persistência.

 

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Como diferenciar a sua empresa gráfica de grande formato de todas as outras ofertas existentes no mercado?

A gráfica PacBlue, de Vancover, Canadá, especializada em impressões de grande formato, ao enviar a todas as agências de publicidade cartões comerciais… de grande formato!

A ideia foi criada pela encontrou a solução, ao recorrer à Hot Tomali Communications, e a intenção foi demonstrar a especialazação e especialidade  aos seus mais directos clientes potenciais. E resultou!

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O Grupo Páginas Amarelas, no Canadá, publica directórios especializados, telefónicos e publicitários, há mais de um século, incluindo nos ultimos anos os directórios internet, que incluem motores de pesquisa. Vendo a sua penetração ameaçada pela presença dos motores de busca internet com mais penetração (Google, Yahoo, etc.) necessitou de relançar a sua presença de uma maneira forte e inesquecivel, claramente diferenciador.

A agencia Cossette, de Vancover, Canadá, desenvolveu o conceito posicionando o serviço internet das Páginas Amarelas (Canadá) como o serviço que encontra os negócios locais e próximos com vantagem obvia de rapidez e eficiencia, relativamente aos seus concorrentes.

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PS GRandis 1Já o tinhamos feito para o congresso do PS em Espinho, e para as Eleições Europeias.

De novo a Dreamfeel foi escolhida para efectuar a decoração dos veiculos do Partido Socialista na campanha para as eleições legislativas, tendo efectuado trabalhos de design gráfico, adaptação de grafismos aos veículos e coordenado os trabalhos de impressão e montagem das películas decorativas.

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Tipificar as campanhas que os novos meios proporcionam, é algo inatingivel ainda, pelas próprias caracteristicas dos media: sendo meios emergentes, novos portanto, ainda são terreno fertil para a criatividade. E o futuro ainda nos reserverá novas utilizações que vão sendo imaginadas passo a passo. 

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Proporcionar uma experiência divertida, ao mesmo tempo que cria fortes laços com a marca, é o objectivo do street chat e do chatwall que, usando meios como o telemóvel, permite que, em espaços públicos, mensagens SMS sejam projectadas em grandes ecrãs ou em outros meios de visionamento pelo público dos textos enviados pelo utilizador.

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«Os vários benefícios da publicidade são frequentemente negligenciados quando se pretende regular esta actividade» explica a Associação Portuguesa de Anunciantes (APAN) no lançamento do seu novo microsite em que assume de forma clara a missão de explicar aos portugueses as vantagens desta actividade, os seus benefícios e os impactos na actividade económica, social e cultural.

Este microsite tem como proposito criar uma mensagem clara sobre estas matérias, e «alinhar um conjunto de argumentos que estão na base de benefícios e mais-valias gerados pela indústria e por todo o sector da comunicação». Leia o resto deste artigo »

Esta foi uma acção emboscada de promoção da marca Moche da TMN, realizada no Porto pela agência Bazooka, aproveitando um evento marcado para o centro do Porto e que nada tinha a ver com a marca. Um video em que fica a hsitória…marketing de guerrilha, nem sempre muito bem sucedido, apesar do exito do evento!

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A designação “Proximity Marketing” entrou definitivamente no vocabulário da especialidade. Mas o que é o “Proximity Marketing”?

Proximity marketing é a distribuição localizada de conteúdos de publicidade e marketing, associadas a um local particular, fisico, onde são distribuidos (geolocalização de proximidade). Os conteúdos podem ser distribuidos por diversos suportes de transmissão, e quando são digitais, recebidos essencialmente em dispositivos móveis na posse do destinatário, ou grupos de destinatários. 

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Não consegui resistir! Que excelente campanha!!! Que ideia fabulosa. Vejam o video pois é muito bom mesmo, baseado num excelente texto:

 

 

Esta é uma campanha de incentivo à leitura idealizada e produzida por alunos do curso de Publicidade e Propaganda da UNIFACS – Universidade Salvador), a partir da adaptação de um texto de Guiomar de Grammont (veja o curriculum em Guiomar de Grammont, em letras em lisboa).

Ler devia ser proibido também é um blogue.

Créditos do vídeo:
Alunos do 2ºano – turma pp02/2003 – do curso de Publicidade e Propaganda da UNIFACS – Universidade Salvador
Deborah Toniolo, Marina Xavier, Julia Brasileiro, Igor Melo, Jader Félix, João Paulo Moura, Luciano Midlej, Marcos Diniz, Paulo Diniz, Filipe Bezerra.

Parabéns!

Referências:
O post original está no blog Prof Res
Curriculum de Guiomar de Grammont
A referência a Guiomar Grammont em letras em lisboa
O blog Ler devia ser proibido

 

A Havas Digital acaba de publicar o seu estudo “Consumo Cruzado de Meios”, estudo fundamental sobre a utilização de meios em Portugal.

O estudo mostra que a utilização da internet continua a aumentar entre a população portuguesa, muito além do que é suposto: 70% da população portuguesa utiliza diariamente a Internet em 2008, em oposição aos 52 por cento registados em 2006. O estudo acrescenta ainda que os internautas Portugueses dedicam mais horas no fim-de-semana à Internet, a influência da Internet na tomada de decisão cresce em todas as categorias, destacando-se os produtos de turismo, tecnologia e financeiros.

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Para quem ainda tem duvidas sobre a publicidade na internet e em meios digitais, fique sabendo que a internet é cada vez mais explorada por empresas que investem em marca. Verifique o ranking  de investimentos na web em 2008, no Brasil :

1 – Bradesco – R$ 221.628.000 – 13,9%
2 - Itaú – R$ 100.862.000 – 6,3%
3 – Ford – R$ 72.368.000 – 4,5%
4 – Samsung – R$ 59.915.000 – 3,8%
5 – Fiat – R$ 58.869.000 – 3,7%
6 – Unilever – R$ 54.263.000 – 3,4%
7 – Coca-Cola – R$ 51.043.000 – 3,2%
8 – Sky – R$ 43.667.000 – 2,7%
9 – Volkswagen – R$ 38.306.000 – 2,4%
10 – Brasil Telecom – R$ 37.451.000 – 2,3%
Outros do Ranking – R$ 856.077 – 53,7%
Total – R$ 1.594.449.000
(Fonte Ibope Nielsen Online)

Sem duvida impressionante!

em
http://lacasacom.wordpress.com/2009/03/13/anunciantes-web/

 

 

image00019_0Os conceitos de interactividade são hoje centrais no marketing, especialmente no marketing de proximidade. Nas culturas anglo-saxónicas fala-se inclusivamente em Interactive-Marketing.

Dos conceitos de interactive marketing para os quais a tecnologia mais contribuiu, sem duvida que o das montras interactivas é o mais interessante.

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Uma excelente série de artigos sobre Marketing de Guerrilha pode ser encontrada no prestigioso blog Web Urbanist que constitui um local de passagem obrigatória para quem se interessa por design, sendo uma referência Web para visões alternativa nos vários campos da comunicação, arquitectura, arte e design.

Guerrilla Marketing 1: History of Guerrilla Marketing
Guerrilla Marketing 2: Origins and Evolution of Guerrilla Marketing
Guerrilla Marketing 3: Major Corporations Go for Guerrilla Marketing
Guerrilla Marketing 4: Guerrilla Marketing versus Viral Marketing
Guerrilla Marketing 5: Guerrilla Marketing for Good Causes
Guerrilla Marketing 6: 10 Types of Guerrilla Marketing
Guerrilla Marketing 7: Is Guerrilla Marketing Right for You?
Guerrilla Marketing 8: The Future of Guerrilla Marketing 

Ainda no mesmo blog alguns outros excelentes artigos, valem a pena uma passagem demorada e atenta:

15 Dramatic Guerrilla Marketing Campaigns
guerilla marketing for a social cause at the map village street editors
15 Amazing and Dramatic Guerrilla Marketing Campaigns | WebUrbanist
The Future of Guerrilla Marketing | WebUrbanist
29 Disturbingly Creative Ads for the Environment | WebEcoist
Social Guerrilla Marketing: Quit Smoking at Street Anatomy

 

 

Guerrilha 

Definição - é uma forma de combate ou tipo de guerra, não convencional no qual a principal estratégia é a ocultação e extrema mobilidade dos combatentes (guerrilheiros), que com reduzido número de efectivos e quantidade de meios, produzem grande quantidade de pequenos danos no inimigo, com um elevado e permanente efeito de surpresa e de desgaste, com escolha cuidadosa de alvos inesperados mas de elevada visibilidade (ainda que muitas vezes de reduzido interesse real) e a instauração da necessidade de permanente atitude defensiva no inimigo.

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2009/03/19 publicado no jornal Briefing

“Para lançar o novo telemóvel LG Cookie, a Optimus transpôs para a rede de mupis uma réplica daquele modelo com características interactivas. 

Concebido pela Edigma este projecto, disponível em vários centros comerciais do país, tem por base uma aplicação interactiva que permite aos transeuntes interagirem com o mupi como se de um telemóvel se tratasse.”

 

Na Dreamfeel ficamos satisfeitos por ver que o mercado começa a aceitar bem este tipo de projectos multimedia que, pela nossa parte sempre temos proposto e defendido como um excelente investimento publicitário. Baseados em aplicações interactivas inteligentes, que cativam o público, prendem a atenção e são totalmente lúdicos, sem serem de qualquer modo intrusivos, este tipo de campanha é a que surte os efeitos mais surpreendentes há muito em vários paises, apesar de em Portugal só agora estar a começar ser usado.

A Dreamfeel tem concebido e proposto este e outro tipo de campanhas baseadas em objectos interactivos, aplicações multimédia e automatismos lúdicos e publicitários. 

Estamos também a propor campanhas com difusão de conteúdos multimédia por Bluetooth e WiFi, a partir de mupies, totems ou outdoors publicitários quer em ambiente de centro comercial, quer em instalações directamente na rua, paragens de autocarro, entrada ou interior de lojas e em àreas de descanso e espera, de ginásios a consultórios. O produto chama-se DreamPhone e engloba todas as tecnologias multimédia necessárias para um campanha. Conteudos como clips de video com o anuncio de produtos, teasers e imagens estáticas, video clips de musica, toques de telemóvel, fundos de ecrã, aplicações interactivas e geolocalizadas em Java, enfim…tudo pode ser difundido pelas campanhas bluetooth, para as quais estamos prontos a fornecer a tecnologia, a criatividade e a instalação em todo o país. Veja ainda a nossa animação exemplificativa da campanhas Bluetooth.

Estes são novos caminhos do marketing interactivo que, na Dreamfeel, estamos a trilhar, procurando a total liderança nas tecnologias que usamos e atentos a todos os desenvolvimentos, quer os provenientes dos nossos parceiros nacionais e internacionais, quer os provenientes de outras empresas actuando também no mercado.

Ainda que sendo produzido pela nossa concorrência, mas pela inovação ao mercado publicitário que de facto vão trazendo, aqui ficam os parabéns da Dreamfeel à Optimus e à Edigma.

 

Os catálogos digitais (ou livros digitais) são aplicações que ganharam grande popularidade no último ano e meio.

Desde que apareceram no mercado, todos perceberam que a forma de leitura digital antes usada, quer fosse online, directamente no website, quer fosse em ficheiros de que se fazia download, directamente em formatos de processador de texto, ou formatos mais elaborados como o Adobe PDF, deixavam muito a desejar em relação a este novo paradigma de leitura em que o utilizador realmente manipula, de forma virtual, um livro com a maioria as sensações e possibilidades que a experieência de manipular um livo real proporciona, e que são impossiveis com os formatos tradicionais de ficheiro: o virar da página, a percepção da dimensão do libro, o folhear, o percrrer o livro nos dois sentidos, para a frente e para par atrás, o marcar uma página, continuar a folhear e fácilmente voltar à página marcada… um mundo de sensações e automatismos que criámos com os livros reais e que se perderam totalmente pelas limitações dos formatos digitais que antes existiam.

