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A realidade aumentada, pelo menos nas suas realizações mais ousadas, são ainda dominio quase exclusivamente acamédico. Mas o seu potencial tem sido largamente exaltado, as visões futurológicas das suas aplicações, e as experiência bem sucedidas, têm sido fecundas e, muitas delas, tradizidas para pequenas aplicações do dia a dia.
Há já algum tempo que. depois de aplicações em simulação, em demonstrações, turismo e em informação, iamos vendo experiência variadas com Realidade Aumentada (AR) noutros campos, incluido as situações de grandes eventos de marketing.
O uso da AR em loja e em situações de compra, porém, ainda não tinha passado para a prática.
O artigo tem um nome que diria ingénuo e quase ridículo, mas o conteúdo é soberbo! “De onde vem a criatividade?” ou, diria… o que é, e como funciona a criatividade?
O artigo é de Sérgio Navega, conferencista brasileiro. O interessante é que de uma forma ligeira e até pouco cientifica os pontos chave sobre a criatividade são tocados um por um.
Também em Portugal há investigação no campo do Interactive Multimedia.
Claro que isto não é novidade, e já referimos, aqui alguns exemplo de trabalhos desenvolvidos, instalações feitas ou experiências em curso.

A história dos interfaces multi-touch, para a maioria das pessoas, reduz-se a meia duzia de coisas que aconteceram nos ultimos dois anos, ou seja, a mesa multi-touch da Microsoft, o iPhone, o iPad e pouco mais…
… e no entanto estes resultados e dispositivos, não passam da espuma de um mundo de experiencias, ensaios, estudos e desenvolvimentos que evoluiram ao longo de quase 30 anos (SIM! 30!!!…).
Sendo o marketing territorial utilizado ao serviço da concepção, gestão e promoção dos lugares, com o objectivo de aumentar a atractividade junto de públicos internos e externos, as estratégias utilizadas pelos lugares para posicionar e comunicar os seus atributos podem apresentar-se como um instrumento precioso ao serviço da estratégia territorial.
O processo criativo, desenvolvido de uma forma profissional é, na sua essência, um processo que exige em simultâneo uma excelente capacidade de compreensão dos problemas e das soluções convencionais para eles, e a capacidade de os olhar como se de um problema inteiramente novo se tratasse, libertando-se dos processos de solução conhecidos e convencionais, e trilhando de forma autónoma novos caminhos de solução, sem no entanto esquecer o saber acumulado nas anteriores tentativas de solução.

CONCEITO
A escolha da Guarita que em pano de fundo apenas tem céu.
É uma imagem retida na primeira visita à Vila, sede de um território que esta mesma Guarita abraça com o olhar.
É dela que se vislumbra o eixo traçado pelo Sever e é sobre a presença deste que se fixaram as mais diversas populações.
O cinza quente tenta com isso transmitir o peso patrimonial e o azul enquadrar a riqueza dos mananciais de água deste Território.
Indissociáveis e visivelmente equilibrados estes dois pilares essenciais ao conjunto geográfico do Município estão sobrepostos espelhando esse mesmo equilíbrio.
A Guarita que se confunde com o céu, deixa também a sensação de leveza e volatilidade da Alma que experiência Marvão.”
VECTORES ESTRATÉGICOS
“Visitar espelha o objectivo da atracção do turista que procura a experiencia multi-sensorial, o contacto com as populações e o vivenciar do Património através do seu usufruto e fruição.
Viver aborda o objectivo da melhoria de qualidade de vida para as populações, a dinamização da sua participação na construção da Marca e a atracção de novos povoadores para o território.
Empreender traduz a vontade do Marca na geração de massa critica e tecido empresarial, dimensionado para a realidade do Território e explorando inteligentemente o seu potencial.”
















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