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A imagem em movimento é uma poderosa captadora de atenção para o ser humano. Se se lhe juntar luz, cor e uma criteriosa escolha de conteúdos, com uma programação milimétricamente preparada para atingir os objectivos, e se colocar tudo isto no interior de uma loja, o que temos? Televisão no ponto de venda, o mais poderoso instrumento de marketing de proximidade à disposição de um lojista.

As televisões no ponto de venda generalizaram-se nos ultimos anos, com o aparecimento dos paineis de Plasma e TFT’s de grande qualidade, bem como a proliferação dos players de conteudos, baseados em hardware ou software, de fácil administração e baixo custo. Os conteúdos digitais, de fácil produção, fizeram o resto.

Hoje em dia a televisão no ponto de venda já é vista como um instrumento indispensável. Os paineis de plasma ou TFT’s na loja, criam ambiente, passam mensagens audiovisuais de prestigio e de publicidade, de elevado impacto, são fontes de interesse para o cliente, são ludicos e produzem a comunicação de marca que faltava. Nas situações de espera, melhoram drásticamente a experiência do cliente,diminuindo a percepção de passagem de tempo. E tudo com uma capacidade de permanente renovação de conteúdos, de actualização, de adaptação da publicidade quase em tempo real, reagindo às necessidades de gestão e  baixo custo de manutenção.

Manter um sistema de televisão no ponto de venda evita a necessidade de produção de materiais estáticos impressos, como cartazes, muppies, totems, e outros suportes, que perdem o impacto rápidamente ao fim de pouco tempo e por essa razão têm que ser frequentemente substituidos, sob risco de perda de eficácia. E o custo de substituir material impresso é, no medio prazo, muito mais elevado que o de substituir audiovisuais digitais.

Seja qual for o negócio, a televisão no ponto de venda marca presença: perfumarias, relojoarias, moda, stands de automóveis, agências de viagens, gasolineiras, restaurantes, bares, e principalmente nas grandes superfícies onde a grande quantidade de pessoas a circular, a grande àrea de loja, o necessidade de permanente actualização, a necessidade de agilidade na actualização de conteúdos, entre outras razões, tornam este meio especialmente apropriado.

As vantagens

  • A imagem em movimento, a cor e a luz são atraentes,
  • Captação fácil da atenção
  • Dependendo dos conteúdos escolhidos, e do perfil de design do canal, criação de um ambiente específico de loja,   (activo e estimulante, provocador, calmo e relaxante, de prestigio e sofisticação, tecnico e específico, etc.) 
  • A televisão é um meio com multiplas possibilidades de comunicação, e publicidade mais eficaz que os meios estáticos e impresso.
  • Muitas marcas usam meios audiovisuais com meio preferencial de comunicação, e portanto muitos conteúdos estão disponiveis para uso nestes meios.
  • Medio custo de investimento inicial, mas baixissimo custo de manutenção do sistema.
  • Agilidade extrema e baixo custo de manutenção do canal
  • Facilidade de renovação e actualização de conteúdos.
  • Facilidade de gestão em tempo real (promoções diárias, diferentes publicidades a diferentes horas, adequação ao momento do dia, adequação a diferentes públicos em diferentes momentos)

Lembremo-nos que segundo a POPAI, mais de 70% das decisões de marca se dão no ponto de venda. Um meio eficaz como a televisão, no ponto de venda, são uma mais valia inestimável. Por outro lado a taxa de recordação de marca, sobre canais de televisão no ponto de venda é superior ao dobro da verificada nos meios estáticos. Definitivamente este é um meio que não pode ser desprezado.

A selecção de um sistema

A oferta no mercado já é grande de sistemas deste tipo. Mas na hora de escolher, qual é o melhor sistema, e quais os critérios a usar para uma escolha? Os sistemas mais divulgados são de IPTV, em que se usam sistemas digitais (servidores e players de video) interligados através de redes de dados. Estes são os sistemas mais eficazes, com infraestruturas mais simples e adaptáveis, e com maior facilidade de configuração. No entanto, sob este nome, muitas estruturas fisicas diferentes dicam englobadas: players em hardware, set top boxes, sistemas baseados em PC’s e software, players dedicados, mas baseados em software, etc…

Sistemas tradicionais

Os sistemas tradicionais dispõem de uma qualquer fonte de sinal (leitor de cassetes, leitor de DVD, sintonizador de televisão ou outro) e distribuem o sinal de televisão sob a forma analógica (em sinal video ou modulado em RF) através de uma rede apropriada de cabo (geralmente coaxial). Sendo o sinal analógico, degrada-se com a extensão do cabo, e é susceptivel a interferências. A gestão da programação só pode ser feita ou com meios muito caros (são verdadeiras regies de televisão), ou manualmente, pela troca de cassetes e DVD’s. O sistema foi já universalmente abandonado nos novos projectos.

Sistemas IPTV

Nestes sistemas todos os audiovisuais são digitais em todos os pontos da rede, sendo o sistema gerido por computadores ou appliances (appliances são equipamentos especializados, geralmente computadores, mas com funções fixas, não utilizáveis para outros fins, como por exemplo as set top boxes). As comunicações fazem-se através de rede TCP/IP nomeadamente através da internet ou de ligações xDSL (ADSL, etc…).  O software implementado na infraestrutura e que controla cada ponto da rede, permite controlar toda a rede a partir de um ponto centralizado, ou em vários pontos distribuidos, nomeadamente alteração de programação em tempo real, transmissão de video em streaming ou transmissão prévia de media, depois executada por players locais (em cada display, ou em cada local), monitorização remota, etc. Sendo toda a rede digital, não há degradação de sinal ou qualidade, a rede é robusta pois baseia-se em protocolos routed, a administração pode ser feita em tempo real, remotamente, a rede pode suportar vários canais diferentes (um por cada player, que no limite são um por cada painel de display), com o mesmo ou com difrentes conteudos, podendo ser coordenados ou não os vários “canais” assim produzidos.

Os equipamentos de IPTV podem ser baseados em computadores banais e software, em computadores dedicados e concebidos especificamente para este fim (por exemplo small form ou fanless computers com montagem VESA, que podem ser montados nos proprios displays), também com software, ou em appliances (equipamentos digitais especializados e dedicados), ou dispositivos proprietários e dedicados (com o software já embebido, e que não pode ser fácilmente alterado).

Os canais de IPTV podem funcionar em streaming (o canal é transmitido digitalmente em tempo real, a partir de uma unidade central que executa a playlist), ou em modo assincrono (os media – videos, animações, etc – são transmitidos em qualquer momento para players locais, que depois os executam no momento certo, determinado por uma playlist local).

As tecnologias fisicas e cablagens

Muitos dos sistemas de rede de distribuição de video têm duas partes distintas de interligação e cablagem.

1 .De um lado, a ligação dos players aos servidores centrais e outros pontos de rede ou, nos sistemas mais pequenos o acesso de um banal PC de administração/gestão do canal ao player.
2. Do outro lado, a ligação do player (que geralmente é um sistema digital, do tipo computador) aos vários displays (televisores ou monitores)

Parte 1 da rede: Dos servidor ou outros pontos da rede ->  players
Na primeria parte de rede, as tecnologias mais usadas hoje em dias são as mesmas das vulgares redes de dados: os players ligam-se à rede de dados TCP/IP ethernet com suporte fisico de velocidades de 10Mbps, 100Mbps ou 1Gbit ethernet, ou rede WiFi com cobertura no local, existente ou instalada propositadamente, e partilham com outros meios informáticos a sua utilização; é através desta rede que acedem à internet,  quando necessário, e nesta ligação usa-se também as ligações TCP/IP sobre tecnologias xDSL (como por exemplo o vulgar ADSL que temos em nossas casa).

  • Poder-se-iam aqui distinguir ainda dois tipos de sistemas (mais um adicional):
    Nuns é o player que procura periódicamente o servidor para proceder às actualizações de conteúdos e playlists, bem como para fornecer dados de log e de monitorização (o acesso faz-se portanto do player para a internet, e desta para o servidor) – sistema em modo Pull
  • Noutros é o servidor que tenta contactar os vários players, e fazer os envios de conteúdos, e portanto o servidor liga à internet, desta às redes locais, e através destas aos players - sistema em modo Push
  • Um terceiro tipo de sistemas, a que chamos P2P ou Pear to Pear, todos os dispositivos activos na rede (players, servidores, controladores, etc) comunicam entre si de forma ordenada, gerindo automáticamente a necessidade de transmissão de dados (em vez de um video ser transmitido pela internet 10 vezes, uma para cada player, pode ser transmitido apenas uma secção para cada player, que depois trocam as secções que possuem entre si, até completarem o video total… evita-se sobreutilização da internet, da rede, e optimiza-se a utilização da largura de banda, além de ser criado um sistema mais robusto em que qualquer elemento activo pode assumir papel activo de fornecimento de conteudos, em conjunto com qualquer outro conjunto de dispositivos)

Parte 2 da rede: Dos players ->  displays
Quanto a segunda parte da rede, ou seja a ligação do player aos displays, também várias tecnologias podem ser usadas.

  • Como o player é geralmente um computador, o uso mais comum é usar um vulgar cabo VGA, como o de um monitor de computador, ou HDMI (alta definição digital) que liga o player ao display. Se necessitarmos de ligar mais displays ao mesmo player usam-se splitters adequados. Este tipo de ligação tem uma limitação importantissima: os cabos devem ser curtos (no máximo pouco mais de uma dezena de metros), após o que o sinal se degrada irremediávelmente. Para estender o alcance podem usar-se aparelhos activos chamados video extenders que permitem recondicionar o sinal, amplificá-lo e portanto aumentar o seu alcance; consegue-se uma alcance de uma centena de metros no total… Mas este tipo uso introduz aparelhos na transmissão do sinal, estes introduzem ruido e degradação de sinal, e portanto além da limitação de distância, a qualidade da imagem degrada-se. 
  • Outra alternativa é modular o sinal em RF à saida do player, e usar paineis com desmodulação RF. O alcance é muito maior, consegue-se estender a rede por vários milhares de metros quadrados, mas a introdução da modulação e desmodulação causa degradação de imagem, e a qualidade média destes sistemas é baixa.
  • Uma terceira opção é o uso de uma tecnologia que usa pequenos codificadores e descodificadores, e transmite a imagem por cabos do tipo STP (Shielded Twisted Pair) Classe 6 (pelo menos) iguais aos usados nas redes de dados, e que apresentam grandes vantagens: elevada largura de banda, com quase nula degradação de sinal, alcance de algumas centenas de metros sem perda de sinal, ou ainda mais alcance com recuperadores de sinal introduzidos a meio caminho, cablagem barata e fácil de instalar, tecnologia universalmente disponivel e uma elevada imunidade a ruidos e interferências (pode mesmo ser usado em ambientes electricamente ruidosos, como zonas de frio e congelação ou fábricas).
  • Existe ainda uma tecnologia semelhante usando cabo de fibra optica, em vez de STP Classe 6, mas ainda é bastante mais cara. A vantagem desta última é que permite alcances de vários milhares de metros.
  • Outros sistemas menos comuns podem usar outros tipos de cablagem e ligação (há inumeros sistemas de transmissão de imagem video, como RGB, sVideo, Composto, YMC, ou outros), mas a sua relevância é nula ou reduzida, e os resultados são muito menos fiáveis e reprodutiveis.

A selecção – critérios

A Dreamfeel dispõe de várias plataformas alternativas, com caracteristicas e especificidades distintas. Para a selecção do melhor sistema em cada situação usamos menos de uma duzia de critérios, que basicamente são os seguintes:

1. Sistema em rede ou stand alone? Em muitas situações apenas é necessário um player, mesmo que haja vários paineis ou displays no local. De facto, em muitas situações, os vários paineis passarão o mesmo canal em simultâneo. Neste caso não necessitamos de sistemas complicados, de suporte para redes de players, ou de administrações complexas. Um sistema simples, com distribuição tradicional do sinal de video é suficiente. Caso contrário, se necessitamos que cada painel passe um conteudo diferente, convêm dispor de um sistema que possa funcionar em rede, com administração centralizada de todos os canais.

2. Administração remota ou local? Necessários serviços de gestão de canal? Se se pretende que a gestão de canal seja feita no próprio local, não é necessário qualquer tipo de serviço remoto, suportados centralmente por um centro de operações. O sistema de administração é local, deve rodar num PC que é usado pelo gerente da loja, ou por um funcionário que se especializa. Mas o interface de gestão deve ser fácil de manipular, intuitivo e simples de alterar. No caso de os conteudos serem muitos, os canais serem complexos, ou a necessidade de actualização ser frequente, mais vale recorrer a um serviço externo, em que a administração dos canais é remota e feita por especialistas, que por um baixo custo efectuam todos os procedimentos e validações necessárias.

3. O sistema deverá suportar vários locais (rede de lojas, centros comerciais, rede de franchising, recintos desportivos) ? Nesse caso é necessário prever um forte suporte de ligação em rede, monitorização remota do funcionamento, administração centralizada dos vários canais. E mais importante que tudo, é necessário prever métodos geridos de suporte à distribuição de conteúdos. É preciso lembrarmo-nos que todos os conteudos do canal devem ser transmitidos através da rede de dados, e isso ocupa largura de banda, que pode ser necessária para outros fins, como por exemplo operação de multibanco, POS’s e aplicações de gestão corrente da loja (ou mesmo outros canais de voz, ou imagem, como os videos de vigilancia, etc.). O sistema de televisão deve pois prever calendarização da actualização de conteúdos, em horários mortos de ocupação da rede e da internet, como por exemplo a noite, sincronização e validação assincrona dos vários players e locais, e limitação/gestão de larguras de banda usadas.

4. Que tipo de conteúdos devem ser suportados? Os sistemas baseados em hardware (players digitais) geralmente não são capazes de passar todo o tipo de conteúdos, reduzindo-se a imagens estáticas, passadas em slideshow (formatos jpeg, gif, tiff) e videos (em formato mpeg ou xDIV e DIVx). Os conteudos digitais actuais tem muitos outros formatos (por exemplo animações em Adobe Flash, ou conteúdos em HTML puro, incorporação de feeds Atom e RSS, ou outras) e é conveniente prever que esses formatos são muitas vezes mais apropriados para conteudos que devem ser actualizados frequentemente, online, ou interactivamente, ou mudar rápidamente em função de criterios comerciais, de calendário ou outros, além de o seu custo de produção ser muito mais baixo . Nesse caso os sistemas baseados em software e plataformas PC, ou semelhante, são os mais apropriados.

5. Que layout de ecrã é pretendido? Se se pretende apenas passar videos em ecrãinteiro, até um simples aparelho de DVD poderia ser suficiente. Claro que o DVD não pode ser mudado remotamente, mas um player digital (do tipo Set Top Box) pode ser suficiente. O facto é que um sistema digital de televisão no ponto de venda torna-se efectivo quando se podem usar todas as potencialidades destes meios: ecrãs divididos com vários conteudos, uns estáticos outros dinâmicos. Os designs de canais mais bem sucedidos incluem imagens estáticas, video, animações e textos a passar em rodapé, que no seu conjunto constituem um todo coerente e eficaz do ponto de vista de comunicação. Mas o sistema deve suporta-lo.

6. Pretende-se passar sinal de televisão? Muitas vezes pretende-se misturar no canal, um sinal de televisão (digital, em sinal aberto ou de cabo) de um canal tradicional ou mesmo imagens provenientes de câmaras de video instaladas no local (exemplos disto são lojas com eventos de moda, como a passagem de modelos, salas de espectáculo em que o palco ou a sala estão permanentemente visivel noutras zonas como o Foyer e a cafetaria, ou restaurantes em que as imagens da zona infantil devem ser passadas na sala do restaurante, para permitir a vigilancia dos pais). Isto só será possivel nos sistemas que permitam a mistura de sinais video externos. e lembremo-nos que no minimo necessitamos de um processo de selecção deste sinal externo (muitas vezes também de sintonizadores, descodificadores, etc.).  O sistema escolhido suporta e prevê esta utilização? E se os players vão estar espalhados pelo espaço de loja, e a sua comunicação é baseada em rede de dados digital, como levar o sinal analógicoa todos os pontos onde temos players? Colocando uma cabalagem analógica pararela? Há no sistema suporte para a distribuição digital destes sinais? Este é um ponto muitas vezes esquecido. Uma solução elegante é constituida pela existência de um servidor central de video em streaming digital, que faz circular este streaming pela rede digital já implementada, e que os vários players incorporam no canal, em zonas definidas do ecrã. O sistema suporta incorporação de streaming digital de video?

7. A loja vai ter senhas de gestão vez (gestão de atendimento)? Esta é uma situação frequente em locais com grande procura (talhos, frutarias, peixarias, padarias, farmácias, administração publica e regional, serviços de saúde). Se vai ter gestão de atendimento, a chamada do cliente pode ser feita nos ecrãs! Até porque desse modo o cliente/utente estará mais atento aos paineis de televisão e, portanto, aos conteudos publicitários ou promocionais que lá passam. O sistema escolhido suporta esta opção? Necessita de um sistema externo adiconal para o fazer, ou está embebido no próprio sistema? Muitos sistemas incorporam nativamente todo o suporte de gestão de atendimento; outros admitem-no como um add-on; outros ainda não têm suporte específico e é necessário usar truques, como incorporação de sinal de video externo (o que nem sempre resulta bem!).

8. É necessário som? O sistema permite uma fácil gestão de som? Alguns sistemas não o permitem, outros têm um fraco suporte, outros têm suporte muito específico. Os melhores gerem som digital (mp3, acc, wav, wmf…)  como se de qualquer outro contéudo se tratasse, e permitem todo o tipo de sincronizações e dependencias entre conteúdos.

Acima de tudo, o critério mais importante é: o excesso de funcionalidades complica o sistema e encarece-o, dificultando a sua operação; mas se o sistema não tiver as funcionalidades minimas de funcionamento para a aplicação que se pretende, nunca será eficaz e a sua operação será sempre limitada e muitas vezes dficultada.

É portanto essencial uma correcta definição prévia do tipo de utilização que se pretende, e um amadurecimento da ideia de canal. Com base nesta definição a escolha do melhor sistema é geralmente uma escolha feita por critérios técnicos e estritamente objectivos.

A Gestão e os conteúdos

Como pensa fazer a gestão do canal?

Está preparado para efectuar conversões de formato de video, validação de resoluções, qualidade, duração, tratamento de côr, montagem e pós produção? Tudo isto se pode fazer num simples computador, mas é sua intenção fazer, ou ter na sua loja alguém que o faça, este tipo de tarefas? E design gráfico e animações em Flash? E estas tarefas são necessárias mesmo quando os seus fornecedores lhe asseguram um fluxo continuo de conteúdos: é que certamente estes conteúdos não lhe serão entregues num formato que possa ser usado directamente! Um aspecto importante a pensar com cuidado é, pois, o serviço de PRODUÇÃO, CONVERSÃO e VALIDAÇÃO de conteúdos.

Mas lembremo-nos que também a GESTÃO DE CANAL implica muitas e variadas tarefas especializadas, que, quando feitas por profissionais, são simples, mas quando é necessário faze-las na propria loja, implicam a existência regular de uma pessoa competente, além de que esta, por apenas o fazer esporádicamente, terá dificuldade em resolver problemas tecnicos que sempre ocorrem (como resolver a programação se se estraga um dos ficheiros digitais? Como coordenar a duração de diferentes conteudos que deveriam aparecer em conjunto em duas àreas de ecrã? Como resolver problemas de videos com baixa resolução, com dimensão inferior ou superior à necessária, e a actualização de playlists para conteúdos que são sazonais, ou especificos de uma época do ano, de um dia da semana, de uma data específica? etc…)

Também se pretende que nunca haja ecrãs desligados, com má imagem, com erros de software a aparecerem permanentemente. E se falta a luz e o player não arrranca? É pois importante assegurar um serviço de MONITORIZAÇÃO do canal e de ASSISTÊNCIA em tempo util.

O mais simples e barato, para resolver tudo isto, é recorrer à oferta que geralmente é feita pelos fornecedores, de um serviço profissional por avença, que engloba um pacote básico completo de todos estes serviços, por um baixo custo: os custos são controlados, e fica assegurada a alimentação de conteúdos ao canal sem interrupções e sem surpresas, sem qualquer preocupação e de uma forma totalmente transparente, sob o ponto de vista da loja. 

A Dreamfeel propõe sempre este pacote de serviços, suportado no nosso centro de gestão de canais que é usado de modo partilhado por todos os canais que implementamos, o que assegura portanto uma optimização de elevado nível e de baixo custo.logo_sombra_pq

Referencias
Internet Protocol Television (IPTV)

Case Study
XVI Congresso do PS
Decoração de Viaturas

A Dreamfeel efectuou a decoração dos veículos que servirão os congressistas no XVI Congresso Nacional do Partido Socialista, o qual decorre em Espinho de 27 de Fevereiro a 1 de Março: um minibus, bem como de uma outra viatura de apoio de 9 lugares.

imagem-psFoi-nos pedida uma decoração amovivel, que permitisse a limpeza do veículo após terminado o evento, e que seguisse as linhas graficas determinadas para este congresso.

Estudámos as melhores alternativas, e elaborámos uma proposta grafica simples e directa, de fácil identificação partidária, para impressão sobre vinil, e adaptada aos veiculos em questão. Após aprovação realizámos o design e as artes graficas digitais finais, que ficaram prontas para futura impressão quando os veículos estivessem disponives, de modo a agilizar o processo.

Inicialmente pensava-se que os veículos seriam disponibilizados no Porto, onde preparámos o estaleiro do parceiro de impressão, para a decoração. À ultima hora, ambos os veículos ficaram disponíveis em Lisboa, e não no Porto, onde eram esperados, criando um possivel problema logistico.

Rápidamente reagimos e mostrando grande capacidade de resposta, juntamente com os nossos parceiros gráficos em Lisboa  (a “.br – Comunicação Visual“), procedemos à impressão em vinil, já em Lisboa, e com o devido tempo de secagem, efectuámos a decoração do minibus, com a aplicação do vinil impresso, tudo em menos de 12 horas. Quando nos preparávamos para decorar o segundo veículo, uma carrinha Vito de 9 lugares, fomos informados que ele teria que circular com passageiros e que por razões de segurança não deveria ser decorado a não ser no destino, em Espinho, onde transportaria os congressistas.

Com grande rapidez, e mais uma vez recorrendo ao um outro parceiro naquela cidadee (a FIX 26 – Publicidade e Serviços Lda), preparámos de emergência a decoração deste segundo veículo. As impressões que tinham sido feitas pela gráfica em Lisboa, vieram para o norte com o minibus já decorado, e na tarde do dia 27 de Fevereiro a FIX26 recebeu o veiculo cerca das 16:30 h. A decoração foi rápidamente montada e acabada, e cerca das 18:30h o veiculo estava pronto e disponivel para transportar os congressistas de, e para, os respectivos hoteis.

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Apesar de todas as vicissitudes e alterações, o Partido Socialista encontrou na Dreamfeel um fornecedor que soube resolver os problemas logisticos, que noutras circunstâncias poderiam ter sido incontornáveis, e que na sua rede de parceiros pode garantir a qualidade de serviço, mesmo em condições adversas, e dispor assim atempadamente e num curtissimo espaço de tempo, de uma mini frota de veículos de passageiros, integralmente decorada com componentes amoviveis, para apoio ao seu XVI congresso.

A Dreamfeel disponibiliza, entre os seus serviços de comunicação e imagem digital, os serviços de decoração de veículos, montras e sinalética comercial e informativa, com impressão digital e/ou corte, recorrendo a uma rede de parceiros criteriosamente seleccionados, capazes de serviços de elevada qualidade, a qual cobre o território nacional, apresentando uma excelente capacidade total, para a decoração de frotas de média grande dimensão. Os nossos serviços criativos e de design gráfico estão prontos, em conjunto com outras acções, ou isoladamente, a transformar a imagem de qualquer empresa, em veiculos prontos a circular…

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Personalização

Uma das tendencias dos meios interactivos digitais é, ainda que raramente nos apercebamos disso, a personalização da experiencia: aquilo que vemos e a informação que recebemos, incorpora já as nossas próprias experiências e preferências anteriores. O universo de informação é-nos apresentado já, através de filtros que nós próprios vamos criando inadvertida e inconscientemente.

Como funciona? Todos temos experiência dos sites Amazon, em que frequentemente nos são apresentadas sugestões de compra incrivelmente exactas em relação ao nosso gosto e interesse pessoal. O truque é simples: o site regista as nossas pesquisas anteriores, os nossos cliques, os nossos interesses, e depois procede com inteligência à utilização desta base de conhecimento para construir sugestões adicionais, que se enquadrem nos mesmos temas, géneros musicais, literários ou temáticos, idiomas, tipo de produto ou classe de preço.

A panóplia de informação que pode ser incorporada nesta “inteligência” é imensa: pesquisas anteriores, cliques, comentários deixados, produtos repetidamente revisitados, listas de compras futuras (“wish lists”), compras efectuadas no passado, àreas do site preferencialmente consultadas, etc. Mais obvia é a informação entrada quando preenchemos o nosso perfil: idade, sexo, profissão, educação, local de residencia, país, profissão, especialização, interesses, hobbies, associações a que pertencemos, grupos de interesse, etc.

Sites como o LinkedIn ou Facebook são capazes de sugerir pessoas que possivelmente conhecemos, ou grupos de interesse a que poderiamos ter interesse em pertencer, apenas pela análise da àrea geográfica, grupo de conhecidos actuais (“amigos”, “conhecidos”), profissão, ou grupos a que pertencemos.

Sites como Technorati são capazes de avaliar as nossas preferências para recriar a página que vemos, com base no histórico da nossa interacção. A recriação destas páginas e a selecção “personalizada” de informação, é feita com base na construção de um perfil, que analisa padrões, preferências com base num conjunto de pressupostos (sejam dos mais simples aos mais complexos passando, por exemplo, por algorítomos de fuzzy logic, redes neuronais, ou outros, em geral da àrea da inteligência artificial, ou em meros critérios de selecção dicotómica em àrvore de decisão), conseguem gerar um conjunto de filtros (subtractivos ou aditivos) que constitui o perfil funcional do utilizador.

Deste modo, conteudos dinâmicos são gerados, parecendo assentar como uma luva na nossa própria expectativa. Acabou a época da página internet em que viamos o que o webmaster lá punha, e pssámos a ver “o que nós lá pomos”…

Esta forma de gerar o fornecimento de informação, constitui uma experiência muito mais enriquecedora, limitando a necessidade de filtragem de informação pelo próprio individuo, aumentando o nivel de relevância e a coerência da informação recebida, ainda que subtilmente possa conter ela própria a intenção não expressa de conduzir e limitar a atenção do individuo, em função de critérios que lhe são alheios. Ninguém duvida hoje da relevância da publicidade que os aparece em páginas internet, gerada pelos sistemas AdSense e AdWord do goolge. A publicidade é personalizada e corresponde aos interesses demonstrados pelo utilizador e ao contexto em que aparece. No entanto continua a ser publicidade…só que mais eficaz. De facto é um marketing one-to-one totalmente automatizado.

E a pergunta que se põe é: É possivel fazer isto noutro meios?

A resposta é arrasadora: Sim! Mas ninguém está efectivamente a fazer!!!

Reflitamos sobre alguns dos meios em que uma utilização efectiva de perfis de utilizador pode ser eficaz e, sob o ponto de vista tecnico, realizável no curto prazo com os meios de que dispomos:

InStore

A loja é um ambiente em que o relacionamento one-to-one é critico: muitas vezes é o que produz o momentum e o impulso de compra. Com o aumento de meios de publicidade digital na loja (televisão no ponto de venda, expositores interactivos, etc.) cada vez mais convêm reflectir sobre estes assuntos: uma venda mais pode depender disso. Se vamos fazer publicidade na loja, que esta seja adaptada ao nosso cliente especifico. E os meios são muitos!

Os Cartões de fidelização

A proliferação de cartões de fidelização são um filão extraordinário para personalizar o marketing automatizado: cada cliente tem um, e este pode ser usado para interagir com os meios difitais presentes na loja, uma vez que pode representar e remeter para informações relevante sobre o seu possuidor: profissão, sexo, idade, histórico de compras… Como aproveitar este potencial? Recorrendo à tecnologia: cartões RFID, banda magnética ou chip, usando o cartão para accionar dispositivos: o cartão RFID pode ser lido pelo sistema de televisão no ponto de venda ou um video de demonstração de um produto pode ser accionado quando o cliente passa o cartão na instalação de demonstração. Mas o numero de possiveis interacções è extraordináriamente maior do que será possivel descrever neste espaço.

Os sistemas de reconhecimento de face

Sistemas de reconhecimento de face permitem saber quem está a olhar para os displays na loja, por classes (sexo, idade, grupo etnico) . Assim todo o sistema de televisão no ponto de venda pode adaptar os conteúdos aos espectadores: os conteudos para uma criança, serão diferentes daqueles para uma mulher madura, ou para o homem jovem. Esta adequação dos conteudos pode significar a diferença entre estar a publicitar pensos higiéicos para uma audiência homens, ou mesmo brinquedos para uma audiência de reformados… ou ter uma publicidade eficaz.

Os expositores interactivos

Se o cliente examina uma peça exposta na loja, ele demonstra interesse por esse tipo de produto. Um expositor inteligente pode pois disparar conteúdos que correspondam a esse interesse: se o cliente pega numa máquina fotográfica de um dado modelo, pode imediatamente ver nos ecrãs as suas caracteristicas. Se ega numa segunda, porque não fazer um comparativo? E que tal sugestões sobre o modelo mais aconselhada para um certo padrão de interesse (preço, marca, dimensão, caracteristicas, etc.), ao fim da terceira maquina examinada? Toda a loja pode funcionar desta maneira e ter zonas interactivas em que, as acções do cliente, direccionam a sua interacção com a loja. A loja ganha assim novos vendedores, e o cliente tem uma percepção de personalização e atenção na interacção com os meios digitais.

O marketing Bluetooth

O que é que todos nós temos no bolso do casaco, ou na mala que trás na mão? Um telemóvel, claro! Não seria o ideal que uma loja pudesse fornecer ao cliente o orçamento, a simulação de crédito ou apenas o catálogo do televisor em que ele está interessado de modo que ele o pudesse consultar mais tarde? E se isso não envolvesse o trabalho de um funcionário, e permitisse ao cliente experimentar e pesquisar sem a sensação de estar a ser chato? Ainda melhor! Receber este tipo de media no telemóvel é o que se consegue com a utilização de dispositivos que por bluetooth enviem esta informação directamente para o dispositivo que está no bolso do cliente.

Uma tag em cada produto

Mas outros meios estão hoje disponiveis: e sefotografando um produto em exposição, imediatamente recebesse no telemóvel o seu catálogo com preços e condições de pagamento? Fáceil, entre outras experiencias bem sucedidas, o uso de vários tags visuais digitais, colocados nas prateleiras, em produtos, em cartazes, ou mesmo em edificios, peças de museu ou de exposição, stands de feiras, ou qualquer coisa que se pretenda marcar, permite através de uma fotografia, que é processada no meomento, recorrer à internet para imediatamente, sem demora, receber no telemóvel informação digital referente a esse objecto, produto, empresa, edificio… imaginava isto possivel? Podemos instalá-lo hoje mesmo na sua loja, ou num qualquer trajecto turistico!

Outros meios

Outros meios podem ser usados para esta personalização da interacção na loja ou no ponto de venda: vão desde o uso de biometria até ao processamento de imagem que permite seguir todo e cada um dos clientes nos seus trajectos dentro do espaço comercial. Cada um destes meios pode recorrer a informação préviamente armazenada (ficha de cliente, histórico de compras, etc.) de gerar informação no momento (o cliente é homem/mulher, interessou-se por fatos de estilista, desprezou a zona de roupa informal, etc…

E toda esta informação pode influenciar decisivamente a TOTAL personalização dos conteudos digitais que se oferecem ao cliente.

O museu, exposição ou centro multimeios

Quem não gostaria de à entrada do museu com meios digitais, num qualquer ponto remoto do mundo, perceber que estes meios lhe apresentam automáticamente os conteúdos na sua própria lingua, sem ser necessário qualquer acção! Ou que estes meios sugerem museumoutras explorações que vão totalmente de encontro aos próprios interesses pessoais, e de uma forma perfeitamente automática? O facto é que tudo isto é perfeitamente realizável, com pouco investiment e com pouca dificuldade tecnica. Usando meios RFID inseridos no bilhete adquirido à entrada do museu ou da exposição, todos os visitantes podem estar identificados dentro do museu de modo que os meios digitais se adpatem automáticamente às suas caracteristicas, sem intervenção humana (idioma, interesses, referências culturais”).

Por outro lado, o uso de dispositivos moveis, como os smartphones e PDA´s, têm um potencial imenso de receber em cada momento informação digital diversa, referenciada por tags em cada objecto (como um quadro num museu).

O perfil de visitante

Cada visitante pode ter um perfil individual e pessoal, que vai sendo construido automáticamente ao longo de uma visita, aproveitado em visitas posteriores, usado para exploração posteriores através da internet, ou noutras acções em pontos diferentes do museu ou do equipamento cultural. Este perfil permite acumular as pesquisas, preferências, interesses, dados de selcção de conteúdos, registar trajectos…enfim! O museu pode pois “adaptar-se” ao seu visitante e, posteriormente, fornecer informação referenciada: pelos interesses de visita, pelos interesses expressamente registados pelo utilizador, pelo registo de histórico de consulta. E pode ser o motor para inumeras acções, além da adaptação da informação disponibilizada: sugestões de merchandising, sugestões na livraria do museu, geração de newsletters, etc.

O perfil de grupo

De quanto tempo dispõe o grupo de turistas para visitar o museu? Quais os niveis de formação e etários dos elementos do grupo? Qual a sua lingua? OK, o museu prepara-se para estes parametros. O guia leva um identificador e todo o museu produz um resultado completamente adaptado e diferente do resultado de cada um dos outros grupos que ao mesmo tempo circulam no mesmo espaço. O que é este “identificador”? Uma tag RFID, que representa o perfil do grupo. Ao longo do museu, dispositivos de leitura do tag vão sabendo onde está o grupo, e vão adaptando automáticamente os conteudos: duração dos audiovisuais, idioma, tipo de informação, tipo de interacção, indicações de percurso (possivelmente num aparelho do tipo video guia, ou possivelmente em displays na parede, ou nos próprios dispositivos audivisuais instalados no local). No final a visita foi efectuada no tempo previsto, sem atropelos, e sem perdas de tempo em informação irrelevante! O grupo de japoneses recebeu informação para as suas referências culturais, o grupo de portugueses ouviu falar do que sabe, e o grupo de americano viu um espectáculo de wrestling… todos visitaram o mesmo museu! Todos viram coisas diferentes.

O museu para levar para casa

E no final da visita, cada visitante coloca a sua pen-drive, ou flash memory num port USB, e leva para casa um documentário para ver calmamente no fim das ferias, com as recordações do museu. E se não tem um pen-drive? Ok, tem um dispositivo bluetooth? Ou WiFi? Tanto faz…também serve. Ou então, em qualquer momento vai ao site internet do museu, identifica-se ou ao grupo em que efectuou a visita, e ali está todo o multimedia relevante para download sob a forma de um video, uma animação, uma apresentação, ou nos mais prosaicos documentos pdf ou mesmo numa pagina web gerada dinâmicamente.

As cidades e os trajectos turisticos

Quando visitamos uma cidade desconhecida, gostamos de preparar a visita. Acumulamos mapas, prospectos, referências de restaurantes, monumentos, bares, salas de espectáculo, lojas e ruas, praças a e locais, estátuas e edificios, parques e museus, transportes publcios, linhas de comboio, horários e estações… Uhmmm

Um guia digital de visita

Então e se fizessemos isso prévimanete na internet, preparássemos a viagem e soubessemos que, chegados à cidade, lá nos esperariam locais em que poderiamos requisitar um guia electrónico, que conteria toda esta informação que tinhamos preparado e mais uma quanta automáticamente gerada, com base nos nossos interesses, demonstrados nessa preparação? Não necessitávamos de mapas, horários, guias em papel, prospectos, livro de apontamentos, nada…

Guia de orientação

Na posse deste guia ele funcionava como um aparelho de GPS para navegação, indicando-nos os trajectos para as visitas que quisessemos fazer, sugerindo o próximos pontos de interesse nas imediações, ou resolvendo rápidamente o nosso pedido de: encontra-me um restaurante nas imediações, que estou esfomeado!

Video Guia de visita

Chegados aos locais de destino, ele funcionaria como um video-guia, permitindo-nos ir explorando informação sobre cada quadro do museu, sobre a ementa e as sugestões do restaurante, sobre o edificio que estamos a ver. sobre o programa, horário e preços do teatro a que queremos ir…

Terminal interactivo

E se nos désse na cabeça uma noite mais requintada: reserva no restaurante chique, bilhetes para o concerto nessa noite, e entrada numa discoteca para a madrugada…Ok, numa cidade estranha, onde se fala uma lingua que não conhecemos??? Nem pensar! Errado! O nosso guia digital pode fazê-lo por nós… e bem… e na nossa lingua.

Bom… e se tudo isto pudesse ser posto no nosso iPhone, para quem o tem, claro? Ou num SmartPhone… assim nem necessitávamos de requisitar ou alugar o guia à chegada. Ele estaria disponivel que desde que saimos de casa! Simplesmente necessitariamos de instalar uma aplicação…e estávamos prontos para avançar!

 A verdade é que qualquer pessoa pode hoje na internet fazer o download de guias de visita para smartphones, para as principais cidades do mundo. Eles funcionam em várias plataformas, desde SmartPhones a qualquer dispositivo com Java instalado.  A diferença é uqe estes guias são estáticos, não personalizados, não interactivos, não dirigidos a cada um de nós individualmente. Quando os dispositivos têm acesso internet, tudo se pode modificar: não é necessário obter toda a informação préviamente (ela pode ser obtida interactivamente a cada passo, e portanto todo o tipo de detalhe pode estar suportado, alem de que ao introduzir a personalização, ao filtrar a informação através do perfil preparado, das preferências de viagem e de visita, e através da georeferenciação, a utilidade multiplica-se.

Conclusão

A verdade é que todo este cenário pode ser fácilmente desenvolvido com tudo o que temos hoje disponivel, com as tecnologias existentes e correntes, como quem desenvolve um web site… pouco mais! Tinham percepção disto?

A Dreamfeel, como empresa concentrada no marketing interactivo cria, investiga e projecta sistemas que, baseados nas tecnologias existentes, aportam mais valias imensas nas aplicações de marketing digital e multimedia, mas também na aplicação de multimedia em museus, guias de visita, centros interpretativos e outros recintos em que multimedia e interactividade, sob as formas tradicionais de  Dynamic Digital Signage ou a Interactive Signage, ou sob qualquer outra forma de sistemas digitais interactivos, podem ser aplicados com vantagem, como lojas digitais e lojas do futuro, montras interactivas, instalações e eventos multimedia e interactivos. 

Se tem uma ideia e pretende desenvolvê-la no seu negócio fale com a nossa equipa. Temos propostas inovadoras que vão surpreender os sues clientes ou o seu público.

 

Referências
http://www.microsoft.com/tag/content/what/
http://securitysolutions.com/mag/security_rfid_takes_chicago/
http://newmuseums.blogspot.com/2007/03/rfid-and-museums.html

Logo Design History é uma base de dados da história de variados logos de marcas internacionais muito conhecidas (outras talvez menos). Uma quantidade imensa de informação e referencias empacotada para consulta, no site da famosa firma logoorange.

Logo Design History

Durante todos estes anos que por cá tenho andado, tenho visto empresas, na àrea de Digital Signage, basearem o seu modelo de negócio num único formato: fazer crescer, por investimento próprio, redes de difusão em locais chave, como as grandes superfícies, de retalho ou distribuição, os shoppings, etc., para depois se lançarem na exploração da publicidade, que supostamente traria o retorno ao investimento. A colocação das redes, em espaços alheios, teria (supostamente) como contrapartida, nuns casos, a disponibilização ao proprietário do espaço, de tempo de programação, que este poderia usar em proveito próprio, noutros casos, receitas adicionais geradas por derrama das receitas de publicidade. Em alguns casos vi mesmo quem se tivesse convencido que nestes locais as marcas presentes seriam suficientes para gerar a totalidade das receita publicitária necessárias, e que os próprios detentores dos espaços funcionariam, eles próprios, como vendedores dessa publicidade.  

Neste modelo, e segundo as propostas típicas, o break even point para o investidor na rede seria pois atingido rápidamente (e vi previsões e business plans, em que este ponto se situava em pouco mais de um ano), as redes no ponto de venda estariam atulhadas de publicidade, as marcas disputariam lugar na programação, seria uma guerra nas agências para colocarem as suas marcas no ponto de venda, as receitas geradas floresceriam para além de tudo o qualquer outro meio geraria, e o negócio tinha uma potencialidade imensa.

A realidade?

Basta irmos ao centro comercial perto de nossa casa para vermos que nada disto se passa: as redes continuam tão pequenas como no dia em que nasceram em piloto, a programação é miserável, reprodução eterna de meia duzia de clips batidos, com umas imagens rascas de uns supostos desportos radicais, eventos de moda, festas de sociedade, locais paradisiacos para férias e pouco mais; a publicidade não passa do cartão de visita da oficina de bate-chapas do Sr. José, a qual fica ali na próxima esquina, passado num scanner rasca, para colocar no ecrã (publicidade dinâmica???) , os ecrãs avariam e vão ficando, cores degradadas, imagens com falta de sincronismo, flicker e fantasma… Nas redes nacionais sectoriais, que se situam nos pontos de venda (e são poucas) a gestão do canal pouco tem a ver com as aspirações do detentor do espaço, e o canal não serve os seus propósitos e o propósito do espaço que afinal cedeu: a digital signage presente não é mais que uma intromissão exógena, no seu espaço, sem vantagem e, tantas vezes com elevada desvantagem, pois chega a publicitar produtos concorrentes dos únicos que ali vende… enfim… com algumas raras excepções, o panorama é desolador.

E o mais confrangedor, para quem como nós somos especialistas, é que um modelo de canal bem concebido, com todos os factores tomados em consideração, não seria, nunca, nada disto! E cada caso é um caso, e deve ser avaliado ao detalhe e sériamente, sendo dada toda a atenção aos variados factores que sabemos que têm influencia decisiva na maneira como ele é avaliado, quer pelo público, quer por quem administra os espaços.

E a tecnologia permite tanta versatilidade: é fácil e barato manter uma programação de boa qualidade, pois as plataformas permitem-no; é fácil manter a comunicação a um nivel que mantenha o interesse do espectador/cliente, pois os parâmetros da psicologia de comunicação, nestes meios, está bem estabelecida e estabelece regras (e boas práticas comprovadas) que são já bem estudadas e claras, para o especialista; a tecnologia permite monitorização remota de avarias, e de falha de serviço, para proceder a reparações imediatas; o baixo custo de manutenção nem sequer deveria permitir haver a mais pequena falha ou falta de qualidade que permacesse sem reparação; a tecnologia permite que mesmo em programações geradas centralmente, cada nó da rede decline essa programação em função das suas próprias necessidades locais, podendo cada loja ter a sua propria lista de filtragem de conteúdos, seus proprios conteudos especificos, e ao fim e ao cabo permite que cada proprietário de um espaço modele um canal á sua própria necessidade.

Mas nada disto está a ser feito… a seguir por estes caminhos, a viagem vai terminar, com toda a certeza, em muitos fracassos, em muita resistência do público e dos interessados e em muita insatisfação… aliás, ela está aí!!!

O que correu mal?  

Não é preciso ser especialista para fazer a análise das razões, mas se formos, melhor. Algumas das razões deste aparente insucesso em Portugal, foram já objecto de estudo, que toda a gente parece querer continuar a ignorar. Outras nem de estudo precisam: são do bom senso! Sem grande intenção de ser exaustivo, vamos lá ver algumas delas:

1. Uma objecção das agencias de meios é de que este meio não é mensurável. Quantos contactos? Que custo por contacto? Que retorno no investimento para o anunciante?
A objecção é colocada há anos, e nunca ninguém se preocupou em a desmontar e desmistificar!
Temos disponiveis tecnologias de processamento de imagem, desenvolvidas localmente ou distribuidas por marcas internacionais e crediveis, que permitem, por exemplo, analisar em todos os instantes quantas faces estão voltadas para os ecrans, dividilas em classes de sexo e idade, e relacionar essas medidas com os conteúdos presentes nos ecrans. A Dreamfeel, como outras empresas podem instalar isso enquanto o diabo esfrega um olho…mas quem já o fez? E que outro meio permite este tipo de análise e métrica? Nenhum!  
Mais ainda, pode-se, sem grande dificuldade, seguir individualmente cada individuo dentro de uma loja, no seu percurso de compras ou visita, e saber exactamente os seus comportamentos em cada momento (não é barato, mas funciona, e isto pode ser feito em instalação temporária, apenas durante um período de execução do estudo) . O anuncio da marca X teve influencia no consumidor? É só analisar os percursos antes, durante e após o momento de passagem do anuncio. É fácil de fazer; existe a tecnologia; os meus parceiros dispõem do equipamento, do know how e do software para desenvolvimento de todo o tipo de algoritomos que se pretenda, para todas as análises que se queiram fazer; eu sei fazer a integração, como pratica comum de projecto de uma rede. Mas quem já o fez, e quem já o instalou?
E se correlacionarmos, por exemplo, a passagem de uma campanha (e podemos ir ao detalhe de passagem de cada anuncio, um por um), com a quantidade vendida de um produto na loja, nos mesmos momentos, e num horizonte temporal definido?
Então o meio não é mensurável?!!! Na realidade o meio é mensurável, mais que qualquer outro, com mais precisão que qualquer outro, com tecnologia mais barata que qualquer outro. Façam isto com publicidade estática ou com a televisão de sinal aberto!… De facto não existe qualquer outro meio que seja tão mensurável como este!!!
E esta ojecção, usada como argumento para a não aquisção de espaço publicitário no meio, é a causa imediata da ausência de publicidade nestes canais, e a principal causa da falta de saude financeira na sua exploração e a razão directa da sua falta de qualidade…

2. A objecção numero 2, que dificulta, ou impede mesmo, a venda de publicidade é a de que as redes são pequenas. O argumento está desfeito: há em Portugal canais de Digital Signage que ultrapassam largamente em audiência potencial, efectiva e em número de contactos, toda uma legião de canais de televisão ditos tradicionais, nos quais nunca tal objecção foi colocada! Há inclusivamente um canal de Digital Signage que se posicionará como 4º ou 5º nas audiências … Mas já alguém se preocupou em demonstrá-lo efectivamente?
E se um canal é de dimensão mais limitada, não é também, por essa mesma razão, uma ferramenta de publicidade dirigida a targets mais específicos, sejam regionais, sejam de género, sejam de escalão etário, sejam de classe socio-económica, seja de qualquer outra natureza? E o marketing com targets especificos não é cada vez mais procurado? E o marketing One-to-One? Pois uma rede em farmácias, outra em clínicas médicas, outra em laboratórios de análises, outra em ginásios, é o quê? E uma rede em Club Houses de golf, em oficinas de automóveis, em perfumarias, em restaurantes de charme e gourmet ou em qualquer outra coisa que se possa imaginar? É uma rede já totalmente segmentada à partida!!! O sonho de qualquer anunciante… mas então porque é que ainda não entenderam isto?
O facto é que poucos se preocuparam até hoje em fazer estudos sérios sobre o perfil do seu próprio canal, e em posicioná-lo correctamente, transformando esta objecção num argumento de de venda.
 Noutros casos o planeamento inicial dos canais nem sequer foi feito com esta visão de segmentação. Não admira: quem cria os canais em geral não é do meio e até agora não tinha dado importância ao facto. Mas com isso garante metade da probabilidade do seu insucesso… e genéricamente do insucesso do meio globalmente para a venda de publicidade.

3. Confiar em que uma empresa de distribuição, uma agencia de viagens, uma imobiliária,padaria ou uma perfumaria vai poder vender publicidade aos seus fornecedores, é como pedir ao pintor de paredes que nos mude a canalização…não aconselho! Afinal a empresa de distribuição, ou o franchising, sabem é do seu negócio; não sabe certamente de vender e comprar espaços publicidade… se soubesse era uma agência de meios…pouca gente parece saber este… “segredo”!

4. O argumento de as redes não terem massa critica (em dimensão) para interessarem suficientemente as agencias de meios e competirem com outras ofertas mais tradicionais, cai por terra quando se olha directamente para as marcas: estas apostam em eventos de pequena dimensão, em presenças em feiras, sabem apostar em montras, em cartazes, expositores, banners e mupies no ponto de venda. Onde está a massa critica de uma presença numa feira sectorial? Ou de um evento na discoteca da esquina, ou mesmo uma apresentação de produto feita na nova loja de bairro? E a da barraca, na campanha de praia? Mas as marcas fazem-no! As marcas sabem avaliar o impacto, as agências de meios é que possivelmente não… ou não lhes interessou até agora, pelo pequeno valor FINANCEIRO que isso pode representar! Ai quando as marcas descobrirem que afinal foram as agências que lhes andaram a sonegar este impacto potencial… Mas quem detem as redes pouco fez por isso, e possivelmente, sem qualquer culpa, pois pouco saberá fazer. É que não se fala a mesma linguagem…

5. O comodismo. Claro que é mais comodo continuar a encaminhar orçamentos para meios que deixaram há muito de corresponder ao valor que cobram, mas cujo argumentário está construido, cujo valor, grande ou pequeno é reconhecido. No final é copiar o orçament odo ano anterior, ajustar os preços e aplicar um factor percentual que ajuste os gastos ao valor disponivel…qualquer ignorante o sabe fazer. E só quando, repentinamente, o comprador de publicidade descobrir que o concorrente o está a ultrapassar, usando outros meios, é que alguém vai finalmente olhar para a Digital Signage com olhos de ver e ouvidos de ouvir… até lá somos como os três macacos.

Aconteceu o mesmo com a internet… lembram-se??? Aconteceu o mesmo com a Digital Signage nos EUA há anos atrás, quando a Wall Mart começou a ganhar vantagem sobre a concorrência pelo volume de vendas…ou no UK quando a Tesco apareceu subitamente, depois de corrigir os problemas iniciais detectados na rede de Digital Signage (a primeira de alguma dimensão alguma vez feita no UK), como lider incontestado na percepção do cliente sobre aspectos tão criticos como a atenção ao consumidor, qualidade nos procedimentos internos, qualidade do produto e da oferta, modernidade de procedimentos…e o factor primordial e grande aposta tinham sido a sua divulgação na rede de Digital Signage…a mesma que serviu para manipular cirurgicamente as vendas de marca, em função das necessidades e conveniências de gestão…  e nestas situações algumas agências de meios viram-se em maus lençois, pois não estavam devidamente posicionadas.

6. A desadequação de conteudos e linguagem: Digital Signage não é televisão! O espectador não está de pantufas na sua sala, descontraido, atento e disponivel! Está de facto sob tensão, num ambiente com muitos ruidos de comunicação, desatento, com objectivos especificos, com pressa e pressionado, em posições incómodas, tantas vezes carregado e cansado, preocupado, a fazer contas de cabeça. E a audiencia muda a todos os instantes, pois as pessoas circulam, passam e seguem o seu caminho. E é um ambiente em que geralmente não há som compreensivel. Qualquer peça tem uma reduzida janela de 2 a 3 segundos para captar e manter a atenção do publico, e depois transmitir a sua mensagem à sua audiencia, e tem ainda que a marcar na memória do espectador. Porque se insiste em não compreender tudo isto? Porque se usam linguagens desadequadas? Porque se pensa que se pode transplantar um anuncio de televisão de 30 ou 50 segundos para este meio? Porque se usam peças que só fazem sentido quando têm som? Porque se insiste em passar conteudos que só se justificam se se seguir a história desde pequenino…isto em 3 segundos…

7. A rejeição e a consequente indiferença, face a um serviço que não satisfaz, mas sustentado num contrato que obriga à permanencia. Quem gere um espaço não fica satisfeito com o que vê: no seu espaço, que pode ser uma loja  (ou não), local em que todos os detalhes são criticos para o exito do negócio, e vê uma má programação, um elemento desolador, contrariando o seu esforço, um mau serviço prestado a si e ao seu cliente, um elemento exógeno que lhe entra pela porta dentro, que não tem como controlar, que não o beneficia nem ao seu negócio (isto quando não chega a prejudica-lo expressamente – como é possivel termos chegado a isto!),  que nada lhe pergunta, e tudo contra o anunciado na fase inicial e nas expectativas criadas. Mas nada pode fazer… a não ser sublimar… passar a ignorar aquela peça de dor de cabeça que ali tem…aliaz como o cliente, o público, que também que percebe que aquilo “não pertence àquele filme”!

Não há outro modelo?

Não haverá outro modelo de utilização de Digital Signage? Claro que há! Muitos outros!
Não haverá outro modelo de negócio? Claro que sim…

Nenhum aeroporto quer publicidade a passear pelo meio dos quadros de horários de chegadas e partidas…pelo menos não o aceita fácilmente. Nenhum museu quer sabonetes e preservativos a serem publicitados no seu átrio. Mas isso também é Digital Signage, só que nem por delirio esperam que a publicidade lhes venha a pagar o investimento, ou a ser uma fonte de receitas: ele pága-se por todas as vantagens inerentes à informação ao publico e pelo cumprimento desses objectivos.

O Sr. António do talho sabe é vender carne, e é para o ajudar a fazer isso que ele quer a publicidade dinâmica dentro da sua loja: a sua própria publicidade dinâmica. Ele investe em Digital Signage, porque está a investir na sua própria publicidade no ponto no seu ponto de venda.

O centro de formação quer mostrar e explicar os seus cursos, as universidades querem noticiar os eventos que vão decorrendo, concursos que vão sendo abertos, mostrar casos de sucesso… o seu investimento é pago, pela difusão e divulgação da sua informação, pelo reforço e melhoria da sua imagem institucional.

A agencia imobiliária vende um produto de que dificilmente tem amostras na loja; a agencia de viagens vende um conjunto de serviços que é imaterial, vende destinos que não pode pôr na prateleira; a agencia bancária não pode ter expositores de rendimentos em blister, nem pode distribuir titulos em lineares… a Digital Signage paga-se, pela sua função de facilitadora do negócio.

A sala de espera precisa de algo que entretenha o doente/cliente/utilizador que espera… e a Digital Signage é um investimento em bem estar e conforto, melhorando significativamente a percepção que o doente/cliente/utilizador tem da qualidade do serviço.

A industria precisa de criar confiança, por exemplo tecnológica ou de solidez financeira, no potencial cliente que a visita ou ser uma mostra da qualidade de gestão, da qualidade de produto ou da satisfação de outros clientes. A Digital Signage é um investimento em imagem corporativa ou de vendas, em marketing portanto, que se paga estritamente nessa qualidade, e ao cumprir essa função, como qualquer outro investimento em imagem e em marketing.

… aqui temos inumeros outros modelos de uso de Digital Signage… Ok… não geram é receitas de publicidade de milhões, em minutos…. mas afinal os outros modelos também não!

Talvez nos devessemos, em Portugal, concentrar em todos estes modelos alternativos de utilização de Digital Signage… e por arrastamento, quando todos estivessemos a fazer as coisas bem feitas e o mercado a entender as mais valias, subitamente, iamos descobrir que havia pressão para colocar publicidade e comprar esses espaço aos seus detentores: na Digital Signage da sala de espera da clinica, na sala do ginásio, no hotel e no restaurante, no àtrio de recepção de clientes, da empresa industrial, na agência de viagens ou imobiliária e  até no aeroporto e museu… foi isso que aconteceu noutros paises, e resultou; mas não quiseram foi começar a construção directamente pelo telhado! Começaram mesmo pelos alicerces… É que a unica coisa que se começa a construir por cima, são os poços! E porque os players do mercado a começaram a construir por cima, é que a Digital Signage em Portugal tem sido um buraco fundo, um poço, onde têm caido e desaparecido muitos projectos que de outro modo seriam de enorme potencial…

A Digital Signage não é (só) um veiculo de venda a terceiros de espaço de Publicidade Dinâmica, e não se justifica só como fonte de receitas decorrentes de venda de publicidade. Outros objectivos podem justificar muito mais fácilmente um investimento em Digital Signage, do que a mera esperança em vir a fazer uns cobres em venda de espaço de publicidade!

Quem faz Digital Signage e se fixa em modelos de venda de espaço de publicidade dinâmica, para pagar o investimento está, para já, destinado a um risco imenso de fracasso. É que está mais que provado, pela experiência, pela prática, e pelos resultados que estão à vista de todos, que o modelo não funciona, ou só funcionam quando nas mãos de especialistas, em situações sériamente estudadas e preparadas para o seu exito (e apesar de tudo há casos!); e isto porque as más experiencias levam a uma situação em que o mercado ainda não entendeu ou não aceitou, em todos os seus aspectos, a Digital Signage nas utilizações em que verdadeiramente trás retornos significativos (não financeiros) ao investimento efectuado. Quem insiste em modelos de venda de espaço publicitário, como meio de financiar as redes, deveria considerar sériamente repensar o seu posicionamento no negócio e perante o mercado, sempre que não adopta uma atitude de abordar séria, fundamentada e comprometidamente a implementação de uma rede, e não é capaz de usar todas as ferramentas disponiveis para garantir o sucesso do modelo. E isso sim, poderia ser um bom serviço prestado à Digital Signage e também à publicidade dinâmica.

Nascido em Coimbra em 1942, João Machado formou-se em Escultura pela Escola Superior de Belas-Artes do Porto.

Dedica-se essencialmente ao design grafico de material impresso, possuindo um estilo depurado,  fácilmente identificável e cheio de personalidade própria,  marcado por formas fortemente estilizadas ou recortadas, manchas planas de côr e gradientes, e um forte sentido dinâmico e de movimento.

Desde as primeiras criações que iniciou a exploração de técnicas como o pastel seco, e o aerógrafo, sobre máscaras de recortes de papel, começando também a “desenhar com tesoura em vez de lápis”. João Machado afirma ter sido fortemente influenciado pelo cartaz polaco dos anos 60 e 70, expressão grafica da resistência, ao escolher essa forma de “desenho”, de onde destaca o “mestre” Henryk Tomaszewski, que, pela maneira como usava formas planas de cor nos cartazes, o influenciou a construir através do recorte e colagem de papéis coloridos, composições expressivas que  passaram a ser uma das componentes da sua idiossincrática expressão plástica. Formas poligonais simples – evocando elementos retirados da natureza, da indústria ou do próprio homem, levados à abstracção ao ponto de serem irreconhecíveis – vão ser, juntamente com o seu uso da cor e das transições e gradientes cromáticos, a sua imagem de marca, o seu “estilo” com o qual é identificado ainda hoje. 

Participou em centenas de exposições, mostras e certames, e é detentor de inumeros prémios nacionais e internacionais, pelos seus trabalhos nas diversas àreas em que se estende o seu trabalho.

     

 

Recursos
Site de João Machado
João Machado no blog “Simples”

Num excelente post no site  logodesignlove-250px-copy, com o titulo “When logos look alike”, Mike Davidson faz uma comparação de 22 logos que apresentam semelhanças espantosas. Não se trata de plágio… trata-se mesmo de coincidência.

Nos nossos dias, a quantidade de grafismos corporativos que circulam, a semelhança das referências e influências dos designers, e ao fim e ao cabo a própria educação estética comum, que funciona como um backgroud para a criatividade, resultam na necessidade de realmente ser muito criativo, para evitar colagens a grafismos já existentes. E mesmo assim…

A velha frase pessimista de que “já tudo foi feito” não é justificação para nada fazer: criar é um acto tantas vezes solitário e individual, que sempre haverá algo de novo a criar. Simplesmente as regras do mercado, a educação, o acompanhamento das correntes, encaminham as estéticas e influenciam decisivamente as opções. Mas acima de tudo, e é um ponto raramente focado, as ferramentas disponiveis (software), com as suas limitações e facilidades particulares, são tantas vezes a fonte de se tomarem caminhos convergentes.

Quando há uns anos atrás o Corel Draw se impôs, era praticamente impossivel não detectar um logo desenhado com base nessa ferramenta: as curvas de Bezier, os dégrades, enfim… uma infinidade de detalhes que constituiam mais valias do software, ferramentas fundamentais, mas que conduziram a um abuso de efeitos “directos” que permitiam com facilidade a identificação. E depois… as limitações. No caso eram as dificuldades com as transparências, com as linhas finas, as limitações com os typeface disponiveis, com a coloração e os efeitos de cor na tipografia. Tudo contribuia para uma quase imediata identificação.

Hoje a variedade de software disponivel é maior…mas não muito maior. Designer que se preza usa pelo menos duas ou três  peças de software mainstream, com caracteristicas bem marcadas, ferramentas poderosas, mas mesmo assim limitadoras. O resultado é fatal…

Também as estéticas e principios gráficos, predominantes no mercado, limitam e encaminham. A criatividade não é totalmente livre: está condicionada por aquilo que é a moda, a preferência do publico, a teoria, as directivas de qualidade grafica, a prática comum, etc.

No final, só admira: como é possivel que não ocorra muito mais vezes? Apenas pela qualidade dos profissionais, pela informação que circula, pelo acesso que hoje é possivel ter, em qualquer parte do mundo, ao que se vai fazendo noutros lugares. Uma base de conhecimento comum que permite distinguir o trigo do joio, eliminar criações que possam ser colagens a grafismos existentes e, enfim à posteriori, avaliar o trabalho desenvolvido e evitar amargos de boca…

Afinal quem não se lembra de alguns casos portugueses…

 

 

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A busca por um formato digital para publicação de documentos de modo fiel ao objecto real, e que ao mesmo tempo seja de agradável uso e leitura, simulando o objecto real que é o livro ou a revista, há muito ocupa os designers de aplicações multimedia.

Formato Adobe PDF

Há muito que o formato PDF da  Adobe se instalou como o formato generalizado para distribuição de documentação digital, mesmo quando isso é feito online.

Este formato apresenta inumeras vantagens, sendo algumas delas as seguintes:

  • Formato versátil, contendo varios tipos de informação (texto, imagem, graficos vectoriais e raster, formulários, anotações, revisões)
  • Permite um rendering fiel à versão real em papel (imagem raster das páginas originais)
  • Portabilidade (funciona em multiplas plataformas)
  • Self-Contained (todo o documento está contida num unico ficheiro)
  • Depende apenas de um leitor gratuito
  • Resultados uniformes em todas as plataformas (o documento fica sempre com o mesmo aspecto, independentemente da plataforma
  • Capacidade de funcionar como formulário para preenchimento (com lógica de validação)
  • Suporte de modos de segurança (autor, revisor, bloqueamento de funcionalidades e alterações, como impressão, edição, cópia, etc.)
  • Compatibilidade total com post-script, podendo funcionar como formato de arte grafica digital final.
  • Suporte a diferentes resoluções e modos de cor

Mas isso não é um livro!

Pois não! Nem parece um livro ou revista! É um formato de ficheiro. É o que temos…

No entanto, e apesar da beleza e eficácia deste formato, quantos de nós não se viram já confrontados com downloads de pdf’s que parecem não acabar, ficheiros enormes guardados no disco, documentos que abrem dentro do browser, no meio de uma janela atulhada de barras de ferramentas, de páginas que só se conseguem ler com zoom elevado perdendo-se a percepção da página como um todo, enfim… de livros que deixam de parecer livros!!! Ou então, para que o download seja rápido o documento é uma desilusão: baixa qualidade, o texto não é pesquisável, as imagens parecem borradas e ilegiveis… enfim… tudo tem os seus prós e contras!

O facto é que nada substitui o livro no seu formato impresso: as sensações do cheiro e textura do papel, a manipulação, as capas, o marcar e comparar páginas diferentes rápidamente, voltar atrás, enfim o folhear… e tudo isso se perde com o formato digital. Certo? Pois não é verdade!

Há alternativa?

Conscientes de que a leitura online de documentos digitais não é cómoda, que o feeling do livro se perde nos formatos digitais existentes, já há algum tempo que os designers e programadores se lançaram ao desenvolvimento de um formato mais cómodo para leitura online. 

Neste formato as páginas deveriam poder ser desfolhadas e marcadas; a sensação visual deveria ser proxima da de um livro real; o zoom deveria ser algo natural, como a nossa aproximação do livro aos olhos quando algo não se consegue ler bem a uma certa distancia. Enfim, um interface que faça jus, ou pelo menos se aproxime, de algumas das caracteristicas do livro real!

DreamBook/FluidBook – Livro e Catálogo digital interactivo

logo-book-8x3E o resultado foi o produto que a Dreamfeel comercializa com o nome DreamBook! Este é um formato de leitura online que simula um livro real em 3D. Permite ler, folhear, marcar páginas, fazer zoom a uma secção… mas mais ainda: permite inserir todo o tipo de multimedia (som, imagem, video, animações, graficos e esquemas, fotos 360) ou até páginas Web, como conteudo de cada página. O produtor original da solução é a empresa francesa FluidBook, parceira da Dreamfeel neste desenvolvimento.

Os Livros Digitais Interactivos permitem colocar na Web toda comunicação impressa existente, sejam catálogos, mostruários, folhetos, publicações periódicas, ou tudo aquilo que desejar. Partindo de artes finais digitais, de material já impresso, ou concebendo os livros de raiz, o utilizador final dispõe sempre de um meio cómodo de consulta da literatura.

Powered by DreamBook / FluidBook

Veja o e-flyer!

Veja o Press Release

Processo de Produção

O processo de produção é simples: o cliente entrega um PDF, e este é transformado num DreamBook/FluidBook, por processos automáticos. Depois o interface é costumizado (logotipo, cores, navegação) com as cores e identidade do cliente.

E se não existir o PDF já disponivel? Se não existe a publicação em formato digital PDF, mas apenas em papel, o processo tem apenas mais um passo: a publicação em papel é digitalizada, com a qualidade apropriada, e transformada num PDF, antes do inicio do processo.

Finalmente, basta alojar a publicação num servidor Web, banal, sem requesitos especiais, e em menos de 72 horas a publicação estará online. Se o cliente não quiser usar um alojamento fornecido pela Dreamfeel, pode usar o seu próprio alojamento ou servidor web: Todos os ficheiros necessários são sempre fornecidos, de modo a permitir uma instalação directa e simples num servidor privado. Simples e eficaz! 

FAQ

Como é que a qualidade é tão elevada? As imagens originais do documento são cuidadosamente tratadas para visualização no ecran; a sua resolução ajustada, para obter o justo balanço entre rapidez e qualidade; a imagem da página completa é de média resolução; a imagem em zoom é uma imagem de altissima resolução, carregada em background ou apenas quando necessária.

E como é que o carregamento ainda assim é rápido? O Dreambook/Fluidbook apresenta um processo inteligente de carregamento de páginas e imagens: estas estão a ser carregadas em background, segundo um processo probabilistico de avaliação de qual será a proxima página visionada. O utilizador geralmente só espera o carregamento de uma página, nunca o carregamento do documento completo!

E o texto é pesquisável? Claro que é: no processo de produção, todo o texto presente nas imagens é convertido em texto digital, por um processo de OCR de altissima qualidade.

Que tipo de multimedia posso incluir? Animações e aplicações Flash, video, som, fotos, aplicações Java e JavaScript…enfim, todo o tipo de multimedia que se pode colocar numa página HTML. 

Posso colocar links para sites ou páginas web? E para ficheiros para download? Claro que sim. Podem ser colocados links internos (entre páginas ou àreas de página) e externos. As àreas clicáveis podem ser palavras, frases, imagens, áreas, ou em geral o mesmo que se pode fazer numa página web.   

Aplicações

A aplicação do Dreambook em web sites, em montras interactivas ou em quiosques interactivos, normais ou especialmente concebidos para os suportar, permite uma extraordinária interacção natural e intuitiva entre o utilizador e o conteúdo. Uma aplicação que ficou famosa é a do livro do futuro, em que o quiosque tem a forma de um pedestal com um livro, que mais não é que um ecrã TFT, com sensores, que permitem ao utilizador passar a mão sobre o ecrã como se estivesse a folhear naturalmente um livro de papel.

Criar um catálogo de produtos para leitura online, tornar este catálogo interactivo, de modo que cada produto ganha animação, ou apresentar um video para cada produto presente no catálogo, ligar os produtos a um carrinho de compras e automáticamente tranferir o utilizador para a loja online, de modo a que feche a encomenda e efectue o pagamento online, é uma brincadeira de crianças.

Mas imaginem agora uma biografia de um actor de cinema, feita neste formato! Mantem o formato de livro, agradável de manipular, mas rápidamente se podem incluir clips e cenas de cinema, retirados da filmografia, entrevistas e depoimentos em video, clips de som, musica de fundo, entrevistas de rádio, albuns de fotgrafias manipuláveis na página do livro, etc. Ou uma história do Jazz ou do Rock, feita de clips de som. Ou um manual escolar feito de esquemas animados, videos, e experiencias interactivas. Tudo isto está incluido no formato DreamBook/FluidBook que a Dreamfeel apresenta.

E já pensou quanto poderá poupar na publicação dos manuais técnicos de software, de máquinas, de componentes mecânicos electricos e electrónicos, na publicação dos documentos de congressos, conferências e feiras, na publicação de colecções de livros, reedição de revistas e jornais

A beleza da solução é que se o leitor quiser ainda assim manter guardado no seu próprio sistema uma versão do livro, pode, do mesmo modo, fazer o download do ficheiro PDF, exactamente igual à versão online, excepto nas funcionalidades não são suportadas pelo formato PDF. Outro aspecto interessante, é que dada a versatilidade do formato, se pode construir um site integralmente baseado num livro digital interactivo. É uma solução rápida e de baixo custo, principalmente quando já se dispõe de um documento em papel ou formato PDF (catálogo, brochura corporativa, company profile, etc.)

Relatório de Sustentabilidade TMN

Note-se também que dado o formato ser digital, de leitura muito mais cómoda, ser uma solução inovadora e de prestígio, e o seu custo de produção ser baixo, muitas empresas optam por ele para a distribuição online de documentos de publicação obrigatória (relatórios de contas, relatórios de gestão, actas, etc). É o caso da TMN, que publicou o seu Relatório de Sustentabilidade 2008 neste formato.

Algumas publicações periódicas estão também a adoptar o formato, prestando assim um serviço de leitura online, em tudo semelhante ao de leitura da versão em papel, e já não com a necessidade de manter duas versões distintas da mesma publicação (em papel e online).

Esta é uma solução de futuro, que transforma a leitura de documento online, numa tarefa agradável e com a sensação de ser um livro real.

Para mais informação,  por favor contacte a Dreamfeel Lda

Há dias percorria várias das e-mags que visito regularmente e a minha atenção prendeu-se num artigo de Mathew Honan, na WIRED News, sobre a revolução da geolocalização.

Nesse artigo, intitulado “I Am Here: One Man’s xperiment With the Location-Aware Lifestyle”, descrevendo a sua experiencia com a aplicação WhosHere, para iPhone, que básicamente permite conhecer quem está à nossa volta, num dado local (e vice-versa, claro), usando a mesma aplicação, e uma vez identificadas essas pessoas, percorrer o seu “profile”  e, se se pretender, iniciar a interacção, possivelmente um chat, com alguma dessas pessoas.

Leia o resto deste artigo »

Um excelente artigo do Digital Signage Resource Directory,  com o titulo  Bluetooth Marketing for Digital Networks, analisa detalhadamente as funcionalidades da tecnologia Bluetooth e WiFi na sua aplicação ao Marketing Interactivo, Marketing de Proximidade e à Dynamic Digital Signage, como um meio de difundir conteudos no espaço público e no ponto de venda. 

O ultimo ano foi de explosão da procura do marketing bluetooth, que apesar de estar ainda a dar os primeiros passo, com algumas experiencias que foram verdadeiros casos de sucesso, e apenas uma ou outra menos bem sucedidas, por deficiencia na forma como as campanhas foram concebidas de base (o uso de modo push, em que a tentativa de envio do conteudo por parte do hot spot é forçada, contra o modo pull – que é o mais interessante, em que o utilizador é que solicita ou aceita a recepção do conteudo). As grandes marcas já entenderam o conceito, viram as vantagens e já aderiram, optando definitivamente pelos modelos de campanha que mais seguros resultados garantem. 

O estudo dos modelos experimentados por todo o mundo, e cuidadosas parcerias com lideres nacionais e europeus nesta tecnologia, levaram a Dreamfeel a conceber, apurar e a poder oferecer no mercado, um modelo de campanha de difusão de conteudos  multimedia para dispositivos móveis (PC´s, Telemóveis, SmartPhones, iPhones, PDA´s, etc) que podem ser desde simples clips musicais ou de video, trailors de filmes e espectáculos, fotos e imagem estática, contendo publicidade de marca e produtos, vouchers de desconto, campanhas promocionais, documentos em ficheiros de formato standard (PDF, .txt, PowerPoint, .doc Word, etc) contendo especificações técnicas, brochuras, publicações ou até manuais. Campanhas deste tipo podem ter aplicação em publicidade, marketing, informação, formação ou até no suporte ao cliente.

A grande vantagem das campanhas Bluetooth e WiFi é a sua total independencia em relação aos operadores, baixando drásticamente o preço da campanha (o que não acontece com as campanhas em SMS e MMS), a capacidade de perfeita geolocalização, permitindo o marketing de proximidade (a dimensão de um hotspot bluetooth, por exemplo dentro de uma loja ou numa rua comercial, pode ser de aproximadamente 10 metros)  e a forma como conteudos ricos podem ser entregues ao publico para que os tenha disponiveis em mobilidade, no dispositivo que qualquer pessoa hoje em dia mais usa; o seu telemóvel.

Com o advento dos SmartPhones, iPhones e a disseminação dos PDA’s, ou mesmo dos computadores portáteis, mesmo os mais complexos documentos e peças multimedia podem  ser visualizados em qualquer lugar. Certamente que será uma mais valia para o consumidor poder guardar as fotos do imovel que lhe interessou na imobiliária, o catálogo digital do carro que lhe foi apresentado no stand, ou até daquele televisor cujas caracteristicas pretende comparar mais tarde com o da outra marca; e que dizer a levar as fotografias dos locais em que vai ser instalado, nas férias que acabou de comprar na agência de viagens.

Estas e outras utilizações podem fácilmente ser implementadas em qualquer lugar com a tecnologia Bluetooth, dentro ou fora da loja, numa montra, num corredor de centro comercial, num local de espera ou ponto de encontro de um aeroporto ou estação de comboio, ou em qualquer rua comercial. Hot spots WiFi, espalhados na via pública, num centro comercial, ou dentro de um estabelecimento de grande superficie, permitem obter efeitos semelhantes com maior àrea de cobertura, e com distintos targets (neste caso dispositivos WiFi enabled, como PDA´s, SmartPhones e PC’s portáteis). Um hotspot de difusão WiFi pode mesmo ser o ideal para a distribuição de documentação digital numa conferência, palestra, feira ou exposição ou mesmo numa apresentação  de produto ou acção de formação empresarial.

Qualquer deste tipo de hot spot (bluetooth ou WiFi), aplicado numa campanha, tal como concebida pela Dreamfeel, conduz a um sucesso garantido, sendo uma presença que pode ir do discreto ao muito visivel (com adição, por exemplo, de um canal de Dynamic Digital Signage ou de um simples totem interactivo), não-intrusivo (pois funciona em modo pull, isto é, o utilizador é sempre quem pede os conteudos, após o anuncio da sua presença) e com sucesso apenas dependente dos conteudos que se pretende difundir, mas uma mais valia grandemente apreciada pelo publico, quando bem concebido, segundo os principios de comunicação desenhados pela Dreamfeel para estas campanhas.

Para mais informações sobre hot spots Bluetooth e WiFi,

por favor contacte a Dreamfeel Lda

Quando na campanha de Obama foi distribuida entre os apoiantes uma aplicação iPhone que procedia à geolocalização, e personalizava a interacção com o utilizador (além do seu próprio perfil de apoiante) em função dessa geolocalização, fornecendo apenas interacções relevantes para a data e o local onde a pessoa se encontrava, muita gente pensou Wow! That´s it… Na realidade, que interessa fornecer insistentemente o calendário das acções em LA, se o apoiante se encontra em NY…

Esta simples caracteristica da aplicação iPhone, permitiu uma acção focalizada, eficaz, directa, não intrusiva (pelo menos, menos intrusiva!), e no fundo muito mais envolvente: sabemos o que se passa ao nosso lado, e realmente nos interessa, e sobre que podemos falar com os nossos contactos e amigos, e não o que se passa algures num lugar que nem sabemos ao certo onde é.

À publicidade na net tem-se posto o mesmo problema, mas aí ele é relativamente mais fácil de resolver. Conhecer a localização de uma cybernauta é relativamente simples (com algum grau de precisão), em certas condições quando se liga por meios fisicos. Mas que dizer das ligações por banda larga móvel, ou da internet em dispositivos móveis? O problema volta à estaca zero.

A solução até agora estava em utilizar aplicações proprietárias, caso a caso, e que os programadores web propunham que se instalassem, para responder a um site especifico. O utilizador acabaria com centenas de aplicações instaladas, todas para o mesmo efeito, todas diferentes e, quem sabe, possivelmente incompativeis. Excelente solução para aplicações web que usam intensivamente a localização (previsões meteorologicas, trafego, optimização de trajectos, etc.), mas uma solução horrivel para um site que esporadicamente queira fornecer uma unica informação localizada (como por exemplo o tempo ou as noticias locais).

Mas uma nova aplicação para iPhone permite resolver o problema. A Alocola (assim se chama a aplicação) procede ao fornecimento, mediante autorização do utilizador, da sua localização a qualquer site que o solicite. A aplicação uma vez instalada verifica para todos os URL´s no browser do iPhone (o Safari) se esse url solicita localização, através de um link começado por “alocoa://” e se sim, solicita ao utilizador autorização para a fornecer; após isso retorna o utilizador à mesma página aparente em que estava.

No website da aplicação Alocola, existe um guia de desenvolvimento web, e a aplicação é freeware, disponivel para download nas lojas que vendem iPhone (EUA). O source code é open source sub licença GPL2 

Simples e eficaz. E a publicidade já a está a utilizar.

If you are watching an ad on a video screen in a mall or supermarket, it might be watching back. Face-tracking technology is the new growing trend in media. It’s also known as face-based audience measurement, gaze-tracking, face counting and countless other variations.

Whatever you call it, the concept is simple and not at all as “Big Brother” creepy as it sounds. Small cameras are embedded in or around the video screen to actually track the faces of people watching and determine their age, gender and sometimes ethnicity. If the camera recognizes you as a male, it might show you an ad for razors rather than birth control. If it identifies a teen it might show an ad for video games.

Face-tracking also allows advertisers to see if they are reaching the right  people. It would be a shame if a brand put out an ad for in-home senior care and only teenage girls were seeing it.

The technology is not widespread, by any means. So more than likely you aren’t being watched, yet. Yet. It’s growing quickly and could be a big idea in the future.

The concept might be off-putting to people at first. I had the same jerk reaction accompanied by frowns and a furrowed brow–maybe even a scoff. But then I realized it only categorizes people by outward appearances. The technology can’t drill down to any personal information. The man isn’t capturing and storing information about “Jane Doe” on Strongs Blvd. They just want to show the right people the right ads, so you don’t have to sit there watching stuff you don’t care about.

Posted in http://ourblahg.com/2009/02/03/the-ads-are-watching-you/

A tecnologia de face detection, tracking and recognition

A tecnologia não é nova e a Dreamfeel anda a ensaia-la há já uns meses. Constitui um meio muito estável e fiável de produzir metrica sobre meios de Digital Signage, mas mais que isso, permite efectivamente ajustar os conteúdos mostrados à audiência real em cada momento, ajustando portanto a playlist, que de outro modo seria estática e indiferente a quem está a assistir. 
 
Imagem de faces processadas pelo software de identificação.

Imagem de faces processadas pelo software de identificação.

Género (feminino, masculino), segmento etário (distinguir classes de 10 anos aproximadamente é perfeitamente possiveis), e mesmo algum tipo de identificação etnica (se bem que em menor escala ou com menor fiabilidade), são algumas das capacidades dos sistemas existentes, mas também o registo e contagem de faces efectivamente a olhar para o display, em cada momento, ao segundo.
 
 
O sistema é anónimo, não regista dados individuais ou imagens (não são portanto câmaras de vigilancia) mas apenas dados processados, isto é, quantidade e tipo, por unidade de tempo, dados esses que pode fornecer também, em tempo real, ao sistema de gestão da playlist.
 
Melhor métrica que esta??? Nenhum outro meio a tem…
 
Para saber mais fale comnosco: Dreamfeel Lda
 
 
 

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